Notas iniciais
Bom gente, esta é minha primeira one. Fiz ela pra minha amiga Nathália que ama o Seth. Depois de muita pensar foi isso que saiu. Espero que gostem. :))

Ter um imprintig não é simplesmente se sentir atraído por alguém. É mais que isso, bem mais.

Nunca me encaixei nos padrões dos garotos da minha idade, da cambada de adolescentes que vive jogando vídeo game, saindo pra festas e ficando com todas as meninas.

Não. Eu sempre preferi correr, praticar esportes, me sujar com os amigos de La Push e me lambuzar de pizza.

É eu sei, inacreditável como um garoto de 16 anos ainda goste de fazer essas coisas. Mas eu sou assim e daí?

Agora talvez meu foco de diversão tenha se desviado destas coisas para outra, um milhão de vezes, mais importante.

Nathália.

Quando vi a garota de cabelos da altura dos ombros castanho-claros, olhos cor de avelã, pele morena e um sorriso que revelava uma única covinha meu mundo parou. Parou mesmo. Estaquei onde estava quando a vi no parque correndo com duas amigas assoprando bolhas de sabão.

Ela era livre, leve e solta e assim eu me sentia antes também, mas não depois de nossos olhos se encontrarem. Depois disso me senti totalmente preso, preso a ela. Mas não de uma forma ruim, sufocante. Preso como se minha vida dependesse dela, de tal forma que se ela caísse e se machucasse meu mundo desabaria na hora.

Eu só queria protegê-la, cuidar dela, ser seu melhor amigo, seu melhor e único amor.

Mas como iria dizer isso pra uma garota que acabei de conhecer? Ou melhor, acabei de ver e sofri um imprintig?

Bem Seth, pense. Ok, eu não sou muito bom em pensar.

Vamos ao plano B: chegar nela e dizer oi?

Não, eu pareceria um idiota. Mas o que tenho a perder?

Aproximei-me quando ela se sentou na grama.

-Err... Oi? – meu cumprimento foi tão incerto que nem sei se ela irá responder.

-Nathália, tem um gatinho atrás de você te dando oi. – uma das amigas falou.

Ok, se uma me acha gatinho tem grande chance de ela me achar também.

-Ah, oi. Eu te conheço? – ela virou para me olhar.

Quase não escutei o que ela disse, pois estava perdido em cada traço de seu rosto delicado.

-Não, você não me conhece, mas podíamos mudar isso certo? – ai Deus, o que eu estou dizendo? Ela vai achar que sou um psicopata.

Ela sorriu, revelando a única covinha do lado esquerdo do rosto e eu tive que sorrir também com tamanha perfeição.

As amigas riram e a incentivaram a conversar amigavelmente comigo. Tenho que me lembrar de agradecer aquelas duas um dia.

Segurei sua mão macia e a ajudei a levantar.

-Então, qual seu nome? – ela me perguntou com a voz mais prazerosa que já havia escutado na vida.

-Seth. Seth Clearwater. E você pelo que escutei é Nathália. – eu disse.

Caminhávamos lado a lado.

-Isso mesmo. Nathália Greene. – ela respondeu e me encarou com um sorriso radiante.

-Então, pode parecer estranho tudo isso, mas gostei de você no instante em que te vi neste parque. Aceita tomar um sorvete comigo? –perguntei receoso.

Ela encarou o chão e eu pensei: ‘’pronto, vou ouvir o maior não da minha vida. ’’

-Olha, não são muitos garotos que tem a sua coragem de chegar assim e fazer um convite desses. É claro que topo.

YES! Ainda não acreditei.

Caminhamos até um carrinho de sorvete e escolhemos nossos sabores. Eu paguei é lógico.

Sentamos em um banquinho ali perto e começamos a conversar.

Nathália me contou sobre suas amigas, sua escola e sobre o que gostava de fazer nas horas livres.

Também contei várias coisas sobre mim, revelando algumas coincidências entre nós maravilhosas.

Depois de horas ali sentados, ela precisava ir. Eu poda sentir que meu coração iria junto com ela.

-Quer que eu te deixe em casa? Estou de moto. – ofereci uma carona.

-Não precisa, as meninas devem estar cansadas de me esperar.

Ela me deu um beijo na bochecha e caminhou de volta a direção onde às amigas estavam.

-Espera. – segurei seu braço. – Eu vou te ver de novo? – eu precisava ter certeza, precisava vê-la novamente ou não saberia como tocar minha vida dali em diante.

Nathália suspirou e sorriu.

-Claro, gostei muito de você. Podemos sair um dia. – ela pegou o celular e anotou meu número, eu fiz o mesmo com o dela.

-Te vejo qualquer dia Seth. Tchau.

Ela disse isso e se virou indo embora.

Fiquei lá, parado apenas encarando o número dela no visor do meu celular.

-Hey Seth! – ela me gritou e logo a encarei.

Vi a garota da minha vida correr em minha direção. Ela parou na minha frente, colocou as mãos em meus ombros e encarou meus lábios.

Senti meu corpo se arrepiar com seu toque. Era tão bom a tê-la perto de mim desta forma.

Nossos rostos se aproximaram e nossos narizes se roçaram. Sua respiração estava mais controlada que a minha. Eu ofegava de nervosismo. Ao mesmo tempo não sabia de deveria beijá-la ou se esperava ela fazer algo.

Então ela fez.

Chocou seus lábios rosados contra os meus. Nossas bocas se consumaram em um primeiro beijo apaixonado. Eu podia sentir o amor exalando dela também.

Não foi lento, nem rápido. Foi na medida certa, no tempo certo.

Só então ela se afastou pra dizer:

-É pra ligar mesmo, ok? – e riu.

Tive que rir com ela. Depois de um selinho rápido, ela se a foi.

Peguei minha moto e voltei pra casa.

Seu sorriso, seu jeito doce, seu rosto delicado e principalmente a textura de seus lábios macios não saia de minha cabeça.

Eu havia sofrido mais que um imprintig por Nathália, eu havia entregado meu coração, minha vida e minha alma aquela garota maravilhosa.

Não via a hora de revê-la. De beijá-la outra vez e de sorrir junto a ela.

A partir de hoje, minha maior prioridade será Nathália Greene, a garota com quem quero passar o resto de minha vida junto. Cuidando sempre, pois por aquele sorriso de covinha única sou capaz de tudo, de tudo mesmo para que permaneça sempre lindo em seu rosto que preenche meu coração.

Notas finais
E aí o que acharam?? Não custa comentar, né?! Obrigado por lerem ;))
P.s.:E Nathália, eu sei que você amou u.u :33
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!