Notas iniciais
Além da ficção esotérica, há muito místico na vida real que busca esse SABER de forma bem diferente, seja no Budismo, seja no Hinduísmo, seja nas outras centenas de filosofias pelo mundo afora. Os indianos imóveis de pernas cruzadas e olhos fechados estão em busca dessa sabedoria, que não está escrita em nenhum lugar. É uma informação que existe lá, em meio das Galáxias mais distantes, e que só podem ser atingidas através daquilo que se chama “meditação transcendental”.

No livro O símbolo perdido, de Dan Brown, Mal’akh (o jovem mau da história) faz de tudo para encontrar a palavra perdida, ou, o grande saber que a Maçonaria daria para os maçons que chegam ao grau 33. Quem não é esotérico, vai entender que Mal’akh procura por uma folha escrita, ou, uma impressão esculpida em alguma pedra, um pergaminho, ou uma parede rabiscada, ou algo similar. Até os personagens centrais (numa luta brilhante contra o vilão) tentam desesperadamente desvendar as pistas atrás desse VERBO, que deve estar escrito em algum lugar, pois disso depende salvar a vida de um refém. Isso faz desse livro algo fascinante de se ler. Dois heróis e um vilão em busca frenética por uma mensagem perdida.

Existem outras histórias de ficção, de outros autores, nas quais aparecem aventuras similares, como a busca do GRAAL, ou da Arca Perdida, e para quem gosta de Lara Crof, a procura da caixa de pandora. Mas, esse conhecimento, ou COISA perdida, é algo que foi deixado para nós por algum ancestral esotérico? E ele não é deste mundo? Não é deste planeta? E ele é matéria? Pedra? Pergaminho?

Além da ficção esotérica, há muito místico na vida real que busca esse SABER de forma bem diferente, seja no Budismo, seja no Hinduísmo, seja nas outras centenas de filosofias pelo mundo afora. Os indianos imóveis de pernas cruzadas e olhos fechados estão em busca dessa sabedoria, que não está escrita em nenhum lugar. É uma informação que existe lá, em meio das Galáxias mais distantes, e que só podem ser atingidas através daquilo que se chama “meditação transcendental”. Gautama foi um iluminado, pois Buda significa isso “o iluminado”. E toda a filosofia de Gautama ele recebeu-a de lá, da escuridão universal. Das estrelas mais distantes e de outros mundos. Mensagens de muito além, enviadas por algum ET que conseguiu conectá-lo numa linha telepática.

Jesus de Nazaré foi iluminado no deserto, conforme a Bíblia, e Pedro e os discípulos o foram depois da morte de Jesus, através de um raio de luz que eles chamaram de Espírito Santo. Temos também os iluminados Maomé, Khrisna, Gandhi, Abraão, Moises, Zaratustra, e ousaria incluir Confúcio, Lão Tsé, Platão e Leonardo da Vinci.

Mas, ser um “iluminado” não é para qualquer um.

Há maçons que morreram de velhos, subiram todos os degraus que a Maçonaria lhes colocou no caminho e jamais alcançaram esse DOM! Igualmente rosa-cruzes, budistas, hinduístas etc. Eu diria que 80% dessa fatia do esoterismo nunca atinge a iluminação.

Além disso, o conhecimento que se recebe é tão forte, poderoso, profundo, que uma vida é pouco para contar TUDO à humanidade, e também tem os que morrem e não conseguem contar nada. Jesus foi um desses desafortunados. Gautama morreu velho depois de um falatório que durou sua vida toda. Jesus só articulou alguns sermões, curou uma dúzia de doentes, não escreveu nada de nada e foi crucificado. Nossa! Foi muito azar! E aos discípulos? Nero os matou a todos. O apóstolo João foi o único que morreu velho numa prisão e escreveu de punho e letra “o Apocalipse”.

Cada iluminado deste planeta enfrenta um caminho muito árduo! Exemplo: se um iluminado for médico, ele inventará logo uma vacina, fará curas, cirurgias de ponta, vai dar palestras, e a medicina vai dar um salto gigantesco graças a esse conhecimento superior, que ele recebeu do alto. Mas, e se o homem não for médico? Quem é que vai dar ouvido a uma pessoa que sabe como curar o câncer, mas não é médico? Vai ser chamado de CHARLATÃO! Pode até ser preso se fizer curas por conta própria.

HEH! Ser iluminado aqui na Terra não é uma bênção, não. É uma droga! Nostradamus que o diga! O homem escreveu profecias para que nós, homens do século XX e XXI EVITÁSSEMOS as guerras! Até nos deixou os nomes dos criminosos e as falcatruas que eles iam fazer, mas, quem é que acreditou em Nostradamus? Quem? Nostradamus nos alertou sobre Hitler, sobre os massacres, e Hitler fez tudo, pois todas as tentativas de matá-lo foram em vão. Poderíamos tê-lo matado quando foi preso pela primeira vez. Olha quantas vidas teríamos poupado! Estava tudo escrito por Nostradamus, mas ninguém o levou a sério!

E João, que escreveu o Apocalipse? Ele nos alertou que “falsos profetas” invadiriam a terra neste início de milênio. Adiantou alguma coisa esse aviso? Na televisão aparecem homens que fazem CURAS, crianças que falam sermões e provocam lágrimas arrebatadoras na multidão. E as quantidades de seitas pentecostais são tantas que nem dá para contar, pois todos os dias nascem mais UMA!

A iluminação que anseiam os místicos é algo que UM, em cada um milhão vai receber, pois o beato necessitaria ter uma cabeça grande para ser escolhido. Além do que, não é necessário ser religioso para receber a iluminação. Muitos gênios da ciência, totalmente ateus, recebem mensagens do além. Cineastas principalmente. Esses seres de outros mundos da saga “Guerra nas estrelas” devem existir em algum lugar. Pois para receber informações estelares basta ter uma profunda riqueza interior, ser altruísta, e possuir um QI altíssimo! Não basta ter inteligência NORMAL.

“O iluminado” tem que possuir uma massa cinzenta poderosa, para que o conhecimento encontre lugar para se instalar. Espaço para ficar lá. Além do mais, o cérebro vai ter que analisar tudo que está recebendo, e se não está entendendo nada de nada, ele vai ter que estudar, ler, pesquisar, juntar uma coisa com a outra, fazer experiências para ver se dá certo, tentar de novo em frente ao fracasso, e jamais desistir.

Alguém falou que um gênio necessita pelo menos 10 anos de pesquisa para obter um resultado notório. Acredito que seja o mínimo. Darwin demorou uma vida toda. Nostradamus também, Karl Max, Lão Tsé, e tantos outros. E a lista de “iluminados contemporâneos” é desconhecida, pois nas escolas de esoterismo está todo mundo tentando chegar lá, na ILUMINÇÃO!

Notas finais
“O iluminado” tem que possuir uma massa cinzenta poderosa, para que o conhecimento encontre lugar para se instalar. Espaço para ficar lá. Além do mais, o cérebro vai ter que analisar tudo que está recebendo, e se não está entendendo nada de nada, ele vai ter que estudar, ler, pesquisar, juntar uma coisa com a outra, fazer experiências para ver se dá certo, tentar de novo em frente ao fracasso, e jamais desistir.