Ponto De Paz.
4 Voadoras em Hogsmead, ou quase isso.
Notas iniciais
QUERIA QUE VOCES COMENTASSEM, CHEGA DE LEITORES FANTASMINHAS HAHAHAHAHAH AMO VOCES S2 E OBG A TODOS QUE ESTÃO ACOMPANHANDO! ♥ E NÃO SE ESQUEÇAM DE ME SEGUIR NO TWITTER: @LAA_SMILE
BEEEEEEEIJUUUUUX ;P
- Vê se eu não estou esquecendo de nada, Mari – Rose disse. – Feijões de todos os sabores, balas que pintam a língua, pirulitos de abóbora, bolinhos de neve açucarada, barras de chocolate sabor tutti frutti.
What? Chocolate com sabor de tutti frutti?
- Sim, Rose, você já tem tudinho anotado. AGORA VAMOS – falei empurrando-a para fora do quarto já que estávamos atrasadas. Como sempre.
Rose é tipo uma maníaca por doces. Se ela ficar dois dias sem ingerir nada com alto teor de glicose ela começa a ficar depressiva e numa tpm precipitada.
- Ah, Marina! – ela parou no meio do caminho inconformada. – Esquecemos de anotar os marshmallows.
- Você anota no meio do caminho – falei parecendo uma velha. – Mas tem que ser marshmallows de kiwii.
- Kiwii? Existe?
- Na Dedosdemel tudo existe.
Nós então fomos para Hogsmead, eu fui junto com a Karen e Rose para a Dedosdemel primeiramente, já que era nossa loja favorita em toda a história da humanidade. Eu falei que Rose era viciada em doces, mas não posso esquecer que eu também comia a maioria de seus doces.
- Ah, e os bombons trufados! – exclamou Karen enquanto nós entrávamos correndo na Dedosdemel.
Okay, nós três somos viciadas em doces.
- E três maçãs do amor caramelizadas e crocantes – eu falei seguindo-as.
Nós então compramos tudo que devíamos e dividimos a conta em três partes. Eu tive que pagar 30 galeões já que também comprei balinhas de mel com iogurte. Sim, isso existe!
Nós saímos felizes da DedosdeMel e fomos para o Três Vassouras beber cerveja amanteigada com Alvo que não tem paciência para ficar na Dedosdemel com a gente.
- Ah, não, Mari – Rose falou ao se aproximar de Alvo. – Ainda estou brava com ele.
- A BRAVURA VAI ACABAR RAPIDINHO PORQUE A SENHORITA VAI ASSENTAR TUA BUNDA NA CADEIRA E FICAR QUIETINHA COMIGO TOMANDO CERVEJA AMANTEIGADA. – Sou meiga.
Ela nem pestanejou em sair de lá depois da linda ameaça que eu fiz.
Marina adorável como sempre.
Sentamos a mesa pedimos as cervejas.
- Seguinte, quero que vocês façam as pazes – falei.
Alvo e Rose arregalaram os olhos.
- Vocês estão parecendo crianças, podem parar com o ataque de gay.
- Mas o Alvo... – começou Rose.
- Foi culpa da Rose! – exclamou Alvo.
- Duas criancinhas – ironizei -, vocês estão me irritando. Não interessa quem começou!
Karen então começou a ter um incontrolável ataque de riso.
- KAREN, EU TO DANDO BRONCA NESSES DOIS E VOCÊ RI ACABANDO COM TODA A BRAVURA. SAI DAQUI, SUA BOLOTA.
Isso só serviu para Rose e Alvo caírem na gargalhada e esquecerem que estavam bravos um com outro. Pera, é impressão minha ou Richard também está rindo disso na mesa ao lado?
- Até você rindo de mim, Richard? – perguntei me aproximando dele.
- Você e a sua amiga... – disse sem fôlego. – São hilárias!
Dei uma risadinha sem graça.
ESPERA...
Eu ia acompanhar Richard até Hogsmead.
Puts, esqueci completamente desse detalhe! Dorgas.
- Ér, Mari, quer dar uma volta?
ELE ME CHAMOU DE MARI!
- Claro – respondi.
Dei um “tchau” para Karen, Rose e Alvo e sai sem tomar o restinho da minha cerveja amanteigada. Mas foi por uma boa causa, afinal de contas.
- Então, Mari, o que você mais gosta de fazer? – perguntou enquanto caminhávamos para a paisagem da casa dos gritos.
- Eu gosto de irritar o James – respondi por impulso. – E também gosto de ficar batendo nele e essas coisas. Meu passatempo predileto.
Ele riu.
- James? Por que ele?
- Ele é meio que um irmão que eu nunca tive, sabe? Nós nos damos tão bem!
- Legal uma amizade assim – falou sorrindo. — Mas nenhuma amiga minha me trata desse jeito que você trata James e vice versa.
- Não? Aquela loira da Corvinal que sempre te acompanha vive rindo com você de um lado para o outro... – alfinetei.
- Ah... A Carol é legal, mas não passamos de risos. Não temos essa intimidade que vocês dois tem.
Intimidade? Tá legal.
- É que quando você conhece uma pessoa há tanto tempo é normal que sejam tão próximos assim, Richard. E a Carol você não deve conhecer há tanto tempo.
- Vocês se conhecem há quantos anos? – perguntou curioso.
James e eu crescemos juntos praticamente! Harry e Gina conhecem meus pais porque Arthur trabalhava também em um local trouxa e conheceu minha mãe que depois de um tempo acabou por conhecer Gina e viraram best friends forever. Nisso eu tinha uns 5 anos.
- Uns 11 anos, vai fazer 12.
- Caramba!
Nós então chegamos na frente da casa dos gritos, numa cerca coberta de neve. Como de costume, tirei um pouco de neve e sentei na cerca como fazia quando vinha aqui com James. Mesmo assim, Richard conseguia ficar do meu tamanho. Como sou baixinha, caramba!
Richard deu risada.
- Você vem até aqui para sentar na cerca e de costas para o lindo lago congelado?
- Você me traz até aqui para ficar me criticando? – retruquei.
To ficando boa nessa de retrucar.
- Desculpe, Mari. – Ele então sentou ao meu lado na cerca E TAMBÉM DE COSTAS PARA O LAGO. – Estava te observando e seu nariz ficaria bonitinho cheio de neve. Ficaria vermelhinho e arrebitado!
Ele parecia um gay falando no diminutivo, mas não irei comentar.
- Ah, sabia que James também me disse isso uma vez? Mas não com essas palavras, ele disse algo como: você ta parecendo um palhaço, Marina, pele branca como fantasma e nariz vermelho.
Richard riu e passou a mão pelos meus ombros me deixando arrepiada.
- Sério? Já eu acho que se você for uma palhaça, será a mais linda.
Tirou uma mecha de cabelo do meu rosto e beijou meu nariz com toda a fofura presente em um ser.
- E você como mentiroso é ótimo! – respondi rindo envergonhada.
- Mas é verdade, MariMari – falou. – Você é muito encantadora... Menos quando conversa com suas amigas.
Nós rimos.
ARGH, por que ele me faz sentir tão boba?
- Elas são umas vacas, mas as vacas mais lindas e fiéis...
- Você é diferente.
- Eu sei. Eu gosto disso.
- Eu pensei que você seria aquelas que só tem um rostinho bonito, mas não sabem conversar. Me surpreendi.
Sorri amarelo e olhei para seus cabelos loiros desgrenhados, eu me perdia nos olhos verdes dele...
- Você também me surpreendeu ontem.
Ele riu e se aproximou mais de mim, puxando minha cintura e me fazendo colocar uma das mãos em seu ombro para eu não desequilibrar pela nossa proximidade.
- Eu acho que percebi pela sua cara depois. Uma cara de: o que houve aqui?
Richard roçou nossos narizes, fazendo-me arrepiar por inteira.
- Uma cara de idiota, você quis dizer.
Ele aproximou seus lábios do meu o suficiente para na próxima respiração eles se encontrarem.
- Uma idiota que está me fazendo ficar louco.
Então nossos lábios finalmente se encontraram, num beijo calmo e suave, logo se aprofundando. Diferente do de ontem que era urgente.
Quando nos separamos ele me deu um beijo no meu queixo e depois na minha bochecha. Colocou uma mecha dos meus cabelos atrás da orelha e seus lábios logo encostaram naquela região me fazendo ficar arrepiada... mais do que eu já estava, se é que é possível. Era muito bom! Ele então foi descendo e se deparou com meu pescoço, porém ficou lá dando leves mordidas.
ESPERA. Não!
Afastei-me dele.
- Não, Richard – falei tentando ser delicada. – É nosso primeiro encontro.
Ele ficou aturdido, mas logo se recuperou pedindo desculpas.
Até que James chegou junto com a Renata, vadia amiga dele, e o Mason. Arqueou as sobrancelhas para mim.
Oops.
- Oi, Jay – falei indo até ele e puxei Richard comigo. – Oi, Mason.
Eu sou sem educação e não disse oi para a Renata. Vivo perigosamente.
- Marina? – Mason estava confuso. – Desde quando você tem vida amorosa?
- Eu não sou um robô, Mason – respondi rindo. – Este é o Richard, gente.
James não parecia muito feliz. Deu a meia volta e saiu andando e conversando com a Renata, deixando Mason para trás.
- EI, JAMES GAY. NEM PARA ME ESPERAR! – gritou Mason tentando alcança-lo.
Acho que eu teria uma DR de amigos hoje.
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