Notas iniciais
Gente, mil desculpas por não ter respondidos os comentários de vocês, mas essa semana está sendo muito desgastante para mim e olha que ela mal começou. Quase não escrevia hoje, mas eu precisava desanuviar a mente e não podia deixar vocês sem a palavra de hoje. Porque já tô deixando vocês sem respostas nos comentários maravilhosos que vocês deixaram. ♥ Muito obrigada por cada um deles, vocês não sabem o quanto eles me fizeram bem hoje. ♥ Palavra do dia 17: Excruciar = causar ou sentir grande aflição, atormentar (-se), martirizar (-se). Espero que curtam esse capítulo, porque o mérito dele é todo de vocês! ♥

Com um sorriso no rosto Sakura cumprimentava a todos no jardim da família, enquanto suas esmeraldas vasculhavam o local a procura da madrinha que acabara de chegar. Já passava de duas semanas que elas não se viam, a correria das viagens juntamente com os preparativos do casamento de Gaara a deixou impossibilitada de ver Tsunade.

Sakura avistou primeiramente o primo de Karin, Naruto, ele era o encarregado de leva-la. Logo em seguida os olhos da rosada caíram em Tsunade Senju. Foi inevitável a Haruno não relembrar de tudo, o brilho que trazia consigo se tornou opaco. Quando verde e caramelo se encontraram ela tinha certeza que a mulher sabia o que se passava em sua mente.

— Quantas vezes tenho que te pedir para parar de se excruciar, Sakura? – ela ouviu o questionamento da madrinha antes mesmo de se aproximar.

— Desculpe, madrinha!

— Tsunade está bem, Sakura. Não precisa se preocupar. – Naruto sentenciou.

— Eu sei, Naruto! E te agradeço muito por tudo. – Sakura o respondeu em meio a um abraço apertado.

— Se sabe então por que fica com essa cara? – Tsunade ralhou. – Ande, Sakura! Empurre essa cadeira logo, pois quero ver meu ruivinho predileto antes dele se amarrar.

— Só a senhora, madrinha!

Notas finais
Sobre as teorias nos comentários do capítulo passado: vocês estão todos certos! Tudo está interligado! ♥ Vejo vocês na próxima palavra! ♥