Policial Sujo
2 Teacup Posioner
Notas iniciais

"Neste momento eu estou sendo levado contra a minha vontade para a Central de polícia britânica. Para ser preso? Não dessa vez, e sim porque agora eu trabalho aqui. Quer dizer, eu sou feito de escravo, porque não tem salário e̶m̶b̶o̶r̶a̶ ̶o̶ ̶L̶u̶f̶f̶y̶ ̶m̶e̶ ̶p̶a̶g̶u̶e̶ ̶c̶o̶m̶ ̶s̶e̶x̶o̶. O que importa é que enquanto o Luffy dirige eu posso ficar aqui escrevendo.
Nota: Lembrar de ligar pro Penguin e conseguir escapar da polícia pra ir me encontrar com ele e pegar meu dinheiro. Cem mil, pra ser mais preciso.
Aliás, o que o idiota do Kid deve estar fazendo sem mim na prisão? Quer dizer, esse é o meu terceiro dia de "liberdade" e ele não consegue ficar mais de dois dias sem mim..."
– O que você tá fazendo?
– Escrevendo, por quê?
– Você gosta muito desses blocos de notas, né? Foi por causa de um que você foi preso.
– Ah, eu tenho mania de escrever desde que eu era criança, mas eu vou parar.
Depois de ter sido obrigado a servir como informante de policia, Law agora estava sendo levado pela primeira vez até a Scotland Yard, local onde diversos policiais se reuniam para trabalhar. Enquanto Luffy dirigia os dois foram conversando normalmente.
– Torao, tenta se comportar, tá? Eu não quero que você arrume confusão logo no primeiro dia.
– Vou tentar. Aliás, posso te fazer uma pergunta, Luffy?
– Eu não vou dormir com você.
– Não é isso. Você conhece um cara chamado Diez Drake? Ele é policial também.
– Claro que sim, ele é meu chefe. Por quê?
– Quê? Sério?
– Você conhece ele?
– M-Mais ou menos... então isso significa que ele vai estar lá na Central?
– Não, na verdade ele não é exatamente o meu chefe. Ele era responsável por administrar a divisão onde eu trabalho, mas há dois anos atrás ele se afastou e se demitiu.
– Que bom. Ele não vai aparecer lá de surpresa, né?
– Acho que não, ele nunca mais apareceu por lá. Mesmo assim ele é tido como um dos melhores policiais que a Yard já teve. Ele só se afastou quando a esposa e a filha morreram em um caso não–concluído.
– Ótimo, melhor pra mim.
– Aliás, por que todas essas perguntas sobre o Drake, Torao?
– A esposa dele era minha cliente na clínica, eu só não queria me encontrar com ele de novo, só isso.
– Você teve alguma coisa a ver com a morte dela?
– Nop.
(...)
Depois de conversarem por mais tempo, ambos finalmente chegaram na Central. Lá era um escritório bem grande com vários setores e pessoas circulando aos montes, o que fez Law já não gostar muito do ambiente, por ser movimentado demais em sua concepção.
Mesmo assim, ele ignorou isso para fazer o que Luffy mandara e foi levado até uma pequena sala no segundo andar, onde na porta estava escrito "Sala de Reuniões" e era lá onde eles discutiam o caso que receberiam. Lá dentro estavam Roronoa Zoro e Nami os aguardando.
– Trafalgar Law, como se sente voltando à polícia? – Indaga Zoro, sentado numa cadeira qualquer com as pernas em cima da mesa, descontraído.
– Péssimo, obrigado.
– Você tá exagerando, não é tão ruim. – Prossegue Nami. – Tenho certeza que aqui é muito melhor do que a prisão.
– É melhor, só que eu nunca pensei que estaria fazendo parte da polícia. Bom, que seja.
Zoro levantou-se para explicar-lhes o próximo caso. Na parede, havia uma grande tela de computador onde eles colocavam fotos e vídeos dos suspeitos, junto com o resumo de cada caso. Depois da explicação, eles decidiam quem ficaria responsável pela investigação.
– Joseph Miller. Suspeito por envenenamento, incluindo membros de sua família. Atualmente ele trabalha em um laboratório e...
– Ah, eu conheço ele.
– … e foi denunciado por um de seus empregados anonimamente, além de ter sido jogado num hospital para jovens mentalmente instáveis aos quinze anos.
– Você disse que conhece ele, Torao? – Pergunta Luffy.
– Conheço, é com ele que eu pego as drogas que eu usava fora do hospital. As que eu usava em você lá no meu porão eu também pegava com ele, Luffy.
– Então já sabemos que ele é culpado. – Afirma Nami. – Isso facilita nosso trabalho.
– Ei, ei, não é só porque eu conheço ele que automaticamente ele vai ser culpado. Além disso o laboratório dele é praticamente da família, eu sou cliente desde que eu me mudei pra essa cidade. Se vocês puderem não prendê-lo seria melhor pra mim, inclusive.
– Claro que isso não vai acontecer! – Exclama Luffy. – Se ele for culpado e você tentar protegê-lo, você vai preso junto com ele.
– Eu não vou protegê-lo, eu não ligo se ele for preso. Só vou precisar ter o trabalho de achar outro laboratório.
– E ele confia em você ou você conhece algum jeito de falar com ele?
– Não acho que ele confie em mim, mas eu sei de um ótimo jeito de arrancar informações dele. E se for pra te deixar feliz, Luffy, eu faço isso por você.
– E o que você pretende fazer?
– Convidá-lo pra um jogo.
Depois de ficarem discutindo mais sobre o caso e fazerem outras coisas, o tempo foi passando e logo deu-se a hora do almoço. Com isso, Luffy combinou de encontrar com Law em sua casa para fazê-lo seu cozinheiro particular e, é claro, ele aceitou.
Contudo, um pouco antes de ir para casa de Luffy, Law deu uma passada em seu hotel para pegar a parte do dinheiro que estava com Penguin, encontrando-se com ele lá.
– Yo, Law-nii!
Assim que Trafalgar chegou em seu apartamento o ruivo já estava lá, e além dele, Robin também estava. Ambos se encontravam no sofá, bebendo um vinho enquanto assistiam televisão e a morena sorriu ao vê-lo, sendo irônica.
– Olá Trafalgar, quanto tempo.
– O que essa mulher louca tá fazendo na minha casa? Por sua culpa eu quase fui preso logo no meu primeiro dia fora da prisão! – Ele se aproxima dos dois, desligando a televisão e ficando de frente para a mulher.
– Você precisa relaxar mais. Quer tomar um vinho conosco?
– Ah sim, falando nisso, quando eu dei permissão pra vocês ficarem tão relaxados na minha casa?
– Calma, Law-nii, a gente não fez nada demais. A Robin só queria saber se você estava bem e eu vim te dar o seu dinheiro. – Penguin entrega os $100,000 em uma maleta para o outro, que pega o dinheiro e aperta a mão dele, dando um leve sorriso.
– Pelo menos você é um pouco de confiança. Eu vou usar esse dinheiro pra comprar um cofre melhor depois.
– Você vai ver que eu sou de confiança com o tempo. Deixando esse assunto de lado, você quer vir almoçar com a gente? Nós já estamos de saída.
– Não valeu, eu vou almoçar com o Luffy. – Depois de dizer, Law percebe que Robin deu um riso abafado por suas mãos, como se estivesse pensando em algo, mas ele resolveu ignorar a atitude. – Aliás, tem uma coisa que eu quero te pedir.
– E o que seria?
– Eu vou precisar prender o dono do laboratório que eu costumo usar, e eu tenho quase certeza que ele tem um fornecedor ligado ao submundo porque a maioria das substâncias que ele usa são ilegais e difíceis de achar.
– E você quer que eu te dê o nome desse fornecedor pra você conseguir as drogas mesmo depois dele ser preso?
– Isso. Seria um problema pra mim perder o melhor laboratório da Inglaterra, o nome dele é Joseph Miller.
– Eu vou ver o que posso fazer, mas essa gente do submundo é difícil de rastrear.
– Tá bom, agora você. – Law olha em direção a Robin com raiva. – Me dá a droga de ontem.
– Ah, você quer ela de volta? Eu achei que era um presente.
– Claro que não, é muito perigoso aquilo ficar com uma louca que nem você.
– Não se preocupe com isso, eu sou muito cuidadosa. Além disso ela não está comigo agora.
– Como eu posso ter certeza disso? – Robin levanta e se aproxima do outro, aproximando-se dele e pondo suas mãos em seus ombros.
– Eu posso fazer você acreditar...
– Eu acredito, não me toca. – Law tira as mãos da morena de perto dele e se afasta. – Eu não sei qual é a sua, mas eu já não gostei. E não chega perto de mim.
– Haha, eu só estava brincando, não se preocupe. Vamos embora, Penguin.
– Tá bom. Bye, bye, Law-nii!
– Tchau... gente estranha...
Assim que ambos saíram do apartamento onde Law vivia, ele guardou o dinheiro em um cofre temporário enquanto não comprava um novo. Logo depois, ele fora se encontrar com Luffy em sua casa.
Chegando no apartamento dele, Law notou que Luffy ainda não havia chegado e aproveitou para trancar Peter em algum cômodo da casa, já que os dois não se davam bem e o cachorro vivia latindo para ele.
(…)
– Torao, foi mal pela demora, eu acabei ficando ocupado com algumas coisas.
– Tudo bem, eu acabei de fazer o seu almoço.
Depois que Luffy chegou em casa, a primeira coisa que ele fez foi se encontrar com Trafalgar em sua cozinha, mas assim que o viu, não resistiu em como o outro estava vestido e começou a rir. Law estava só de cueca e com um avental branco escrito "Kiss the Cook" enquanto terminava os preparativos do almoço.
– Haha, que roupa é essa?
– Eu disse que iria comprar um avental. Não gostou? – Ele deixou a comida na mesa e se aproximou de Luffy, segurando sua cintura e retribuindo o sorriso do outro.
– Não é isso, eu só achei engraçado. Você escolheu esse propositalmente?
– Talvez... o vendedor disse que dá azar não obedecer às palavras escritas no avental. – Law se aproxima e dá um beijo no garoto e é correspondido, até Luffy se afastar e mudar de assunto.
– Para com isso, a comida vai esfriar...
– Então eu vou ter você como sobremesa.
– Que seja... – Ambos sentam-se à mesa e começam a aproveitar o almoço. – Mas me fala, como você vai fazer com o Miller? Tem certeza que não quer ajuda?
– Eu conheço ele há anos, pode deixar que eu me viro. E como eu disse, vou convidá-lo pra um jogo.
– Que jogo? Poker?
– Um jogo aí que eu aprendi na prisão.
– Na prisão?! Então é um jogo ilegal, eu já mandei você parar de fazer essas coisas contra lei!
– Calma, calma, não é ilegal. Só é perigoso e poucas pessoas sobrevivem na última rodada, por isso só jogamos na prisão.
– PIOR AINDA! Você é suicida agora? E eu também não quero que você mate o cara, qual é a desse jogo afinal?
– Ele gosta de envenenar as pessoas e eu gosto de drogá-las. É basicamente isso que o jogo consiste, ganha quem não vomitar ou desmaiar. E relaxa, nem eu nem ele vamos morrer por uma besteira dessas.
– Você é doente, isso sim, quem é que brinca de veneno?
– Deixa isso pra lá. – Depois de terminarem a refeição Law levanta-se e vai em direção a Luffy, que também se levanta, e o empurra até a parede mais próxima, colocando seus braços entre o rosto do outro e um joelho entre suas pernas. – Agora tá na hora da minha sobremesa.
– Torao... – Law sente que o corpo de Luffy começa a ficar mais quente com a aproximação repentina e dá-lhe um beijo que logo é correspondido com o garoto apoiando-se em suas costas, até empurrá-lo para se afastar. – Onde você pois o meu cachorro?
– No quarto, quer ir lá buscá-lo? – Fala, dando beijos no pescoço do outro, sem se importar de ter sido empurrado há pouco.
Trafalgar P.O.V
– Para... eu sei que ele não está lá e eu não vou ficar fazendo isso com você o tempo todo, Torao.
– E eu só vou falar onde o poodle tá depois que você ficar comigo, Luffy.
– Mesmo se eu quisesse não dá, o horário de almoço tá quase acabando...
– Então vamos ser rápidos.
Virei ele de costas, fazendo força com meu corpo para que ele não conseguisse escapar, o que deu certo. Suas mãos se apoiaram na parede e ele dizia com uma voz abafada para eu parar, mas eu sabia muito bem que ele só não queria admitir que quer fazer isso comigo, então continuei.
Fui mordendo sua orelha, desviando meus lábios até sua nuca e minhas mãos percorreram seu corpo, despindo por completo suas roupas. Assim que eu consegui desabotoar por completo a camisa que ele usara, percebi que seus mamilos já se encontravam bem duros e ele soltou um gemido assim que eu os toquei.
– Aahnn.. Isso não é justo...
– Ainda se sente mal por gostar de mim, Luffy?
Ele concedeu com a cabeça e eu confesso que acho engraçado ele tentar fingir que não me ama, mas continuei mesmo assim. Tirei o cinto de sua calça, abrindo o zíper e dando beijos em seu pescoço. Seu corpo ficou arrepiado na mesma hora e seu rosto estava quente e vermelho.
Retirei sua calça junto com a cueca e levei dois dedos até minha boca, lubrificando com a saliva antes de botá-los dentro dele. Assim que o fez, seu corpo se contorceu e suas pernas abriram automaticamente, me dando mais passagem.
– Aaahnn..! Torao...
– Luffy... eu vou entrar...
Tirei os dedos e abri meu zíper, tirando meu membro enrijecido da minha calça e me preparando para entrar. Afastei um pouco mais suas pernas e pressionei minha ereção em sua entrada, até conseguir estar totalmente dentro dele e ouvir seus gritos.
– AAAhh.. Isso dói...
– Ah, é? Quer que eu pare?
– N-Não...
– Sabia que você iria dizer isso, meu masoquista.
Comecei os movimentos de estocada e, no começo fui devagar, mas não demorou muito para prosseguir com os movimentos mais fortes e rápidos que o faziam gemer mais alto e era perceptível que ele gostava, vendo o quão duro Luffy já se encontrava.
– T-Torao..! A-Ahhn...!!
– Luffy...!
Junto com as estocadas comecei a masturbá-lo também e abaixei um pouco meu rosto, ficando na altura de seus ouvidos para ouvir seus gemidos mais de perto e, consecutivamente, fazê-lo ficar ainda mais arrepiado com os meus.
Cada vez mais os movimentos de vai-e-vem iam ganhando forças e seus gemidos eram tão altos que dava para ouvir até do outro lado do país. Senti que ele estava prestes a gozar em minhas mãos e, assim que ele o fez, eu fui dentro dele.
Trafalgar P.O.V off
(…)
Depois de ficar com Luffy e antes de retornar para Central, Law foi até o laboratório onde era associado encontrar-se com o suspeito por envenenamento. Era um laboratório bem grande e também o único na Inglaterra que possuía certos materiais à pronta-entrega.
Joseph Miller é um homem de estatura mediana, pele clara com olhos e cabelos negros. Seu aspecto é de uma pessoa extremamente séria e reservada, típico de pessoas que tem muito a esconder e nenhuma paciência para demonstrar.
– Yo! – Exclama Law, adentrando o laboratório e indo até a bancada onde Joseph se encontrava, apoiando os cotovelos na mesa.
– Law, você voltou rápido. – Disse, sem nenhuma empatia ou sorriso, apenas uma expressão séria e impaciente. – O que queres desta vez?
– Os meus bebês de sempre. GHB e Ketamina.
– Mal saiu da prisão e já vai fazer merda de novo... – Ele vai até os fundos do laboratório e pega os dois frascos contendo as substâncias desejadas.
– Desde quando a minha vida pessoal te interessa, Joseph?
– Não me interessa, desde que você me pague. – Após pegar as substâncias, ele entrega a Law. – Você ainda é o meu melhor cliente, então pouco me importa o que você faça.
– Que cruel, então eu só sirvo pra encher os seus bolsos?
– Bem vindo ao capitalismo. Vai querer mais alguma coisa, Law?
– Sim, quero. Você. – Law diz da forma mais descontraída possível, porém tudo que recebe em troca é um olhar ameaçador e frio.
– Perdão, não estou a venda.
– Não é do jeito que você está pensando, Joseph. Eu quero jogar um jogo com você.
– Jogo?
– É, você sabe. Depois que eu fui preso tiraram todo o meu dinheiro, então eu quero apostar. Se eu ganhar, eu quero desconto de 50% de tudo daqui durante um ano.
– Ow, ow, calma lá. Que tipo de jogo estamos falando? Poker?
– Drug Roulette. Conhece? Eu aprendi sobre ele nesses dois anos.
– Ah sim, eu conheci quando fui jogado na reabilitação contra minha vontade. É um jogo bem interessante, perde quem morrer primeiro, que nem uma roleta russa.
– Então você aceita?
– Guri, você precisa de mais cem anos se quiser me ganhar nisso, eu sou muito mais forte que você.
– Ótimo, então será na sua casa porque eu moro em um hotel. Te vejo à noite?
– Calma, calma. Você quer desconto? Tudo bem, quando eu ganhar você vai precisar pagar 50% mais caro. E sim, pode ser hoje à noite.
– Então te vejo lá.
– Beleza, eu vou ficar rico.
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