Policial Sujo

44 O Sádico Mundo de Jack


Notas iniciais
Feliz aniversário de UM ANO de Médico Sujo! o/

Por que não definir este momento como um misto de desespero e ódio? Law, que já estava mais do que acostumado a sofrer, agora precisava pagar o preço por ter salvo seu amado garoto das garras de Doflamingo. Olhava para aquele lugar e uma aflição subia sua espinha de modo gélido.

Contextualizando, diversas pessoas agora estavam no calabouço do submundo. O próprio Law, Monet, que cuidava do local e estava com Luffy, Drake e até mesmo Penguin que fora retirado de sua cela para se juntar ao garoto do chapéu de palha. Uma verdadeira câmara de tortura se encontrava ali.

Correntes presas às paredes, uma roda de tortura e um aparelho onde todos os membros superiores e inferiores da vítima eram puxados de uma vez eram alguns dos objetos de tortura que ali haviam. Law estava com medo do que aconteceria ao seu garoto, e Penguin, com o que aconteceria consigo mesmo.

— E então, como será que o Joker deve gostar de brincar primeiro? – Monet perguntou com um sorriso malicioso e sádico.

— Como se eu fosse deixar algum de vocês usar esses negócios contra o Luffy! – Law exclama com raiva. – Você e o Doflamingo não vão fazer nada!

— Perdão, mas as suas ordens não são nada comparadas às do Joker, ufufufu.

— E-Ei, Law-nii, não se esquece de mim! – Penguin diz amedrontado. – Vo-Você também não vai deixar ninguém fazer nada comigo, né?

— Larga o Luffy, Monet! – Exclama, ignorando completamente o amigo.

— Não.

— Ei, você. – Law vira-se com uma face séria até Drake. – Faz ela largar o Luffy.

— Como você quer que eu faça isso?

— Sei lá, da um jeito!

— Ei, Monet. – O ruivo a chama.

— Sim?

— Eu já ouvi o Joker dizer que gosta bastante de chicotear as pessoas presas na parede.

— Hã? Ei! – Law reclama.

— Oh, bom saber, ufufufu. – Mas a de cabelos verdes apenas ri e obedece à sugestão do outro.

— E-Ei, me solta! O que você tá fazendo?!

Luffy gritava enquanto era bruscamente preso à parede por meio das algemas que estavam grudadas nela. O garoto ficou estendido, longe do chão, amarrado e esticado pelos braços sem conseguir se mexer para fugir dali. Seu ex-namorado fica desesperado.

— LUFFY! – E logo grita, indo correndo na direção da parede para soltá-lo.

— Opa, opa. – Porém, Drake segura os braços do moreno pelas costas e o mobiliza, impedindo-o de continuar. – Não interrompa o show antes dele acontecer.

— Hã? Me larga! – Law grita tentando se soltar, mas sem sucesso, visto que o ruivo praticamente o abraçava por trás. Segurava seu peito e seus braços, não o deixando se movimentar livremente.

— M-Me tira daqui! – Luffy gritava estando preso na parede com os braços abertos e devidamente algemados.

— Me solta, seu imundo! – Trafalgar continuava, com medo do que fariam com Luffy.

— Para com isso, por que você não tenta aproveitar? – Drake pergunta de um modo calmo e sádico, passeando com uma de suas mãos pelo peito de Law até chegar ao seu queixo, obrigando-o a virar-se para Luffy. – Não tem nada mais delicioso que ouvir a pessoa que você ama agonizar de dor. – Diz, próximo aos ouvidos dele, praticamente sussurrando só para irritá-lo ainda mais.

— P-Para com isso! – Gritava, desviando seu olhar para não ver Luffy amedrontado. – Seu, seu nojento!

— Bem, e o que fazemos com você? – Monet perguntou para Penguin. – O Joker nunca gostou muito de você, ufufufu.

— Q-Que mentira, ele me ama! I-Inclusive acho que você não deveria fazer nada comigo p-porque ele me ama muito.

— O que você acha que devamos fazer com ele, Jack? – Ela torna a questionar com a mesma malícia e sadismo para Drake.

— Eu não sei… – Que apenas dizia, baixo, próximo aos ouvidos de Law enquanto o abraçava pelo peito e segurava seu queixo. – O que você acha, bebê? Ele é o seu novo amiguinho, acho que você deveria sugerir o que fazer…

— Foda-se o Penguin, só libera o Luffy! – Exclamava com raiva, tentando empurrar o ruivo para poder se libertar de seus braços. – E me solta, que saco!

— L-Law-nii, p-por favor, me ajuda! – Gritava com medo. – L-Lembra de tudo que nós fizemos juntos!

— Ufufufu, eu sempre te achei baixinho demais, acho que eu já sei o que posso fazer.

Monet arrastou Penguin à força até uma espécie de cama de madeira que havia ali, deitando seu corpo e prendendo tanto seus braços quanto suas pernas nas algemas, esticados. Aquela máquina possuía uma roda que girava e ia puxando os membros superiores e inferiores até arrancá-los.

— S-Socorro, me tira daqui! – Gritava já com dores, Monet se preparou para girar a roda de tortura.

— Sai, já mandei você me largar! – E Law fazia o mesmo, tentando se afastar de Drake com todas as suas forças. – Qual é o seu problema?

— Eu não posso te soltar, se eu fizer isso você vai tentar soltar o Luffy.

— Pelo menos me segura de uma maneira menos abusiva, que saco! – Irritou-se, o outro estava com a mão por dentro de seu manto, segurando seu peito despido. – Você tá adorando fazer isso, né?

— Sim, estou.

— Ei, Drake, larga ele! – Luffy se debatia na parede tentando se soltar, com raiva. – E me tira daqui também!

Todos estavam nervosos, exceto o ruivo mais velho e Monet, que estavam adorando a situação, enquanto aguardavam a chegada de Joker para iniciar a cerimônia de tortura nos confins do submundo. Eis que, em passos lentos e com um sorriso malicioso, ele surge.

Fufufu, todos já estão prontos?— Doflamingo disse já preparado, segurando um chicote e o batendo em uma de suas mãos.

— D-Droga. – Law resmunga, já pensando no pior.

— Oh, parece que as coisas vão ficar interessantes aqui.

— Me solta, me tira daqui! – Luffy continuava exclamando.

— Eu não quero morrer, eu não quero morrer, eu não quero morrer… – Penguin repetia para si mesmo. – Pai nosso que estás no céu…

— Ei, Doflamingo! – Law grita pelo seu marido. – Manda esse desgraçado me soltar e deixa o Luffy em paz!

— Fufufu, você parece bem irritado mesmo. – Joker vai em direção ao moreno e fica de frente, o encarando com um sorriso sádico. – O que te faz pensar que eu vou fazer isso?

— Não era você que tinha ciúmes de gente me encostando?

— Esse ciúmes não supre o meu desejo de dar uma lição nesse garotinho que você idolatra tanto. – Doflamingo levanta o queixo de Law usando a ponta do chicote para encará-lo mais de perto e observar sua face de raiva. – Agora não vai reclamar, certo? É você quem gosta de ser tocado aqui.

— Tsc, vai à merda.

— Isso é pra você aprender de vez a abaixar a cabeça pra mim. – Finaliza a frase, batendo do lado direito do rosto do moreno com o cabo do chicote. – Pode fazer o que quiser com ele. – Diz, virando-se para Drake.

— Beleza.

E desse jeito, Trafalgar continuou sendo segurado pelo ruivo que tanto odiava e era obrigado a ficar assistindo seu amigo Penguin e Luffy, o garoto que mais amava, sofrendo terríveis torturas. Tanto Drake como Monet e Doflamingo, entretanto, estavam se divertindo com a situação.

— Você deveria estar feliz. – Drake apoiou seu rosto no ombro de Law e ficou falando na altura de seus ouvidos, com uma mão em seu peito por debaixo das vestes, imobilizando seu braço, e a outra, abraçando sua barriga. – Podia ser você no lugar do Luffy.

— Eu preferia que fosse eu, qualquer coisa é melhor do que ter que ficar perto de você. – Reclama, ainda tentando se soltar, mas sem êxito.

— Só de pensar que eu perdi a oportunidade de te dar chicotadas no passado eu fico triste. – Continuava passeando as mãos pelo torso de Law, sentindo sua pele. – Mas tudo bem, nós fizemos coisas bem interessantes juntos.

— Tsc... repugnante.

— Fufufu, então você é o famoso Luffy. – Doflamingo estava de frente para o garoto preso na parede, admirando seu pequeno corpo e face de ódio com o mesmo olhar e sorriso malicioso que era de seu costume. – Eu ouvi histórias bem interessantes sobre você durante esses anos.

— Cala boca, não quero saber, me tira daqui! – Luffy continuava se debatendo para conseguir soltar-se das algemas que prendiam suas mãos, mas sem sucesso. – Eu não vou deixar você se dar bem depois disso tudo, Mingo!

— Você não percebe? Eu já me dei bem. – Novamente, ele usa o cabo de seu chicote para levantar o queixo de Luffy e o obriga a encará-lo, praticamente tirando sarro de sua situação e sentindo-se superior. – Não há nada que você possa fazer para evitar seu destino nesse momento, garoto.

— Pode fazer o que quiser comigo, eu não vou te deixar sair impune depois de tudo o que você fez com o Torao e por ser líder do submundo!

— Hm... eu posso fazer o que quiser contigo, é? Fufufu, bom saber.

Doflamingo eleva suas mãos até a camisa azul com girassóis estampadas e a abre com força, rasgando os botões e deixando o peito de Luffy despido, o que chamou negativamente a atenção de Law que só pensava no pior e sentia-se inútil por não poder fazer nada.

— LUFFY! – Ele gritou, fazendo impulso para correr, mas não podendo sair do lugar graças ao ruivo que o segurava.

— Opa, tá gritando por quê? – Drake continuava apoiando seu rosto no ombro de Law, mas havia chegado com a mão que segurava em seu peito em um de seus mamilos, apertando-o e o beliscando. – Só vai gastar sua voz à toa.

— Vai à merda, me larga! – Se debatia para sair.

— Ufufufu, e você? – Monet passeava com um dos dedos pelo torso de Penguin, que estava deitado tanto com as mãos quanto com os pés presos à algemas acorrentadas. – Preparado para um pouco de diversão?

— N-Não, senhora.

— Então, vamos começar?

Monet se dirige até a roda que, quando girada, fazia as correntes presas à Penguin diminuírem e seu corpo se esticar forçadamente. A mulher de cabelos verdes, já ansiosa demais para o início das torturas, começa a girá-la devagar.

— AAAAAAAAAAAAH! – E mesmo não sendo muito, os braços e pernas do ruivo começaram a se deslocar, fazendo-o sentir uma dor insuportável.

— Fufufu, então vamos logo com isso! – Ao mesmo tempo, Doflamingo afasta seu braço, pegando impulso com o chicote para finalmente dar o primeiro açoite no peito de Luffy,. – Isso é pra você aprender a não se meter no meu caminho!

— AAAAAAAAARRH! – O garoto logo sente o ataque, ficando com marcas vermelhas violentas.

— LUFFY! – Por impulso, Law faz o mesmo que antes, ao ouvir o grito de seu garoto.

— Eu já não disse que gritar não vai adiantar nada? – Mas Drake continuava a apertar um de seus mamilos, abraçando sua barriga e cintura com a outra mão e falando próximo aos seus ouvidos, praticamente sussurrando para irritá-lo . – Só aproveite o show sem gritar, bebê.

— Argh, cala boca, eu já mandei você me largar!

— AAAAAAAAAAH! – Luffy leva mais uma chicotada, fazendo todo o seu corpo se arrepiar. Seus olhos estavam fechados e um filete de lágrima já saia deles.

— Fufufu, como isso é divertido! – Doflamingo continuava a açoitá-lo, cada vez mais forte.

— Aaaaaaaaai, isso dói! – Ao mesmo tempo, os membros superiores e inferiores de Penguin também eram puxados. – P-P-Para com isso, p-por favor! – E ele só conseguia gritar e tentar se debater.

— Me solta, para com isso, que saco! Arrgh! – Trafalgar continuava a reclamar e gastava todas as suas forças para sair dali, tendo a tortura de ver a pessoa que mais amava sofrer repetidas vezes.

Por que você só não tenta aproveitar, huh? — Drake dava beliscões no mamilo do moreo e começou, enfim, a sussurrar com uma voz provocante em um de seus ouvidos. – Abre os olhos, você vai perceber o quão excitante é ver a pessoa que você ama gritar e agonizar desse jeito.

— C-Cala boca, seu doente, para com isso!

Por que eu pararia? — Eleva seus lábios até a orelha de Law, puxando o lóbulo dela com os dentes e, com uma das mãos, segura mais abaixo de sua cintura. – Você sabe que eu adoro te ver com raivinha desse jeito.

— Fufufu, como isso é divertido! – Doflamingo pega seu chicote e dá mais um golpe contra o peito de Luffy, que já estsva completamente vermelho e com cortes pulsantes. – Isso é pra você aprender a não se meter no meu caminho, pirralho!

— Aaaaaaaaaaah, para com isso! – Luffy gritava de dor e não conseguia ver mais nada à sua frente, por sua visão estar tomada por lágrimas e seus olhos não conseguirem se abrir. – Eu não vou deixar você sair impune dessa, Mingo!

— Ai, aai, aaaai, para!! – Penguin também não estava suportando a dor de ter seus membros deslocados. – P-Para com isso, e-eu não fiz nada!

— Ufufufu, você deveria agradecer, talvez assim você cresça alguns centímetros. – Monet ri, continuando a girar a roda devagar.

Você é tão gostoso... — Começa a dar alguns beijos afiados no pescoço do moreno, próximo aos seus ouvidos. – É incrível como eu senti a sua falta...

— Sai de mim, argh! – Drake estava segurando a cintura de Law por trás, forçando os quadris dele a roçarem em sua calça, na altura de sua cueca. – Eu não quero que você encoste em mim, que coisa!

Não é culpa minha, você sabe que eu não resisto a você.— Agora, leva sua mão que não estava ocupada apertando os mamilos do outro, até um pouco abaixo da barriga, começando a adentrar sua cueca.

— Ei! O que você pensa que tá fazendo? – Trafalgar logo reage, tentando fechar suas pernas e se debater, mas isso só fez com que seus quadris roçassem mais ainda contra o volume do ruivo que continuava a o abraçar por trás. – Tira as mãos de mim!

— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah! – Luffy continuava a gritar de tanta dor que sentia ao ser açoitado, mas conseguiu abrir os olhos levemente e acabou vendo a situação que Law estava passando com Drake, ficando ainda com mais ódio e raiva. – To-Torao...

Olha pro Luffy, o jeito que ele grita não te excita? – Apertava o mamilo de Law com uma mão e acariciava a virilha dele com a outra, por debaixo da cueca. – Ele tá desse jeito por ter sido idiota e ter se apaixonado por alguém como você, e agora vai precisar pagar por ter se metido no caminho do Joker. Você não aprende mesmo a lição, não?

— Cala boca, nojento... – Grunhia de ódio, tentando impedir que as mãos do outro invadissem seu corpo de todas as formas.

— Aaaaaaaaah, p-para! – Penguin gritava, sem mais conseguir se mexer. – E-Eu... não sinto mais os meus braços nem pernas... tá doendo...

Mas é verdade, todas as pessoas que gostaram de você tiveram destinos terríveis. — Drake continuava a morder o pescoço do moreno e a passear com as mãos por seu peito e virilha, sussurrando com uma voz perigosa. – Com o Luffy não iria ser diferente... aceite as consequências, você só serve pra satisfazer os outros.

— Que saco... para de falar esse tipo de coisa!

Mas é a verdade, você sabe disso. — Tira sua mão de dentro da cueca de Law e a coloca entre as pernas dele, por cima das calças, apertando seu volume com força.

— Saai, tira a mão de mim! – O que faz o médico se contorcer ainda mais, tentando sair dali.

— Hiahiahiahia! – Doflamingo ria, pegando impulso com o braço e dando mais chicotadas no garoto, que já se encontrava com inúmeros ferimentos em seu peito, inclusive repletos de sangue escorrendo. – Como isso é divertido! Até que não foi nada mal receber a sua visita, pirralho, fufufu.

— Aaaaaaahh! – Luffy quase não tinha mais voz, somente arranhões graves e queimados por seu corpo. Não aguentava mais, daquele jeito, estava prestes a desmaiar de dor.

— P-Para com isso, sai! – Trafalgar já estava arrepiado e com um enorme ódio correndo por suas correntes sanguíneas. O ruivo apertava tanto seu volume quanto seus mamilos, também dando uma série de beijos e mordidas entorno de seu pescoço e orelha.

Não dá pra parar, você é completamente irresistível... — Para piorar a situação do moreno, Drake havia ficado com o início de uma ereção e seu membro batia na altura dos quadris de Trafalgar, que estava sendo tão abraçado que seus corpos encontravam-se bem juntos.

— Você só pode tá brincando... – Irritou-se ainda mais, tentando desprender seus braços dali a qualquer custo.

Ninguém mandou ser tão gostoso... eu senti sua falta. – Enfim, desabotoa a calça de Law e abre seu zíper, voltando a enfiar a mão por debaixo da cueca do moreno. Ele logo tem uma reação de desconforto, se debatendo mais ainda para sair.

— N-Não, s-sai! Arh...! – Drake havia pego o membro do outro por debaixo da cueca, começando a masturbá-lo enquanto continuava a roçar em seu corpo, morder o lóbulo de sua orelha e beliscar seus mamilos. – Pa-Para...

— Aaaaaaaaaaaaaaah, n-não faz isso, para, me solta! – Penguin gritava. Por pouco, seus ligamentos não se romperam.

— Ufufufu, isso... grita mais alto. – Monet continuava girando a rota e rindo maliciosamente. – Parece que as coisas estão ficando bem interessantes por aqui.

— Fufufufu, parece que você não vai aguentar mais tempo, garoto.

— Aarh... – Luffy estava em estado de exaustão. Haviam diversos cortes profundos em seu peito, a maior parte escorrendo sangue e bem profundos. Lágrimas caiam de seus olhos, que estavam embasados, mas mesmo assim, de onde ele estava, dava para ver Law. – Torao... Mingo... você vai pagar...

— Aaarh... hnm.. – Law tentava fechar sua boca, mas alguns pequenos sons abafados fugiam de seus lábios. As batidas de seu coração estavam aceleradas, tanto pelo ódio da situação, quanto pelo nojo que sentia do ruivo e pelo medo de ver Luffy naquela situação. Seus pelos do corpo também estavam arrepiados graças à tantos estímulos diferente que recebia. – H-Hnm...

Delícia... — Continuava a esfregar seu membro rígido propositalmente em Trafalgar, ainda por cima das vestes, enquanto o masturbava. Dava também mais lambidas entorno de sua orelha, para deixá-lo ainda mais arrepiado, com sucesso.

— Hhnm... aarhn... – Law não tinha nem mais forças para tentar reagir, tudo o que poderia fazer era tentar prender sua voz o máximo que conseguia. Porém, ainda estava de frente para Luffy, o que dificultava as coisas. – Luffy...

— Torao... – O garoto estava ainda preso na parede, semi-inconsciente, observando o que Drake fazia com seu ex-namorado e sem nem ter forças para emitir algum tipo de reação. Ambos se encaravam, exaustos, querendo sair dali o mais rápido possível e acabar com tudo de vez.

— Hãn, você acha que vai ter algum tipo de pausa, garoto? – Doflamingo eleva mais uma vez seu braço para trás, acertando o corpo de Luffy novamente com sua arma. – Não se distraia!

— Aaaaaaaaaaargh!

— Uughn... – Law sentia um aperto em seu coração e engolia seco cada vez que Luffy soltava um grito, porém, Drake aproveitava isso para aumentar a velocidade da masturbação, piorando a situação do moreno.

Você fica mais excitado ainda quando aquele garoto apanha, né? — Dizia para irritá-lo, não parando de beijar sua orelha. – Dá pra perceber...

— Me tira daqui, me solta... por favor... – Penguin era outro que não poderia deixar de soltar lágrimas de seus olhos, visto que seus braços e pernas estavam totalmente esticados e ele não sentia uma parte sequer de seu corpo. – Tá doendo...

— Se eu girar essa roda mais uma vez suas ligações se rompem, ufufufu. – Monet continuava a dizer de modo sádico.

— Toma essa! – Elevou o chicote mais uma vez, dando mais chibatadas em Luffy.

— Aaaaaaaaaaaarh!

— Aahnm... pa.. para...

Por quê? – Continua fazendo as mesmas coisas; Law se encontrava bem arrepiado e até mesmo trêmulo. Drake o masturbava cada vez mais rápido e o obrigava a soltar gemidos abafados, sussurrando em sua orelha. – Até parece que você não gosta disso.

— Não gosto... para...

É? Não parece... — O ruivo também estava excitado, visto que o volume de suas calças, já bem rígido, encostava ainda mais em Law e o acariciava.

— Toma essa! – Doflamingo não cansava-se, estava adorando usar seu chicote contra Luffy que exalava um forte odor de sangue, até mesmo o cuspindo pela boca. – Fufufu, como isso é divertido!

— Aaaaaaaaaaaahh! A-Arh... aahn... – O garoto não aguentava mais, já não sentia seu corpo que estava trêmulo e fraco, coberto por cortes quentes e pulsantes. Sua visão já era completamente falha, sua mente atordoada e ele não encontrava nem mais forças para gritar.

— A-Aahn... hnm...

Desse jeito ele não vai aguentar muito... vocês dois.– O membro de Trafalgar ficava mais rígido e pulsante a todo instante, e mesmo estando odiando a situação, seu corpo recebia os estímulos por vontade própria.

— Para.. aahn... que saco...

Não precisa ficar tímido, garoto... você não vai conseguir segurar por muito tempo.

— Aaah... – Penguin era outro que jã não tinha mais controle de seu corpo, sentia que seus braços e pernas se desprenderiam a qualquer momento.

— Girando, girando, girando... – Monet prosseguia, aumentando os níveis da tortura.

— Aaaaaaaaih!

— Aaahnn..! Ahn... – E Trafalgar cada vez mais não conseguia manter-se calado.

— Toma essa! – Joker começou a dar várias chicotadas sem pausa, fazendo questão de estalar a arma para que o barulho aumentasse.

— Aaah! Aahh.. aahh! Pa-Pa.. aah!

— Lu.. aahn... aaahn!

Gostoso... tesão... — Falava o mais perto possível de seus ouvidos, deixando ainda mais beijos para estarrecer, cada vez mais, com êxito, o moreno, que já estava bem perto de gozar. – Goza pra mim... vai...

— A-Aaahn..! N-Nã, aahn..!

— Aaaaaahhh! – Luffy continuava a gritar, com a boca suja de saliva e sangue. – Aaah...aarh...

— Aaaaaaah! – E Penguin estava há um passo de deslocar seus membros.

Aahn... gostoso...— Começa a imitar alguns gemidos baixos e aumentava os movimentos de masturbação, usando o dedão para tocar sua glande junto. O corpo e as pernas de Law estavam bambos, e sua pressão baixou bastante.

— Isso é pra você aprender a não se meter no meu caminho!

Doflamingo se prepara para, até então, dar o golpe mais forte que conseguia, muito diferente dos outros. Pegou um grande impulso e atingiu Luffy na diagonal, acertando tanto o começo de seu pescoço quanto o término de sua barriga.

— AAAAAAAAAAAAAHHH!

— Aaaaah-ahhn..! Aa... hnm... hnm...

E ao mesmo tempo, Trafalgar acabou não suportando mais. Com tantos estímulos vindo de locais diferentes de uma vez, ele acabou ejaculando nas mãos de Drake que o tocavam, com batidas realmente aceleradas em seu coração e um enorme peso em seu corpo saindo. Estava terrivelmente tonto e não conseguia mais ficar em pé direito.

— Que gracinha. – Drake finalmente solta Law, mas não fez diferença nenhuma pro moreno que não encontrava forças para realizar nenhuma ação e somente refez-se, fechando a calça. O ruivo, também leva a mão com sêmen até sua boca, lambendo seus dedos.

— Aarf... arf... – Luffy, já em estado de exaustão, não conseguia mais reagir a nada.

— Aah... – E Penguin não ia mais conseguir sofrer nenhum tipo de dano sem ter seus braços e pernas rompidos.

— Fufufu, acho que já acabamos aqui. – Doflamingo diz, guardando seu chicote. – Eles não vão mais aguentar por muito tempo.

— Tem razão. – Monet concorda, não só parando de girar a roda, como fazendo-a voltar ao normal.

— Aahhh... – Com isso, Penguin sentiu-se aliviado em ter seus braços e pernas de volta ao lugar habitual, apesar de ainda estarem dormentes e doloridos.

— Você... – Law se vira de frente para o ruivo, com um ódio imenso o corroendo. – Eu te odeio.

— Eu também te amo.

— Prendam os dois de volta no calabouço. – Doflamingo dá a ordem aos seus subordinados.

— Sim, senhor. – E Monet vai até a cama onde Penguin estava deitado, soltando-o das algemas. O ruivo estava completamente atordoado, mas somente foi pêgo no colo pela mulher de cabelos verdes e levado até sua cela.

— Luffy! – Corazón consegue forças para correr até a pessoa que mais amava, que ainda estava preso na parede, quase desacordado.

— Ahn... ahn... To... Torao..?

— Luffy, você tá bem? Consegue me ouvir? Fala comigo, por favor... – Estava em desespero, tentando quebrar as correntes que o prendiam por não ter a chave delas. – Me desculpa por isso, eu prometo que vou te tirar desse inferno!

— Aahn... eu...

— Argh, que saco! – Não conseguia quebrar as algemas e por isso sua raiva estava aumentando. – Eu vou te tirar daí, ok? Confia em mim, isso tudo logo vai ter sido só um pesadelo.

— To.. rao...

— Que droga, essa merda não quebra!

— Fica mais fácil se você usar uma chave. – Drake aparece com as chaves na mão, girando-as, até abrir as algemas de Luffy com facilidade.

— Luffy! – No mesmo instante, Trafalgar pega o garoto em um abraço. Seu peito estava desnudo graças à camisa rasgada e a pele estava cheia de machucados expostos com bastante sangue.

— Ai... ai, ai, ai... – O garoto que sentia bastante dor, acabou desmaiando nos braços de Law depois de dar um último suspiro de exaustão. – Hnm...

— Eu preciso arranjar logo um jeito de te tirar daqui... me desculpa. – O abraça mais forte, o segurando no colo e dando um beijo entre seus cabelos negros.

— Ei. – Doflamingo surge. – Para de ficar chorando aí e joga logo esse garoto de volta na cela.

— Não posso fazer isso! Eu preciso fechar os machucados dele antes que infeccione. – Law fala, com ódio em ter que olhar para o loiro.

— Hã? Eu não quero saber se vai ou não infeccionar, só faça logo o que eu disse.

— Não! Se eu fizer isso o Luffy pode morrer.

— Garoto, você ainda não entendeu? Quanto mais você ficar me contestando, mas a vida desse pirralho vai correr riscos.

— Tsc, eu só quero cuidar dos ferimentos dele, que mal tem nisso?

— Cuidar de um invasor? Que piada, só faça logo o que eu digo antes que as coisas piorem. Eu vou para o meu quarto.

Joker se retira do local, deixando Law com raiva junto com Drake e com o garoto do chapéu de palha no colo.

— Eu não suporto mais ele. – Resmunga.

— Mas a não ser que você tenha um plano pra tirar o Doflamingo do poder é melhor fazer o que ele diz.

— Tsc, eu não tava falando com você! Você é outro que eu também não suporto. – Com isso, Law começa a andar com o garoto até onde ficavam as celas e o ruivo foi atrás.

— Não precisa ficar com raiva, por mim o Luffy não estaria aqui.

— Tá falando sério? Você ficou me tocando na frente dele, seu nojento!

— Tá, foi mal, eu meio que não resisti.

— Eu não quero saber o quão difícil pra você é ficar sem me irritar de algum jeito, só que você conseguiu passar de todos os limites asquerosos! Eu não quero mais olhar pra sua cara.

— Não precisa ficar com raiva de mim, eu não sou a pior pessoa desse castelo.

— Não, você é sim. Se não fosse por você eu nunca nem teria ficado com o Doflamingo e seu eu não tivesse ficado com o Doflamingo, eu não teria matado o Cora-san e nós estaríamos juntos até hoje, então sim, você é a pior pessoa daqui.

— Hm, você ainda sente saudades dele?

— … isso não vem ao caso.

— Tudo bem, eu admito que eu posso ter atrapalhado a sua vida bem mais do que eu gostaria, mas agora você precisa decidir se o seu ódio por mim é maior do que a sua vontade de tirar o Luffy daqui.

— Por que você tá me perguntando isso?

— Porque querendo ou não, nós nois odiamos o Joker e precisamos tirar o garoto daqui.

— Você tá querendo se juntar comigo?

— Não, até porque eu sei que você não iria querer, eu só tô te pedindo pra focar a sua raiva em outras pessoas ao invés de mim.

— Tsc, mas você também não ajuda.

— Eu não vou mais te forçar a nada, ok?

— Eu não acredito em você.

— Então por enquanto pelo menos faz o que eu disser.

— E o que é?

— Me dá o Luffy.

— Hã? Nem pensar!

— Tsc, só deixa eu ficar com ele no colo, eu vou dizer pra Monet que o Doflamingo pediu pra eu levá-lo até o segundo andar. Me encontra lá.

— Pra quê? O que tem lá?

— Você vai ficar fazendo perguntas ou vai fazer logo o que eu mandei?

— Argh, que seja, não pode ser pior do que deixar o Luffy com as feridas abertas na cela.

O ruivo ficou com o garoto desacordado em seu colo e, enquanto Law ia até o segundo andar do castelo, ele foi até o outro lado do calabouço onde Monet havia acabado de prender Penguin, que estava também desacordado e sentindo uma dor insuportável em seus braços e pernas.

— Ei, Monet.

— Sim?

— O Doflamingo não se cansou, ele pediu pra eu levar o Luffy até o quarto dele, beleza?

— Eu não me lembro dele ter me dito isso.

— É, mas ele me disse, então até mais.

Deu às costas para a mulher de cabelos vezes como fazia normalmente, porém, ao chegar nas escadas que levavam ao primeiro andar, Drake apertou o passo e praticamente estava correndo para chegar o mais rápido possível até lá. Monet, por outro lado, resolveu ligar para Joker e confirmar a situação.

Alô, Monet?”

— Só pra confirmar, você pediu pro Jack levar o Luffy daqui?

Huh? Eu não pedi nada a ninguém.”

— Ele acabou de sair daqui com o garoto no colo.

Hã?!”

No momento, imaginando que a mentira não iria durar muito tempo, o ruivo praticamente estava correndo pelo salão do primeiro andar com Luffy em seus braços, evitando o máximo de guardas possível, que somente olhavam para ele com um estranhamento, mas sem nem suspeitar de nada. Eis que, durante o percurso, seu celular toca e ele atende com pressa.

— Alô?

O que deu em você? Você disse pra Monet que ia levar o Luffy pro meu quarto?”

— Aham.

Por quê?”

— Eu menti, eu tô levando o garoto pra um canto aí longe do calabouço e de você.

Hein, como é que é?”

— E se depender de mim você nunca mais vai ver nem o Luffy, nem muito menos o Law, seu pedaço de merda!

Hã? Agora você passou de todos os limites, seu verme inútil! Faça o que eu mando e enfia esse garoto de volta atrás das grades!”

— Vai se foder, eu me recuso a receber qualquer tipo de ordem que venha de você! Você é só um pedaço de bosta que acha que pode mandar em alguém por ter vários subordinados de merda te servindo toda hora, quem não sabe fazer nada de útil não merece portar o título de Joker.

Ei, você acha mesmo que pode falar a merda que quiser e sair impune disso? Eu nunca gostei de você! E deveria ter ouvido todas as pessoas que disseram que você era um traídor desgraçado, mas você vai pagar caro por isso! A partir de hoje, você não é mais Jack e sua sentença é a morte!”

— Como se você tivesse a capacidade de decidir a minha morte, você é tão inútil que eu tenho vergonha de já ter obedecido a alguma ordem sua, seu saco de estrume! Quer tanto assim me ver morto? Então tenta ser melhor que eu, otário.

E assim, o ruivo desliga o celular e apressa o passo, dessa vez subindo as escadas do primeiro andar ainda com Luffy em seu colo. Contudo, antes que pudesse chegar ao segundo, Joker usa o microfone do castelo para deixar uma mensagem de ódio correr por todo o submundo.

EI, ATENÇÃO! Sem tempo pra explicar, parece que tem alguns merdinhas que estão achando que podem falar o que quiserem e se sentirem superior. Isso é uma ordem, encontrem o Jack! Eu quero ele morto!”

— Quê? – Law, que estava apoiado em uma das paredes do primeiro andar, aguardando Drake, não entende nada. – O que tá acontecendo?

— Corre, vem cá! – O ruivo havia chegado ao primeiro andar e a primeira coisa que fez, foi segurar a mão de Law e o arrastar pra um canto.

— E-Ei, m-mas o quê–

Bem próximo dali, em uma das paredes, haviam dois vasos de flores, sendo que um deles era falso. Somente Drake o conhecia, e assim que tirou a flor do vaso, havia um padrão de senhas escondido. Ao deixar a sua, que continha dezoito dígitos distintos, a parede se abriu revelando uma sala secreta.

— Nós vamos ficar seguros aqui por enquanto.

Estavam os três em uma sala com paredes de aço, tão grossas que não dava para ouvir o lado de fora, e sem nenhum tipo de mobília, somente com uma porta no teto e uma escada de ferro apoiada. Drake colocou Luffy no chão e Law não estava entendendo nada.

— Que sala é essa? Por que o Doflamingo quer matar você?

— Eu fui desabafar e acabei xingando ele de algumas coisas.

— Mas como assim? – Enquanto perguntava, Law foi sentar-se ao lado de Luffy e colocou o garoto deitado em seu colo, o abraçando.

— Pra resumir, eu disse que não deixaria ele encostar em você ou no Luffy e essa sala é só mais um cantinho que eu tenho escondido. É o único lugar do submundo que não tem câmeras.

— Mas... por quê? Agora ele vai ficar com raiva de nós dois, isso foi suicídio!

— Porque eu venho montando um plano com o Kaidou por catorze anos pra acabar com o Doflamingo e deixar a Yard tomar conta do submundo, chegou a hora de por ele em prática.

— Você tá do lado da Yard? Eu achei que você só estivesse lá como um espião do submundo.

— Não, é o contrário, eu tô no submundo como um espião da Yard. A única pessoa que eu permito que me dê ordens sempre foi e sempre será o Kaidou, dane-se o Doflamingo.

— Sério?

— Sério. Inclusive... – Drake se ajoelha na frente de Law, que estava sentado, e olha em seus olhos, pegando uma de suas mãos e, em seguida, retirando a aliança que estava em seu dedo anelar. – Você não vai mais precisar disso, chega dessa palhaçada de casamento forçado.

— … – Ficou tão surpreso com a atitude do outro que apenas manteve os olhos arregalados, olhando diretamente para o ruivo e sentindo um peso em suas mãos indo embora.

— Já tá na hora de ter pelo menos um pouco de liberdade, né?

— .... tá falando sério mesmo?

— Eu sei que você não vai querer criar nenhum tipo de acordo comigo, mas eu vou te tirar daqui e te levar de volta pra Inglaterra, você querendo ou não.

Ao mesmo tempo, enquanto Drake e Law se reconciliavam, Doflamingo continuava irritado depois da recente conversa que tivera com o ruivo. No presente momento, estava no celular com um dos guardas conversando a respeito do ocorrido.

— Como assim não acharam ele ainda?!

P-Perdão, nós estamos fazendo o máximo possível, mas o Jack simplesmente não está no castelo!”

— Ele tem que estar! Não tem câmeras nessa merda?

Sim, temos.”

— Então as use!

M-Mas todas estão protegidas pela senha do Jack e ele as desativou ontem!”

— Hã? Por que é que esse idiota tem a senha?

Porque estava no contrato que ele seria responsável pelas câmeras de vigilância.”

— E de quem é esse maldito contrato?

Do Jack.”

— Tá de sacanagem? Que seja, todos os meus subordinados importantes têm um rastreador, deem um jeito de rastreá-lo!

N-Não dá, era ele quem cuidava disso também.”

— Como é que é?

A função dele era tomar conta da vigilância completa do submundo.”

— Então vocês idiotas e incompetentes não têm acesso nem às câmeras e nem aos rastreios? Então vão ao computador principal e peguem a planta do castelo, todos os esconderijos devem estar anotados lá.

Não dá, foi o Jack quem fez as plantas, só ele tem acesso!”

— Quê? Argh, tá de sacanagem... vocês não tem o telefone do arquiteto desse caralho?

Oh, sim, nós temos o telefone de todos que ajudaram na construção do castelo.”

— Então liguem!

Só que está numa pasta com senha...”

— … senha do Jack?

Não, os contatos estão na pasta do Corazón, desde a época da construção do antigo quartel do submundo na Inglaterra.”

— Corazón, o Law?

Não, o outro.”

— Meu irmão? Eu tenho a antiga senha dele.

Mas o seu irmão tinha transferido a pasta pra senha do outro Corazón, o Vergo, antes de morrer.”

— E com quem ficou a pasta depois que o Vergo morreu?

Ahn, deixa eu ver aqui... com um cara chamado Diez Drake.”

— Puta que pariu! Como é que vocês deixam a senha de todas as coisas importantes na mão DE UMA PESSOA SÓ?

M-Mas não fomos nós quem decidimos isso, a função de Jack é cuidar de todas essas questões de vigilância do submundo...”

— Então hackeiem logo essa merda de sistema! Vocês podem fazer isso?

Sim, podemos.”

— Ótimo.

Mas...”

— Argh...

Todos os hackers entraram de férias ontem.”

— HÃ? Quem deu férias pra esses putos todos de uma vez?!

Ahn...”

— ...… ei.

S-Sim?”

— Só esqueçam logo essas merdas de tecnologias de bosta e vão procurar esse filho da puta do jeito antigo!

S-Sim, senhor!”

— Só mais uma coisa, cadê a Queen?

Todos os subordinados de Doflamingo iniciaram a busca por Law, Luffy e Drake, que continuavam juntos na mesma sala secreta. Law estava tentando limpar o sangue do garoto com o pano de seu manto, mas estava difícil por não conseguir ter nenhum tipo de remédios ou ataduras.

— Ei, você. – Ele se vira para Drake.

— O quê?

— Tira a camisa.

— Hein?

— Eu vou rasgar ela e fazer curativos pro Luffy.

— Hã? Nem pensar, você sabe quanto custou isso?

— Essa é a única camisa que você tem por acaso?

— E você quer que eu fique sem roupa? Eu não vou poder voltar no meu quarto pra buscar.

— Meus olhos vão precisar sofrer por um bom...

Olá.

— … motivo. Han?

— Huh?

Eis que, dando um pequeno susto nos dois, Nico Robin simplesmente surge do nada ali na mesma sala.

— Q-Q-Que... q-quer dizer, c-como... – Drake se surpreendeu. – C-Como foi que você...

— R-Robin?! – E Law teve a mesma reação.

— Eu trouxe spray antiséptico e algumas ataduras, espero que seja suficiente. – Ela simplesmente anda até Luffy e se agacha, dando os objetos para Law.

— Oh, obrigado.

— Hã, que história é essa, como é que você se enfiou aqui? – O ruivo pergunta impaciente.

— Eu conheço todas as entradas secretas do castelo, e também sei a sua senha.

— Mas... como...

— Você vai contar pro Doflamingo que a gente tá aqui? – Indaga, fazendo os curativos do chapéu de palha.

— É verdade, você às vezes me ajuda em umas coisas, mas depois você fica do lado daquele cara. – Drake já se irritava. – De qual lado você tá afinal, mulher?

— Do lado que for mais interessante, mas não, eu não pretendo contar pra ele.

— E o que a gente vai fazer agora?

— Aqui, olhem pra cima. – No teto, havia uma pequena porta secreta. – Ali dá passagem pra sala de vigilância do submundo onde o computador principal está, mas devem ter guardas vigiando.

— Eu posso ir lá em cima dar um jeito neles. – Robin diz.

— E eu vou tentar acordar o Luffy. – Law fala, terminando de fazer os curativos.

— Ótimo, então vamos acabar com isso de uma vez.

Notas finais
Inhaaaíii!! Feliz aniversário de UM ANO de médico sujo! Policial Sujo está acabando, já estamos próximos do plano final! E aí, quais são as apostas?