Pokémon: Light and Dark
1 #001: Os Pokémon iniciais
Notas iniciais
Observação: Todos os personagens e a maioria dos Pokémon são de minha autoria, portanto peço para que não os use em suas histórias.
Boa leitura.
Jake acordou com bicadas em sua cabeça.
“Ah, bom dia Pidgeot” disse o garoto, levantando-se do travesseiro e fazendo com que o Pokémon parasse de acertar sua cabeça “Só mais cinco minutinhos, por favor” Pidgeot acertou fortemente o bico na cabeça do garoto “Ai! Está bem, está bem... Agora entre na Pokébola. Seu horário de comer já terminou”. O menino pegou uma Pokébola que estava do lado da escrivaninha e apontou para Pidgeot, que quase imediatamente foi absorvido por um raio cinza que vinha da Pokébola.
O quarto – assim como a casa – de Jake e sua família era enorme. Ficava no segundo andar da casa, mas isso não significa que seja ruim. Televisões de 47 polegadas. Sim, televisões. Uma delas era utilizada como monitor do computador. Em um canto do quarto, havia uma enorme máquina que era utilizada para recuperar o Pokémon depois de uma ou mais batalhas. O armário era tão grande que cobria as paredes quase que por inteiro. Os eletrônicos faziam o resto cujo armário não conseguiu: máquina para recuperar Pokémon, Nintendo DS, e todas as outras edições portáteis da Nintendo – exceto Game Boy Advanced, já que havia perdido o seu para um Mankey selvagem, Wii, “Nintendinho”, Nintendo 64 e muito mais. Podia-se dizer que Jake era “Nintendista” – e sua cama, que do lado possuía uma cabeceira.
Levantou-se e trocou-se: colocou a melhor jaqueta que ele possuía – preta com listras brancas nas mangas e bolsos com revestimentos internos vermelhos -, passou perfume sabor mel – para atrair Pokémon — , vestiu uma calça, já que estava bem frio naquele dia – do mesmo estilo da jaqueta -, e passou um pouco de creme, para que seu rosto ficasse um pouco mais vermelho, já que Jake era muito pálido. Vestiu também sua parte favorita: seu boné da sorte – também do mesmo estilo da jaqueta, porém com uma Pokébola estampada na frente do boné – e deu uma olhada no espelho: ele queria estar o mais bonito o possível para ir até Magnus, o novo mundo descoberto por seu pai, Oak (mais conhecido como Professor Pokémon). Sorriu para seu reflexo no espelho, pegou sua pasta com alças, colocou-a em um dos ombros, seguiu até a escada e disse enquanto descia:
“Mãe, o que temos de café-da-manhã? Preciso estar bem alimentado hoje”.
“Temos, deixe-me ver” disse a mãe “Leite do Taurus e frutas do Oddish, manteiga e pão, também um pouco de chocolate em pó”.
Aquela era a parte mais simples da casa, porém não deixava de ser requintada: uma mesa de vidro, cadeiras com pedras de cristal e um enorme lustre. O corredor da casa dava de frente para a sala de jantar. O corredor levava do primeiro andar às escadas, que levava ao outro andar, onde ficavam todos os outros quartos da casa – exceto a cozinha, que ficava do lado da sala de jantar.
“Ótimo” disse Jake, chegando até sua mãe para dar-lhe um abraço “Onde está papai?”.
“Está se arrumando” respondeu a mãe.
“Não começo a comer sem ele aqui” Jake se sentou, remexeu sua pasta, pegou a Pokébola de Pidgeot e reproduziu-o em seu ombro “Vai ser uma viagem maravilhosa. Só eu e você e...”
“Na verdade” disse o pai, chegando a sala de jantar “Bom dia amor” disse chegando perto para abraçar a esposa “O Pidgeot não pode ir”.
“Pidgeot!” disse Pidgeot balançando as asas.
“Por que não, pai?” perguntou Jake indignado.
“Ele possui um cheiro diferente dos Pokémon de Magnus” disse Oak, bufando logo em seguida “Eles podem matar o Pidgeot”.
“Pidgeot” disse Pidgeot, abaixando as asas.
A sala de jantar ficou em silêncio por bastante tempo, até que Jake resolveu quebrá-lo:
“Pidgeot, você poderia quebrar esse galho para mim?”
“Pidgeot” disse Pidgeot, fechando as asas.
“Obrigado amigão” disse Jake, pegando a Pokébola que era de Pidgeot.
“Pidgeot” disse o Pokémon antes de ser totalmente absorvido pelo raio cinza vindo da Pokébola.
“Filho” disse Oak “Tem certeza que queres entrar em Magnus?”.
“Sim!” disse Jake, assentindo com a cabeça “Mas, como irei batalhar sem um Pokémon?”
“Ah! Sim” disse o pai, batendo na testa “Como não me lembrei disso antes?” Oak abriu a pasta dele e começou a procurar por algo “Que pai desnaturado o seu, não?” o pai puxou três Pokébolas “Aqui estão” e entregou-as a Jake.
“São apenas Pokébolas pai!” disse Jake confuso.
“Nananinanão” disse o pai, tomando uma das Pokébolas da mão do menino “Dentro delas possuem três Pokémons que você pode escolher. O primeiro é” Oak apontou a Pokébola para o chão, e dela saiu um raio verde, seguido de um Pokémon.
“Isso é algum tipo diferente de Amaura com plantas ao invés de asas nas orelhas?” perguntou Jake curioso.
“Não, mas é bem parecido, não?” disse Oak “Bem, esse é o Brontos, um Pokémon do tipo Planta. Ele é bem fácil de evoluir, porém precisa de bastante comida” Oak tossiu “Possui bastante HP, mas seus ataques não são tão efetivos. Porém seu ataque aumenta bastante assim que evolui” o pai apontou a Pokébola para Amaura, que foi absorvido pelo raio verde que o trouxe “E aí, gostou deste?”.
“Gostei” disse Jake “Mas quero ver os outros antes de escolher”.
Oak pareceu incomodado, mas logo devolveu a Pokébola para Jake e pegou outra.
“Então, esse aqui é” o pai apontou a Pokébola para o chão, que emitiu um raio azul, materializando um tipo de peixe com um “bico” e com as escamas idênticas as escamas de Gyarados. Esse Pokémon possuía uma enorme bolha de água em volta do corpo “Ictiod. Ele é um Pokémon do tipo Água” o pai tossiu, mas continuou a falar “Não é muito bom no início, porém após sua primeira evolução, ele fica muito forte e não depende mais dessa bolha de água, que faz com que sua defesa diminua” Oak tossiu novamente “Portanto, na primeira evolução Ictiod passa a ter uma defesa estrondosa” disse o pai, apontando depois a Pokébola para Ictiod, que foi absorvido pelo raio azul “E aí, o que achou?”
“Não gostei muito não, sabe” disse Jake “Mostre-me o próximo”.
“O próximo” era o Pokémon da vida dele.
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