Poison
5 Reituki
Notas iniciais
Bom, eu adorei esse capitulo, eu particularmente adoro esse casal e acho que vão ter mais capítulos sobre eles.
Eu espero.. Etto.. Eu demorei a postar por que tive duvidas em que dia o Rafa costumava postar ai então peço desculpas se deixei vocês esperando.
Era uma manhã de segunda, Ruki ainda não havia se levantado embora estivesse acordado. Os braços que ainda lhe envolvia a cintura e a respiração quente que lhe roçava a nuca pertenciam a Reita que pela segunda vez havia dormido ali com ele. Embora fosse previsível que mais cedo ou mais tarde ambos acabariam fazendo algo do gênero Ruki ainda não acreditava que havia dormido com Reita e ainda por duas noites seguidas e sem contar as vezes que transaram pela manhã do dia anterior.
Ruki e Reita sempre foram amigos bem próximos, sempre pensavam de forma parecida tinham pontos de vista parecidos e sempre faziam brincadeiras sinuosas um para o outro. Querendo ou não Ruki sempre teve uma atração significativa por Reita e deixava transparecer em suas brincadeiras com ele, mas nunca imaginou que um dia ficaria nu com ele em uma cama logo depois de transar com ele maior parte da noite.
–Já acordou? –Reita sussurrava em seu ouvido como se não quisesse acorda-lo enquanto se aninhava junto ao corpo dele.
–Sim. –Ruki resmungou preguiçosamente enquanto se acostumava com o corpo despido de Reita se encaixando ao seu, afinal era o primeiro homem com quem tinha dormido, não era acostumado a sentir um membro lhe roçar o bumbum logo pela manhã.
–Vai levantar?
–Logo levanto, tenho trabalho hoje. –Ruki disse se virando olhando Reita nos olhos, dando uma rizada. –Caramba, como consegue dormir com isso. –Disse e apontou a faixa no nariz de Reita.
–Ah! Isso? –Reita disse tocando o próprio rosto. – Eu estava tão cansado que dormi sem perceber isso aqui.
–Fica bem em você, mas seria bom poder tocar o seu rosto. – Ruki tocou levemente a faixa o olhando ainda nos olhos. Reita aos poucos soltou a faixa e Ruki se livrou dela tocando carinhosamente o rosto de Reita. Reita o segurou pela cintura o trazendo pra cima de seu corpo. –Reita, nós não podemos. Não vai dar tempo.
–Eu sei, só quero que me abrace. – Reita o apertou contra o seu corpo o abraçando enquanto Ruki se aninhava sobre seu corpo o abraçando.
–E agora?
–Seu bobo, é pra ficar quietinho. –Reita respirou fundo e Ruki ficou em silencio sentindo o corpo quente de Reita contra o seu. Reita deslizava de vagar as mãos sobre as costas de Ruki que se encolhia ao sentir um arrepio percorrer seu corpo.
–Não dá pra ficar quieto, você tá me excitando. –Ruki disse em um tom resmungão se apoiando no peito de Reita para olha-lo.
–Seu pervertido, é só se concentrar.
–Mas como? Se eu respiro meu pau fica roçando em você.
–Você é mesmo muito tarado. –Reita riu e Ruki ficou emburrado saindo de cima dele virando para o lado oposto ao dele. Reita o virou a força e se colocou encima do corpo do dele. –Me desculpa? Eu não sabia que ficava com vontade tão fácil.
–Logico que sabia. Eu te agarrei na despedida de solteiro do Aoi por que ele estava alisando as coxas de outro macho. –Ruki disse ainda emburrado enquanto fazia bico.
–Mas aquilo foi me excitou também. Que coxas. – Ruki franziu o cenho e ficou ainda mais emburrado com o comentário de Reita.
–Ah é? Então vai atrás daquelas coxas. – Ruki disse tentando tirar Reita de cima dele, mas Reita impôs seu peso sobre ele o segurando.
–As coxas dele são do Aoi, além disso, as coxas que quero estão bem aqui. –Reita se ajeitou entre as pernas dele enquanto alisava carinhosamente suas coxas o fazendo corar.
–Reita, não pode ficar ai. Agente não tem tempo.
–Tem tempo que tá falando isso, sem contar que aquela loja que você trabalha não vai ninguém e aquela velhinha que é dona de lá nem vai perceber que chegou no horário. – Reita disse apertando as coxas de Ruki com vontade, deixando as marcas de seus dedos sobre elas. –Além disso, eu também tinha ficado com vontade.
–Tá bom, mas se eu perder meu emprego vai ter que me sustentar. –Ruki sorriu com malicia enquanto puxava Reita contra ele com as pernas, as envolvendo na cintura dele. Reita segurou com força em sua cintura o penetrando de uma só vez.
–Ainda continua apertado como da primeira vez. – Reita sussurrou ofegante enquanto levantava as pernas de Ruki, facilitando a penetração. Ruki gemeu baixinho levando as mãos até a lateral das coxas de Reita cravando suas unhas ali o segurando.
–E ainda dói. – Ruki respirou fundo e então Reita se debruçou sobre ele o beijando brevemente.
–Desculpa. – Reita tirou seu membro de vagar e voltou a penetra-lo também lentamente, como se quisesse que Ruki sentisse cada centímetro dele entrar e sair, até se acostumar novamente com a penetração.
–Mais... Assim vai me matar de vontade. –Ruki respirava pesado e se soltava de Reita, levando as mãos até a cabeceira da cama se preparando para as possíveis estocadas de Reita. –Me come com força Akira. –Ruki gemeu de forma provocativa e então sorriu. Reita sorriu também e então passou a mover o quadril rapidamente passando a penetra-lo mais rápido, impondo mais força arrancando de Ruki gemidos altos. Não demorou muito até que ambos gozassem, nem mesmo seguraram pela falta de tempo.
–Vou tomar banho agora, vem comigo? –Ruki disse se levantando, puxando Reita consigo.
–Claro! –Reita disse enquanto era arrastado para o banheiro por Ruki.
–Que horas vai trabalhar hoje? – Ruki abriu a torneira enchendo a banheira de agua.
–Eu sai do emprego. – Reita disse o abraçando pela cintura.
–Por que saiu?
–Eu fui demitido, me pegaram dormindo. –Reita riu sem graça.
–Dorminhoco. – Ruki envolveu seus braços no pescoço de Reita o beijando carinhosamente até ser interrompido pela banheira que transbordava. –Vem. –Ruki fechou a torneira e conduziu Reita pra dentro da banheira.
–Por que perguntou? –Reita se ajeitou na banheira puxando Ruki pra seu colo.
–Por que ia perguntar que horas sai, pra me dar uma carona de volta pra casa. –Ruki pegou a esponja a molhando e usando-a para molhar o corpo de Reita.
–Ficou sem carro de novo? – Ruki balançou a cabeça positivamente. –Posso ir te buscar.
–Não precisa, posso sair mais cedo. –Ruki disse molhando os cabelos de Reita, o fazendo fechar os olhos. – Mas... Pode me levar?
–Posso, te busco também é só me falar a hora que vai sair. –Reita disse passando o sabonete pelo corpo de Ruki que sorriu e lhe apertou as bochechas.
–Te adoro cara. Ligo-te meia hora antes que eu sair. –Ruki disse e então eles terminaram o banho o mais rápido que puderam, Ruki foi se trocar e após colocar suas roupas Reita foi até seu apartamento buscar as chaves do carro se deparando na volta com Aoi no elevador.
–Já vai trabalhar? –Reita perguntou e então continuou. –Acredita que o idiota do Ruki me apressou atoa? Os relógios da casa dele só podem ter parado.
–Quê?-Aoi disse pensativo sem prestar muita atenção no que Reita dizia.
– Perguntei por que vai trabalhar tão cedo?
–Vou passar na casa da minha mãe, meu pó de café acabou então vou tomar café com ela. –Aoi disse e aporta do elevador se abriu.
–Vou nessa, diz pra sua mãe que depois vou lá comer o bolo dela. – Reita saiu do elevador se preparando pra dar uma bronca em Ruki.
–Demorou! –Ruki disse abrindo a porta se deparando com a cara de bravo de Reita.
–Demorou? Faz ideia de quantas horas são?
–Hum... –Ruki entrou olhando o relógio na parede. – Quase sete? Pera ai! Era quase sete quando acordamos também.
–Nem seis horas são ainda. –Reita entrou fechando a porta.
–Como assim? Então dava pra dormir mais? –Ruki sentou desanimado no sofá.
–Dava tempo de sobra. –Reita o olhou bravo e então Ruki o olhou de volta com expressão de cão que caiu da mudança.
–Desculpa?
–Tudo bem, nós ainda podemos dormir. Que horas sai daqui?
–oito e meia.
–Ainda temos duas horas, depois comemos e saímos.
–Hai! –Ruki se levantou animado e saiu correndo em direção ao quarto, tirando as roupas no caminho. Reita correu logo atrás dele fazendo o mesmo ficando só com a cueca.
–Achei que tinha ficado triste por que estava com sono. –Reita disse o segurando contra a cama.
–Na verdade não... –Ruki o olhou corado fazendo uma breve pausa. – É que perdi um pouco do tempo que eu podia ter aproveitado com você. –Reita sorriu se inclinando, beijando calmamente os lábios de Ruki.
–Tudo bem, eu fiquei bravo com você por isso também. – Reita sorriu e então deslizou os lábios de vagar pelo tórax de Ruki deslizando em seguida os lábios por seu abdômen o fazendo afagar seus cabelos.
–Seu safado, eu achei que ia me colocar pra dormir. – Ruki o olhava enquanto ele puxava de vagar a cueca dele.
–Dormir? Fez-me gozar com pressa, agora quero recuperar o tempo perdido. –Reita riu levando a língua ao membro de Ruki, o lambendo de vagar.
–Depois eu que sou o tarado ninfomaníaco. –Ruki disse soltando um leve gemido segurando os cabelos de Reita enquanto o mesmo lhe abocanhava o membro, o chupando forte o suficiente a ponto de fazer barulho. –Akira assim eu não vou aguentar. –Ruki disse ofegando sentindo o membro pulsar e liberar o pré-gozo. Reita parou de suga-lo e pressionou o membro de Ruki com força o fazendo gemer mais alto. –O que está fazendo?
–Não vai gozar agora. –Reita sorriu com malicia o olhando.
–Seu bobo, eu sei o que quer. –Ruki se livrou da mão de Reita e se virou ficando de bruços na cama empinando o bumbum. Reita deu um tapa forte no bumbum dele deixando as marcas de seus dedos.
–Acho que já sei o que vou te dar de aniversário. – Reita afastou as nádegas de Ruki e passou a roçar lentamente a ponta da língua no orifício anal dele, logo em seguida forçando a língua a penetra-lo com força, o fazendo ofegar e gemer. Reita em seguida se ajoelhou na cama puxando Ruki pelo quadril deixando o volume rígido em sua cueca roçar entre as nádegas dele.
–Me come logo. –Ruki o olhou por sobre o ombro.
–Não posso.
–Por quê?
–Vai te machucar, agente não teve descanso nesses últimos dias e... –Reita foi interrompido pelo telefone tocando. –Cara, quem te liga nesse horário?-Reita disse franzindo o cenho.
–Eu não sei, é melhor eu atender. –Ruki levantou indo até o telefone, Reita se deitou na cama olhando o relógio que havia colocado no pulso, ainda era cedo, Reita tirou o relógio o colocando sobre o criado mudo. Ruki não demorou muito a voltar.
–Quem era? –Reita se sentou na cama olhando enquanto Ruki entrava no quarto feito um zumbi. “um zumbi pelado” ele concluiu mentalmente.
–Era a senhora Yamada, ela disse que a loja vai fechar. –Ruki fez bico e foi até a cama pulando encima de Reita. –Agora somos dois desempregados.
–O lado bom das coisas é que agora agente não tem que se preocupar com as horas.
–É mesmo. –Ruki riu e o mordeu com força, deixando a marca roxa de seus dentes em um dos ombros de Reita. –Já mudou de ideia sobre me comer ou eu vou ter que comer você?
–Malvado, me morde e ainda me ameaça? –Reita o colocou sobre a cama, o segurando pelos pulsos. –Eu vou te comer até não aguentar mais, depois vou arrumar seu café da manhã e então vamos dormir a tarde inteira.
–Acho uma boa ideia. – Ruki sorriu mordendo os lábios de Reita que aos poucos o soltou e passou a beija-lo com carinho, deixando que suas mãos percorressem o corpo de Ruki enquanto sentia as mãos dele descer por suas costas até seu bumbum, o apertando com força. Reita levou uma das mãos ao membro de Ruki o masturbando. –Espera. –Ruki se segurou em Reita o deitando sobre a cama, se sentando sobre o quadril dele, roçando lentamente o bumbum sobre o volume na cueca de Reita.
–Que gostoso. –Reita gemeu levando as mãos ao quadril de Ruki, acompanhando seus movimentos.
–Ainda não é o que eu quero. –Ruki se levantou tirando a cueca de Reita deixando o membro rígido dele a mostra, em seguida ficou de costas pra ele se sentando novamente no quadril de Reita deixando que o membro rígido dele roçasse em seu bumbum.
–Por que ficou de costas? – Reita o olhava ofegando sentindo o membro pulsar desejando o interior quente e apertado de Ruki.
–Pra você o ver entrar. –Ruki disse ajeitando o membro de Reita em seu bumbum se sentando sobre ele, fazendo o membro de Reita entrar de uma só vez. Reita o segurou pela cintura observando seu membro afundar no interior de Ruki cada vez que ele levantava e sentava novamente, passando a se mover mais rápido e com mais força com o passar do tempo, sentindo seu membro pulsar mais forte e então preencher Ruki com seu gozo.
O dia foi como Reita havia planejado, quando acordou durante a tarde Ruki ainda estava em seus braços dormindo como se tivesse passado a noite em claro. Logo ele se levantou de fininho e colocou suas roupas, não queria sair sem se despedir, mas também não queria acorda-lo.
–Aonde você vai? –Ruki resmungou de forma preguiçosa e se espreguiçou.
–Tenho que ir pra casa, não posso ficar o tempo todo aqui. –Ruki se sentou na cama o olhando, Reita quase riu do cabelo desarrumado dele, mas não riu, Ruki o olhava sério como se fosse lhe dar uma bronca.
–Por que não pode? –Ruki disse e então bocejou e se espreguiçou novamente desfazendo a expressão séria.
–Por que vou incomodar, por que estou a 3 dias com as mesmas roupas embora meu apartamento seja no andar de cima. – Reita disse procurando alguma coisa no chão. –Viu onde coloquei minha faixa?
–Tá no seu rosto. –Ruki respondeu e Reita tocou o próprio rosto percebendo a faixa lá. – Colocou quando saiu pra buscar as chaves seu bobo. –Ruki fez uma pausa e então fez uma careta de insatisfação. –Sabe, do jeito que disse parece que eu mantive você como um refém. Nunca disse que era pra ficar com as mesmas roupas ou que não podia ir pro seu apartamento. Ficou comigo desde a despedida de solteiro do Aoi por que quis.
–Vai brigar comigo agora chihuahua?
–Vou sim cacatua! Não gostei do jeito que falou comigo. –Ruki se levantou ignorando a própria nudez e foi até Reita o encarando.
–Cacatua é a mãe.
–Minha mãe não é cacatua! Não fala mal da minha mãe. –Ruki disse apontando o dedo pra Reita chegando bem mais perto.
–Então é um insulto, e eu achando que não era nada de mais quando me chamavam assim. –Reita disse pegando Ruki pelo pulso, segurando a mão com a qual Ruki apontava o dedo pra ele. –E não aponta seu dedo pra mim.
–Por quê? O que vai fazer? Dar-me uma surra por que não gostei de algo que disse?
–Você é meu e eu faço o que eu quiser com você. –Reita o segurou com mais força colocando seu corpo junto ao dele. –Se continuar assim nosso namoro não vai dar muito certo. –Reita disse baixo e com calma.
–Namoro?-Ruki disse também mais calmo como que sem entender.
–É. Namoro, você quer namorar comigo né? –Reita o soltou, mas não se afastou dele.
–Claro que eu quero. Se não eu não ficaria bravo por sair sem me avisa. –Ruki o abraçou.
–Eu só não queria te acordar.
–Tá bem, me desculpa por ficar nervoso. Achei que fosse agir feito aqueles caras que saem sem avisar e depois finge que nada aconteceu. E fiquei com mais medo depois do que disse.
–Nunca faria algo assim, só não queria ficar mais tempo te perturbando e tenho mesmo que arrumar umas coisas e trocar minhas roupas.
–Tudo bem. Vai lá. –Ruki disse se soltando dele.
–Eu vou, mas logo venho te buscar pra gente ir beber alguma coisa, pra comemorar nosso namoro. –Reita disse corando violentamente. –Tá bem, me liga quando vier.
–Ligo sim, vou chamar o Kai e o Aoi pra ir com agente.
–Agente vai contar?
–Eles já sabem. –Reita riu e então deu um leve beijo em Ruki antes de ir embora. Como havia dito Reita ligou pra Kai e Aoi, no entanto Aoi não atendia ao telefone nem mesmo o celular. Quando foi até o apartamento dele ninguém atendeu. Reita ignorou, ele podia muito bem estar em alguma situação impropria com seu novo namorado.
Kai, Reita e Ruki então saíram para ir a um bar próximo dali, no entanto enquanto saiam do prédio do outro lado da rua a mãe de Aoi os gritava.
Notas finais
Kizus, e até o proximo capitulo!
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