Point of Peace
10 Capítulo 9 - Passion
Notas iniciais
— Falando sério agora, a professora deu em cima de você claramente Damon! — Klaus ria enquanto mastigava um pedaço do seu bife.
Após o primeiro dia daquele semestre letivo todos resolveram ajudar Damon em sua mudança, o que na verdade era um desculpa terrível para os amigos acamparem no mais novo apartamento disponível da turma e falar sobre os ocorridos do primeiro dia.
— Estou me arrependendo de ter comprado almoço para todos vocês — Damon bufou — Com exceção obviamente do meu anjo — sorriu para uma Elena corada ao seu lado.
O motivo do arrependimento era o que divertiu Klaus durante o segundo período, único horário que os veteranos de direito poderiam optar para dividir sala com os calouros, com a professora da matéria oferecendo ajuda extra ao mais novo calouro da universidade que segundo a mesma possuía belos olhos.
—Porém é a verdade amigo, você encantou a todos com seus belos olhos azuis.
Damon revirou os olhos para o loiro enquanto continuava almoçando sem tirar os olhos de Elena que conversava animadamente com Caroline e Bonnie, estava achando totalmente estranho ela não ter se pronunciado sobre o caso da professora enquanto todos em certo momento falou algo, ele sabia que quando ela queria poderia ser altamente ciumenta. Não que em algum momento Damon cogitou aceitar as “ajudas” da professora, ela tinha idade para ser sua mãe! E, o mais importante ele era totalmente de Elena.
Fora o pequeno constrangimento com a senhora Fillps, o primeiro dia para o Salvatore foi excelente e inspirador ao contrário do que imaginou ele não era o único com idade mais avançada entre os calouros daquele semestre, Rose Marie tinha vinte e oito anos e era mãe de uma pequena garota de sete anos chamada Alice. Por ter engravidado cedo Rose teve que abandonar a faculdade para trabalhar e sustentar a filha, o namorado da época a largou ao saber da gravidez e os pais da moça a expulsaram de casa. Com a ajuda de uma amiga da faculdade que lhe abrigou e arranjou um emprego assim que pode trabalhar depois do parto, Rose conseguiu manter Alice e ela nesse tempo e apesar de amar o que estudava e a futura profissão foi preciso abrir mão já que o dinheiro que ganhava era apenas para o sustento da filha e o próprio. Agora, sete anos depois ela finalmente pôde voltar a fazer o que mais amava, sua filha estudava em tempo integral o que lhe dava tempo para estudar no turno da manhã e em seguida seguir para o seu trabalho.
Damon ficou encantado pela força de vontade da mulher, e ao contar sua história o encanto era recíproco. No fim das aulas, Damon fez questão de apresentar sua mais nova amiga para Elena que com total simpatia entrou em uma conversa confortável com a moça.
— Elena, o que você acha disso?
Os pensamentos do rapaz foram interrompidos ao escutar Jeremy perguntando algo a Elena que ria corada.
— Eu não acho nada, a professora Fillps tem a fama de dar em cima de todos os alunos bonitos do campus, vocês mesmo já passaram por isso — apontou com o garfo para os namorados das amigas — qualquer homem bonito que pague Política sofre com isso.
— Ela não precisa se preocupar com isso Jeremy, acorde! Olha a cara de apaixonado do Damon para ela...
Elena encarou o moreno que sorria abertamente para ela e corou profundamente ainda era novo para ela ter os amigos participando da sua vida amorosa desse jeito, com os seus outros namorados ela nunca fora de demonstrar afeto publicamente, porém com Damon era algo que não poderia ser controlado. Assim que contou a Car e a Bonnie, há algumas semanas, seu envolvimento com o dono dos olhos mais lindos do mundo as duas amigas vibraram por ela e ao mesmo tempo a alertaram sobre o risco que era essa relação. Elena já sabia decorado tudo o que poderia acontecer devido a todas as pessoas que sabem do namoro deles repetir a mesma coisa.
— Não acredito que o assunto ainda é a senhora Fillps — Damon riu enquanto passava o braço pelo ombro de Elena que se aconchegou nele suspirando cheia pelo almoço — Jeremy você está com saudades dela? Deveria ter feito igual ao Klaus e deixado para ter aula dela no fim do curso.
— Obrigado pela oferta, mas ter enfrentado ela antes foi libertador.
Elena sorriu para o primo e abraçou ainda mais forte o homem quente ao seu lado se sentindo feliz por está ali sendo privilegiada por participar daquele momento importante na vida de Damon. Ela sempre soube que ele iria se destacar, e prova disso era Rose a mais nova colega de classe dele, ela era linda e segundo Damon também era uma caloura de idade avançada talvez Elena pudesse se sentir um pouco insegura com a proximidade repentina dos dois, mas ao observar e ter o privilégio de conversar com Rose teve a impressão que ela era totalmente confiável sem mencionar a sua total confiança no namorado.
— O que achas de combinar aquela desculpa com uma das meninas para dormir aqui hoje? — Damon sussurrou no seu ouvido a puxando de seus pensamentos fazendo-a se arrepiar instantaneamente.
Elena lhe lançou um olhar com um duplo e até triplo sentindo enquanto um sorriso sexy estava nos seus lábios.
— Então quer dizer que hoje finalmente eu vou ter você todo pra mim?
— Talvez. Quem sabe quando eu me aproveitar de cada centímetro do seu corpo — Damon lhe beijou rapidamente tentando não atrair a atenção dos outros para a conversa íntima que ocorria entre os dois.
— Isso nós vamos ver mais tarde — sussurrou sorrindo nos lábios do moreno — Agora me solte, pois tenho uma desculpa para combinar.
— Você que está me agarrando...
Elena beijou mais uma vez os lábios rosados de Damon e saiu em busca das amigas que estavam na cozinha limpando a sujeira que tinham feito na cozinha nova do seu namorado.
— Meninas, vou precisar da ajuda de vocês...
— Vai querer fingir que vai dormir na casa de uma de nós para estrear o apartamento com Damon, certo? — a loira sorriu ao ver o rosto vermelho da amiga.
— Caroline! — Bonnie a repreendeu — O plano era deixar ela pedir.
— Desculpa, não pude evitar ao olhar ela corada assim.
As duas amigas adoravam envergonhar Elena, apesar de saber que ela não era tão vergonhosa assim quando estava a sós com seus namorados, porém na frente de todos ela corava quando o assunto era homens.
— Caroline você é terrível — Elena jogou as mãos no rosto enquanto tentava parar de rir — Mas eu preciso mesmo da ajuda de vocês, qual vai ser a casa que supostamente eu vou está?
*
Depois de decidir que supostamente Elena estaria na Caroline, as meninas foram embora e junto levaram os seus respectivos namorados para dar privacidade ao casal que não conseguiam se desgrudar nem por um instante.
— Você precisa ir em casa pegar alguma coisa? — Damon perguntava enquanto abraçava Elena que acenava em despedida para os amigos como se pudessem vê-la de um quarto andar.
— Não — a morena sorriu virando e jogando seus braços no pescoço do namorado — Eu sempre deixo algumas roupas na Caroline, ela vai passar aqui e deixar um par quando for jantar com o Klaus...
— Que bom, mais tempo para nós.
Damon puxou-a ainda mais para si e colou seus lábios nos dela, a sensação que tinha quando a beijava era inexplicável nada poderia se comparar a isso se o fôlego o permitisse a beijaria por horas sem nenhum descanso. As mãos de Elena se enroscaram nos fios pretos e macios do moreno o puxando cada vez mais para ela, seu corpo todo tremia em expectativa pelo que iria acontecer em seguida entre os dois.
Desgrudando um pouco do corpo da moça, Damon encarou os lábios inchados pelos beijos vorazes da mulher que o deixava sem fôlego apenas com um olhar. Ele era totalmente apaixonado por Elena, não sabia como isso pudera acontecer tão rápido e de uma forma que o deixou sem nenhuma reação tudo o que mais queria era está com ela todos os dias. Ao sentir o rapaz guiá-la pelo corredor em meio aos beijos, Elena sorriu puxando a barra da camisa dele e a deixando pelo breve caminho que faziam.
O quarto dele era bem simples, a cor gelo que foi escolhida para o cômodo deixou que a enorme cama coberta por um edredom preto e branco se destacasse bem tal como as prateleiras com alguns livros e carrinhos de colecionador, o lugar mostrava bem quem era o dono.
Com um cuidado excessivo, Damon posicionou o corpo de Elena sobre a cama como se a mesma fosse uma boneca com alto risco de ser quebrada. Ele queria ser o mais amoroso possível naquele momento mesmo que todos os seus instintos o empurrassem para soltar toda a necessidade de anos sobre ela. Retirando a blusa de alça que ela usava, o rapaz foi presenteado pela bela visão que era os seios de Elena mesmo que só estivesse parcialmente à amostra devido ao sutiã, sem suportar o desejo que sentia Damon beijou seu pescoço em seguida distribuindo por todo o seu colo chegando à parte dos seios que estava descoberta dando leves mordidas escutando a mulher ofegante sussurrando coisas aleatórias.
Sem aguentar, Elena empurrou o moreno na cama sentando-se em cima da sua protuberância ao mesmo tempo em que se livrava do sutiã. Ela sabia que ele estava se segurando ao máximo para não mostrar o quanto necessitava daquilo.
— Damon, eu quero que você me dê tudo o que pode. Não se controle, eu não vou quebrar se você for mais duro comigo pra falar a verdade eu vou adorar — sussurrou em seu ouvido enquanto roçava os seios em seu peitoral e suas intimidades uma na outra.
— Eu não posso descontar tudo o que eu preciso em você.
— Eu quero, amor. Por favor...
Sentando-se, mas deixando Elena ainda em seu colo, Damon a puxou para um beijo quente e duro sem nenhuma delicadeza. Enquanto as línguas trabalhavam sem nenhum descanso, a mão dele apertava o seio dela revezando entre o esquerdo e o direito. A morena roçava no corpo dele sem nenhum pudor tentando ao máximo deixar ele a vontade e sem nenhuma restrição.
Damon a colocou novamente em baixo de si agora atacando seus seios os sugando e acariciando enquanto observando as reações prazerosas da sua namorada, Elena revirava os olhos enquanto pedia por mais sem nenhuma vergonha. Ela queria tudo dele.
— Damon, por favor...
— O que você quer, querida? — sorria a encarando enquanto acariciava sua barriga sem tocar em nenhum momento no seu short ou pernas. — Preciso saber o que quer para que eu possa fazer.
Elena o encarou sem acreditar que ele iria a fazer dizer aonde queria que ele desse atenção.
— Eu quero você dentro de mim, Damon! Não me torture!
Rindo, ele começou a tirar o short claro dela jogando no chão onde a blusa da mesma estava. Elena tinha pernas maravilhosas, suas coxas arredondadas e ao mesmo tempo esguias era o sonho de qualquer homem hétero.
Ao contrário do que pensou Elena, o moreno não fora direto aonde ela mais queria como uma tortura os seus beijos começaram a ser distribuídos em seus pés só então foram subindo por todo o comprimento da perna sempre tendo o cuidado de não tocar onde ela mais necessitava. Damon mordeu sua coxa bem próximo do local que clamava por ele, fazendo a moça xingá-lo.
— Urghh eu odeio você Damon — ao mesmo tempo em que dizia isso Damon arrancava o pequeno pedaço de pano que a cobria e lhe acariciava — Ah, nossa.
— Você me odeia, amor? — sorriu enquanto um de seus dedos esgueirava-se pelas dobras molhadas de Elena fazendo-a gemer e agarrar os lençóis da cama. — Em Elena?
— Não, não, eu não te odeio.
Damon introduziu mais um dedo aumentando a velocidade fazendo o corpo moreno e magro arquear na cama suspirando profundamente. Retirando os dedos rapidamente e recebendo um pequeno grunhido de descontentamento, o moreno colocou as pernas dela sobre seus ombros, segurou seus quadris contra o colchão impedindo algum movimento e sugou o clitóris inchado a sua frente.
A língua de Damon trabalhava arduamente em Elena, deixando-a totalmente tremula e perto do orgasmo. Ele sentia o quão próximo ela estava, aumentando assim os movimentos com a língua e a carícia com os dedos no ponto de prazer que tanto pulsava, o estopim do prazer de Elena foi ao o sentir ele soprando bem ali.
— Ah Damon...
Tentando controlar a respiração, Elena observou seu namorado tirar a calça jeans e a cueca ficando totalmente nu e duro para ela. Ele era a perfeição, seu corpo era magro, porém malhado ela não poderia deixar de agradecer novamente as horas incansáveis de malhação dele durante esse tempo.
Voltando para a cama, Damon sorriu para uma Elena corada e ofegante.
— Cansou? — sussurrou em seu ouvido enquanto acariciava novamente os seios dela.
— Ainda nem comecei — ela riu — Vou retribuir tudo o que você me deu até agora, mas antes preciso de você dentro de mim... Por favor.
— Você toma pílula?
— Sim... E eu estou limpa, faço exames regulamente.
— Ótimo, preciso dizer que também estou limpo? — os dois riram.
Damon se posicionou entre as pernas de Elena, vagarosamente entrando centímetro por centímetro no espaço apertado e quente.
— Sinto que estou tirando sua virgindade novamente — Elena sussurrou enquanto sentia sendo tomada por ele.
— Basicamente é quase isso — gemeu.
Sem suportar, Damon estocou fortemente entrando totalmente em Elena fazendo os dois suspirarem. Era um prazer fora do normal que ele sentia o tempo sem esse contato parecia cair todo naquele momento e a satisfação de ser a mulher que ele amava era como está no céu.
— Elena... Eu não quero te machucar mas...
— Damon eu sou toda sua, esqueça esse receio.
O moreno encostou a testa na sua enquanto seus movimentos dentro dela eram rápidos e duros, deixando os gemidos dos dois cada vez mais altos. Ao cruzar as pernas em seu quadril, Elena sentiu um prazer ainda maior ela estava adorando sentir seu Damon daquele jeito muito mais duro do que romântico, era uma experiência deliciosa.
Saindo de dentro dela, Damon tirou as pernas de seu quadril e a posicionou novamente em seus ombros. Voltando para dentro dela sentiu que estava ainda mais profundo e percebeu que Elena sentiu o mesmo ao revirar os olhos gemendo seu nome, toda a delicadeza que pensou em ter com aquela mulher a sua frente foi pelos ares ao sentir pela primeira vez como ela era quente e apertada, era impossível ter algum controle.
— Elena, você é maravilhosa.
Gemeu enquanto estocava ainda mais duro e rápido, devido aos movimentos rápidos o corpo de Elena balançava rapidamente dando uma visão deliciosa para ele dos seus seios em movimento. Soltando as suas pernas, ele voltou para a posição inicial e a beijou deliciosamente enquanto os movimentos continuavam sem nenhuma pausa.
— Eu estou tão perto, Dam...
— Eu também, linda...
Colocando uma mão entre eles, Damon acariciou Elena fazendo-a gemer ainda mais e finalmente chegar ao clímax apertando-o cada vez mais dentro dela o enlouquecendo de prazer, os gemidos roucos dele aumentaram junto com as suas estocadas enquanto Elena arranhava suas costas e mordia seu ombro tentando abafar o gemido alto.
— Elena! — Damon tremia por inteiro ao gozar fortemente.
Com os corpos totalmente languidos um sobre o outro, Damon e Elena tentavam buscar o fôlego depois de toda a atividade.
— Eu acho que não vou conseguir levantar pela próxima hora — a morena sussurrou rindo sentindo Damon rir em seu ombro.
— Que bom, porque eu não imagino você saindo dessa cama até amanhã de manhã.
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