Poesias

2 Poesia nº I


Era,
Nascido do medo
e da culpa.

Foi,
Fruto da vergonha
nossa.

Inocente, chora
lágrimas opacas e
sem harmonia.

Era, nascido do beijo
do desejo, da morte.
Ele, culpado agora,
sangra

À vida
de outrém.

Por algum motivo desconhecido, mas, que eu suspeito, deve ser drama político ou... talvez seja romance açucarado, agora, então amargurado... bem, o site não aceita um texto com menos de cem palavras.

Todavia, encarando a tarefa agora como um desafio, eis-me aqui, a trovar palavras que façam algum, ou qualquer sentido, sem ultrapassar o meu limite: cento e uma lágrimas a menos de vida, para seu puro deleite e total entretenimento.

Beijo.

Notas finais
Abril de 2014.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.