Poesias

4 O mau que vem com o frio constante


Olhos na lua cintilante,

que nos dirige à um passado escaldante,

o mal que vem com o frio constante,

do seu cheiro gostoso,

poder com meus olhos tocar.

Que me levou até a mais doce

água salgada do mar poder diferenciar.

eu penso no ontem

como se hoje fosse.

Não sei se sinto falta,

discordo de minha razão

pois de saudade,

sinto que sou livre de tal ação.

Calculo quantos vezes olhei o sete,

pensando que em menos seis vezes,

ao invés de contar números,

eu passaria ao seu lado viver longos meses.

Os sentimentos são difíceis de decifrar,

mas basta profundamente nos olhos,

quando algo ousa dizer,

o cheiro da verdade observar,

para que cada sopro digno de se tornar um assovio,

não morra num simples argumento,

curto, similar ao que à pólvora se torna,

para destruir um navio,

e emfim dissertar,

ao dizimar de um pavio.

(Clarck Swinterstone)

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.