Poesias
5 Segunda-feira sem verbos.
Notas iniciais
E intenção da escrita de hoje: sem verbos. Início da segunda feira: manhã bonita. O sol lá fora, forte e tímido; dia quente. Escola. Tudo normal, mesmas aulas, nada de novo. E no meio, uma notícia com muita felicidade em sua constância. Felicidade em meu peito. Um dia desses; pecado. Eu e você. Sol lindo e céu e nuvens e azul bebê. Tudo para nós. E uma separação contra o desejo , porém, justa para você. Sono? Então, já para a cama! Minha felicidade, a mesma. Luz. Difícil contraste nesse dia. E a prova de história. E o metrô. E o sol ainda lá, quente e o céu ainda lá azul bebê. Uma chamada aleatória. Meu caminho para lá, agora. Estação diferente. E logo meus amigos. Meus bons e velhos amigos. De repente...a noite! A luz branca no fundo do sol, e mais acima a Lua...que sorriso lindo! Alguém...meu caminho, agora o de antes, contorno da simples aleatoriedade. Meu telefone afinal de contas, para mim, para alguém. E com a graça da tecnologia, a Lua, a estrela. O sorriso da lua, Vênus bem abaixo. A menina, um sorriso? Meu coração cheio de luz com meu convite irrecusável. Sorriso interno. Meu desejo? Um beijo. Um beijo e apenas um. Uma flor equivalente à um beijo. Minha mão em seu cabelo. Cabelos ao vento. Sem um penteado e bonitos. Um sorriso. Um beijo. Sem fim! Mas...a despedida. Pecado, num dia como esse. Minha memória, solta, como uma imagem. A Lua no céu azul bebê. Cedo. Admirável Lua. Euforia pouco antes de agora. Vontade de besteira, bobagem, a vida linda. Mil, mol vezes vencedor do dia. E o convite irrecusável? Ah, sim. Este segredo para a lua. Para a menina. Sorriso? Mol vezes vencedor do dia. Um beijo? Um poeta com rima. Um menino vencedor, poeta. De um menino para poeta. Tudo isso só com um beijo. Lembrete necessário; a menina. Seu rosto, sua beleza incrível! A luz novamente! Vontade de besteira, bobagem, a vida linda. Por favor, seu convite, seu convite apenas. Agradecimentos, à Lua por favor. À menina anjo pequeno de bochechas cheias. Muito explícito? Somente dois dedinhos. E também, ao sentimento, a palavra. Às preocupações, seus devidos lugares. Fora daqui! Este espaço, meu? Pois bem, meu e meus sentimentos. Eu e minhas palavras amigas. Inimigas. Traiçoeiras. Olhos de ressaca, pois bem. Dissimuladas e ciganas. Sem elas, eu não inteiro à vida. Quem sabiamente, com teoria e lógica, com o pensamento à palavra. Oralmente e com ousadia ao pensamento para a mim, contrari edade.A dedução de que o dia de ontem para mim, às palavras? Sim, o dia de ontem, Domingo. Porém, Domingo com domingo. Domingo após domingo. E nada. E nada de palavras. Dia tão nada, que nada de palavras. Irônico? Irônico, adjetivo ao pensamento de negação à ideia de que a Lua com seu sorriso, calças e cu com a conquista referente à notícia do início do dia em contraste com o tédio do dia, com a luz infinita e forte e quente e inevitável. Irônico? Coincidência? Ora menina, ao convite irrecusável, sorriso. Um beijo sim. Uma rima. Um menino. Uma menina. Um poeta. E mais um beijo. O ônibus! Um beijo rápido. E no fim, um telefonema para a confirmação da vida.
Fale com o autor