- Quero dar inicio usufruindo uma poesia que ouvi no filme "Febre do Rato":

"Vamos fazer um acordo pra salvar as possibilidades. Um acordo livre, não precise ser respeitado, com o sinal nesse acordo o respeito desaparece por não ser necessário. Palavra vai dar lugar a amizade, não existira a idéia do ontem, angustia do amanha e a culpa do presente, diluída nos atos inconseqüentes e será igual para todos, igual pra ro#@*, igual pro c*#@, igual pra buce@#’!"

Vou dar inicio aos meus posts:

- A noite ouço aquela prostituta cantar para mim, mas não é bem assim, não é assim que vai ser. O cantar ressoa pelos cantos da parede, ecoa pelos ouvidos e balança em minha mente até o amanhecer. Mas aquela dócil vadia em nada me interessa, pois quem estou atrás me dispensa e se faz a beça extravagante sem sentimentos que não aceita meus cantos em que faço por palavras.

O cruel é ser, e cruel é fazer, mas sendo assim, aquilo que volta é apenas o saber. O saber batendo no estalar de suas idéias macabras que ressoam mas não saem, as idéias de conquista-la e ama-la. Mas ela não aceita, não aceita ama-lo, pois ela tem outro jeito de aperfeiçoá-lo.

Arrependida, mas não por você e sim pelo seu sangue que jorra de paixão por ela, mas ela... ela só quer seu coração, o sangue já não mais lhe importa, pois uma vida torta não interessa a disposição da chacota de suas ações. E assim fico apreensivo esperando os dias chegarem, as horas passarem a fim de lhe ter em meus braços, lhe ter no calor de meu fervor amante. Mas presumo que meu murmúrio não alcance seus ouvidos, mas seus lábios que não consigo seduzir com um tom inquieto e silencioso. Já não me aceita mais, pensando bem, jamais, jamais me aceitou, pois o bem que vai jamais se consegue se ter como tempo atrás, com seus passos rasantes próximos as minhas idéias, pois lhe digo... Se estivesse comigo, amigo, inimigo, me desse corda para isso, sublime fervor... Ardente... Jamais se arrependeria desse amor. Garota que por um gesto obsceno me envergonhei, agora no amanhecer irá pensar no que perdi e perderei.

Obrigado pela paz sem paz, pelo amor sem resposta e pela atenção bem formosa que se esconde e cai “espalhatifosa” sobre o chão inalcançável por mim.

Grato, Eu anônimo.

Por: Eu anônimo.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.