Notas iniciais
Essa poesia é o resultado de uma crise surrealista. Aviso que, se não está preparado para ler coisas sem uma noção explícita, não leia.
Espero que gostem. Peço desculpas pelo título ruim, mas realmente não achei nada que condizesse com essa temática.

Lençóis bagunçados, cama desfeita

Amores vivos, vida imperfeita

Biscoitos esfarelados pelo chão

Pessoas e borboletas passarão

Infinitos, indefinidos,acometidos por infindáveis loucuras

Um sol quadrangular se levanta no horizonte

E o gato não se dá conta da fronte

cizuda que o encara, desmedida

Berros e gritos reverberam,ensurdecendo esperanças e desamores

Ela estende mágoas em seu varal de linhas grossas e frágeis,

prendendo-as com pássaros azuis.

Uma quinta-feira se extende, eterna

E um brilhante céu laranja brilha

Cabelos esvoaçam ao sabor do vento,

Onde, agora, estão seus pensamentos?

Hein, meu amor?

Hein, minha dor?

"Queres sentido?", pergunto-te,

"Por quê?", pergunto-te

Repetições e ciclos infinitos,

Bagunças perpétuas, cérebro sem nada

"Nada disso te agrada?", meu amor

Queres sentido, então?

Pois aí coloco-o:

Sophia é o maior tesouro da humanidade.

Notas finais
Espero que tenham gostado.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!