As tuas referencias,

O teu nome

As nossas memorias

E a tristeza que não devia existir.



A rejeição não feita

Mas certamente sabida

Aquilo que disseste

Mas nunca tiveste coragem para me dizer.

Os meus pensamentos que bóiam

A fixação de ideias

Mas apenas as que não devia ter.



Eu quero esquecer

Mas continuo preso

Preso a estas memórias

Enjaulado nessa frustração,

A viver o meu próprio pesadelo,

Mesmo que não esteja a dormir sou atormentado

E nunca sei para onde fugir



Eu não quero estar aqui

Quero desaparecer

E nunca ser encontrado,

Porque o que mais me faz mal

São as pessoas.

Aquelas que dizem

O que NUNCA DEVEM.