Não consigo andar sem tremer

É difícil passar as noites sem derramar uma lagrima sequer

Meu coração está sempre acelerado

Eu não sei o quem sou.

Há algo alem dos meus pensamentos que me instiga

Tira-me o sono das noites

Colocam em meus braços, frios blocos de gelo ardente

Enquanto eu derramo agonias de minha alma perturbada.

Por favor, me ajuda

Venha me dar atenção

Eu não sou mais um ser racional

Deixei de ser quando voltei a ser criança

E depender do mais bondoso coração humano.

Não vá embora agora

Não me deixe em prantos

Quero seu abraço neste momento

E suas palavras

Pois minha mente já me abandonou à muito tempo

E agora deito-me em solo sujo para evitar a queda de minha sanidade.