Poemas Noturnos
8 Árvore da vida
Famigerada paixão que me atormenta
sob forma de sonhos, lembranças, pesadelos...
Esquecê-los, a mim, não permitem,
ludibriam, caotizam, persistem
e, sequer, me permitem vivenciá-los...
.
.
Antes me assolassem traumas físicos,
feridas, chagas, tumores...
Antes fossem apenas lembranças,
vagas e sem esperança...
Mas, infelizmente, o que transtornam-me são flores,
sonhos, amores,
de uma dolosa e obsoleta paixão
que brotou, cresceu,
floriu e doeu.
.
.
Árvore da vida, que, em mim, brotara,
enraizando-se nas entranhas do meu ser,
suga (porque agora?) minhas vidas
exauridas, mente e corpo,
que deixam aqui seu ferimento exposto
proscrito em linhas de lágrimas de sangue vertidas.
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Então, muito obrigado por ter lido! O poema acabou antes dessa linha aqui de cima, como deve ter percebido, mas, como o site requer o mínimo de 100 palavras por capítulo, tive de completar as ditas cem palavras com algo que, no caso, é essa explicação para a existência dessa explicação, então é isso! Espero que tenha gostado!
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