Poemas Noturnos
54 Tempo indeterminado
Notas iniciais
Quanto tempo é suficiente
para tornar o coração descrente
e confessar de todo sincero
que já não sente mais todo o amor que um dia jurou ser para sempre eterno?
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E passam horas, minutos, momentos;
Me passam memórias e beijos que já não mais tenho;
E passam o sol, luas e verdades
repletas em suas vaidades,
mas num mar de saudade, deixo-me a relento.
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Mas tudo passa. Passa?
Eu já não sei,
mas, se muito falei,
essa verdade eu passo.
.
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(O poema acabou ali já, como já deve ter percebido, mas, como também já deve saber, faltaram algumas palavras para completar o número mínimo para poder postar, então estou escrevendo isso aqui para enrolar e conseguir colocar o número mínimo, então pode só pular isso aqui e ignorar, assim como já deve fazer e deve fazer em todos os poemas meus que ver um texto escrito no fim do poema, até porque sabe o motivo e que é perca de tempo. Seja como for, espero que tenha gostado!)
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