Poemas Noturnos

57 Sobre uma verdade pequena


Notas iniciais
O que vai dizer quando entender que eu posso ler o que se passa em seu coração?

Não adianta negar, falar ou mentir

enquanto eu sentir, a verdade virá,

pois a tua inocência emana de ti

em sopros da alma no mínimo olhar.

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Por mais que tu não queira,

que negue, minta ou repreenda,

é ainda mui inocente

e teus olhos te entregam, cara pequena!

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Mas negue! Negue! Irrita-te de novo!

Fica vermelha uma vez mais!

Pois tu és singela pequena!

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Com inconstantes olhos de chuva

pulsante, cinzenta e amena,

que de minh'alma arranca um sorrir enquanto, sempre, tão plena.

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(Sim, já acabou! Era para ser um soneto bonito e espero que tenha gostado, mas não conseguiu, por si só, chegar a cem palavras, por isso escrevi isso aqui para completar e fechar as cem! Desde já, muito obrigado!)

Notas finais
Olá olá, bravíssimo leitor(a)! Tudo bom? Faz um tempinho, certo? Desculpe pela demora: criatividade é algo complicado! Bem, espero que tenha gostado desse poema (?!)! Abraços e muito obrigado!