Poemas Noturnos
18 Inverno
Gélidos ventos silenciosamente anunciam,
em meio ao seu descrente caminhar solitário,
suaves ares de furacão
tristeza, saudade, solidão
em meio a frio, gelo, aspereza
de um tempo cuja beleza é sina
intensa, paralisante, assassina...
.
.
Amistosos tempos de peguilha
pérfidos instantes de união
cujo âmago suscita falsidade.
Hipocrisia: vágade da verdade
que envenena-nos a todo momento
como nortadas desfeitas a peitavento.
.
.
Das estações, és o nefasto cavaleiro
um ceifeiro sem forma humana
lúdico, fugaz, sorrateiro
emanando o doce cheiro da morte
sobrelevando a sonhos, devaneios, sorte
de qualquer louco aventureiro.
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Então, muito obrigado por ter lido! O poema acabou antes dessa linha aqui de cima, como deve ter percebido, mas, como o site requer o mínimo de 100 palavras por capítulo, tive de completar as ditas cem palavras com algo que, no caso, é essa explicação para a existência dessa explicação, então é isso! Espero que tenha gostado!
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