Poemas Noturnos

24 Desencontros Poéticos


Notas iniciais
Deixe-se levar pela magia!

E lá está o poeta, ocupado com seu intenso fazer poético.

Ele escreve, comenta, desfaz e repensa, mas,

o que é poesia?

Quem pode autenticar sua qualidade,

tirando-a da marginalidade,

de ignorantes e suas sujas mãos frias?

.

.

E lá esta ele, novamente, criando.

Vivendo sua bela amaldiçoada sina severina.

Quase tudo já está feito com sua finalidade.

Rimas, internas e externas, estrofes, versos, subjetividade,

mas... Subjetividade? Com qual razão?

Com qual função, pois, se não escrever com objetividade,

mesmo as subjetivas essências do coração,

toda esta ignorante e podre humanidade,

em meio à sua "complexa" sociedade,

não consegue, sequer, ler um sim dentro de um não?!

.

.

E, assim, um momento!

Ele, finalmente, parou.

Por qual razão?

Pouco importa.

O poema está acabado e já é hora de mudar de tema.