Poemas Meus
34 Máscaras
Notas iniciais
Gosto de dizer que esta é minha segunda obra prima, depois de Doce Morte.
Cada dia, uma face.
Cada face, consequências.
Queria tanto que acabasse
essa vida de negligências.
Perdi-me de meu eu
de tantas máscaras que usei
de tantas máscaras que quebrei
de tantas máscaras que criei
para proteger-me do que se corrompeu.
Máscaras, em que as tintas saem
revelando o verdadeiro vazio, o branco.
Máscaras que um dia caem
mostrando meu eu, meu espanto.
~malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras~
Notas finais
Odeio esse limite de palavras. Podia ter uma configuração especial pra poemas.
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