Notas iniciais
Gosto de dizer que esta é minha segunda obra prima, depois de Doce Morte.

Cada dia, uma face.

Cada face, consequências.

Queria tanto que acabasse

essa vida de negligências.

Perdi-me de meu eu

de tantas máscaras que usei

de tantas máscaras que quebrei

de tantas máscaras que criei

para proteger-me do que se corrompeu.

Máscaras, em que as tintas saem

revelando o verdadeiro vazio, o branco.

Máscaras que um dia caem

mostrando meu eu, meu espanto.

~malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras, malditas cem palavras~

Notas finais
Odeio esse limite de palavras. Podia ter uma configuração especial pra poemas.