Poemas...

14 Capítulo 14 (+3poesias)


I: deixe o monstro te abraçar

Com o olhar de cachorrinho

Frankenstein só queria um pequeno monstro gigante,

que pudesse ele abraçar

e depois sair correndo.

Com os olhos bem abertos

vinha Alex tomando olhos de leite

" um poeta tanto mente

que a dor que deverá sente "

a garota fofa e bochechuda

dizia para deixar o monstro lhe abraçar,

porque nó céu tudo está bom

estamos todos muito calmos

a pontos de nos esquartejar

você é meu melhor amigo

II: trincheirados

Se escondendo do belo gato,

escondido estava o sujo rato,

preparando-se para se atirar,

no primeiro inimigo que chegar

De Apolo tinha medo,

sonhos não poderia ele ter,

não tinha tempo para beber,

dormia tarde e acordava cedo

são como campos de morangos aos pedaços para sempre...

eles tem duas bocas e um ouvido,

nós temos três ouvidos e nenhuma boca

como é bom estar aqui apertado...

quando uma bomba em mim explodir,

eu acho que vou conseguir sair

III: Porcos comendo bacon

estamos todos entrando em uma viagem psicólogica,

que estão inventando motivos para lutar,

ouvir dos seus modos a religião interpretar,

falando que o motivo de nossa guerra é pela paz...

ouvi-los dizendo qual religião é a melhor

é como ver porcos comendo bacon

A galinha faminta, pegou o ovo de codorna...

levei meu cachorro para China...

não tinha o que comer...

comprei uma carne do seu ser...

bem vindo a selva

aqui é como ver porcos comendo bacon

o rei comia o coração do coelho,

enquanto mandava arrancar pela frente o coração de Pero coelho

e pelas costas o coração de Alvoro Gonçalves

é como ver porcos comendo bacon,

é como ver alguém nadar numa piscina de leis regurgitadas

é como ver porcos comendo bacon.