Poder Supremo

6 Começando Novamente - Encurralada


Notas iniciais
Hey boys and girls! Aqui está um novo capitulo, finalmente consegui postar. Mais uma coisa, essa fanfic agora tem um co-autor que é o Cupcake Alado. - - - - - - - Hey meus súditos - SQÑ - sou eu novamente ( uma salva de palmas por favor ) Cupcake Alado, agora co-autor dessa criatura logo acima. Boa leitura!

Eu estava seguindo as coodenadas do mapa, mas isso já fazia um tempo, era como se eu estivesse andando em círculos. Será? Mas eu estava fazendo tudo exatamente como estava lá!.

– Droga! Eu disse lembrando do que a Kate falou. Ela mandou as coordenadas erradas e agora eu estava presa ali. E até tentaria me mexer se não ouvisse algo ou alguém se aproximando. E para completar, eu estava sentindo algo repuxar os meus olhos. Um movimento contínuo que não me deixava ver direito. Mas para a minha surpresa, quem apareceu foi o homem que estava na clínica, o último com o qual eu falei.

– Surpresa em me ver?

– Claro! O que você está fazendo aqui?

– Eu vim lhe alertar!

– Me alertar? E como você sabia que eu estaria aqui?

– Não é difícil obter essas informações, quando se tem os contatos certos.

– Os contatos certos? É obviamente alguém da escola. Mas quem?

– Confidencial. E sim, lhe alertar, porque você não sabe, mas injetamos CPH4 em você, mas não se preocupe, só vai começar a dar resultado em algumas semanas. A não ser que ele seja altamente estimulado, só depende de como o seu corpo vai reagir. A maioria das cobaias...

– O que? Eu? Uma cobaia? Quer dizer que vocês podem simplesmente injetar essa coisa em mim e achar que vai ficar tudo bem?

– Não se altere Annie, você precisa se acalmar!

– Ou o que? Vocês vão me dar outra injeçãozinha?

– Annie...

Ele tentou me tocar, mas eu reagi antes que isso acontecesse!

– Não me toca – eu disse me afastando!

– Não faça isso Annie!

Antes que ele pudesse se mover mais uma vez para perto de mim, eu senti uma onda passar pelo meu corpo, como se estivesse mexendo com minhas entranhas e alterando algo em mim. Mas ainda com o olhar fixo nele, pude vê-lo sendo lançado numa árvore, depois disso eu senti que já não conseguia mais controlar o meu corpo, caí e logo após vi ele caindo também. E como se já não bastasse, de repente eu já não estava mais lá, estava caída no meio da estrada. Mas como? O que aconteceu? O que houve com aquele homem? E porque eu agi tão agressivamente? Eu estava cansada demais para pensar, e sem me lembrar do perigo, ali mesmo adormeci.

. . .

– Annie? Annie? Reaja!

– Annie?

Lentamente eu fui abrindo os olhos, sem escutar direito o que as pessoas que estavam perto de mim estavam dizendo, mas podia escutar as suas vozes me chamando.

– Filha?

Era minha mãe. Minha mãe? Pulei da cama, e foi quando percebi que não estava na escola, ou na floresta, estava em casa.

– Graças a Deus, você acordou- minha mãe disse me abraçando.

– Mãe? O que eu estou fazendo em casa? Eu estava na floresta e...

Meu Deus! A floresta! Eu preciso voltar lá para saber o que aconteceu com aquele homem!

– E... você estava na floresta? Não, você estava no meio da estrada, caída... eu nem quero lembrar. Como você foi parar lá?

– Eu... não sei, não lembro – menti para ela.

Ela não poderia saber. Seria arriscado demais. E se eu a machucasse?

– De qualquer jeito, você está bem agora! E vê se dorme está bem? Já se meteu em problemas demais esses dias? Onde você está com a cabeça hein?

– Bem aqui mãe!

– Tchau, brincalhona!

Sim. Esse momento com a minha mãe foi realmente bom, mas agora, eu precisava voltar a floresta, para ver o que havia acontecido.

. . .

Eu estava andando em direção a floresta quando senti como se estivesse sendo observada, então eu parei e perguntei:

– Quem está aí?

Não obtive resposta, então perguntei novamente:

– Quem está aí?

Até então estava tudo silencioso, mas eu ouvi um barulho vindo de uma das arvores, fui até lá lentamente, mas não vi ninguém. Então comecei a andar para dentro da floresta e continuei ouvindo o mesmo barulho, só que agora parecia estar mais perto. O barulho estava mais alto, eu continuei andando até que vi uma sombra que passou rapidamente, mas não era uma sombra comum, não era humana, era de um animal que parecia ser grande, feroz e completamente selvagem.

Por incrível que pareça, eu não senti medo, senti curiosidade e continuei andando pelo mesmo caminho que a fera. Cheguei a um lugar que não havia arvores, uma clareira, e vi a sombra novamente, mas já não estava correndo, estava vindo na minha direção. Fiquei sem reação, paralisada. A fera, não estava correndo por que sabia que eu não iria a lugar nenhum... eu estava encurralada.

Notas finais
Pronto! Espero que tenham gostado!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.