Notas iniciais
Gente, queria agradecer a todos que estão acompanhando a história, e em especial a Together, VITÓRIA PYM STARK SALVATORE e jadecardoso que deixaram comentários. Eu amei, obrigada de verdade! Espero que continuem comentando rs Então, aí vai mais um capítulo. Espero que gostem! (:

"O único argumento real a favor do casamento é que ele continua sendo o melhor método para se conhecer alguém." (Heywood Braun)

O grande dia havia chegado, o casamento seria em poucos minutos. Nem Karina nem Pedro haviam conseguido dormir direito a noite digerindo toda aquela loucura que estava prestes a acontecer. Eles entraram no cartório fazendo o melhor que eles podiam para parecer um casal apaixonado. E até que eles desfasavam bem. Bianca, prima de Karina, e Duca, o namorado dela estavam de testemunha.

– Boa tarde – iniciou o Juiz – Estamos aqui pra casar perante a lei o Senhor Pedro Ramos e a senhorita Karina Duarte em laços de matrimonio... — Então o juiz começou aquele discurso chato e entediante, até ele chegar nas palavras as quais realmente interessavam.

– Senhor Pedro Ramos é de livre e espontânea vontade que aceita a senhorita Karina Duarte como sua legítima esposa?

– Sim — limita-se Pedro a responder

– Senhorita Karina Duarte é de livre e espontânea vontade aceita senhor Pedro Ramos como seu legítimo esposo?

– Ér...Sim — responde Karina, titubeando um pouco


– Assim sendo, eu vos declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva. – Pedro deu um selinho comportado em Karina e seguiram rumo sua a casa. A casa era enorme, com cinco quartos. Mas tudo naquela casa fazia lembrar a sua avó, desde a cristaleira, até o piso de madeira. Isso tornava ainda mais triste a ideia de ir morar naquela casa com um completo estranho como marido, e sem a sua avó.

– Gostou do quarto? – perguntou Pedro assim que eles entraram no quarto que agora seria deles. Era um cômodo bem grande e espaçoso, mas escuro e depressivo.

– Só me lembre de chamar um decorador urgentemente amanhã. – disse Karina fazendo careta

– Essa casa é tipo um mausoléu. Parece aquelas mansões de filme de terror. – disse Pedro rindo e olhando para os quatro cantos do quarto.

– Olha, eu não sei você, mas eu vou tomar um banho e dormir. Porque o dia hoje não foi fácil pra ninguém. – disse Karina mudando de assunto, abrindo o armário e pegando uma toalha.

– Isso é uma sugestão para eu tomar banho com você? – perguntou Pedro com um sorriso malicioso

– Você é muito engraçadinho. Para você conseguir tomar banho comigo, idiota, só morrendo e nascendo de novo – provoca Karina

– Olha, Karina, se eu fosse você não diria isso. Nunca sabe o dia de amanhã. – Pedro diz ficando a centímetros da loira, e a incomodando com a pequena distancia entre os dois.

– E-e-e-u prefiro arriscar – gagueja Karina correndo para o banheiro e batendo a porta.

– A esquentadinha gosta de risco, então? Melhor ainda. – disse Pedro pra si mesmo.

Notas finais
Sei que esse capítulo foi bem pequeno, desculpa. Apesar da pequenez dele, eu espero que vocês tenham gostado. BeijosMil :*