Pode Tentar Entender?

15 Capítulo 15 - A deadly plan


Notas iniciais
então, como todas apoiaram a segunda temporada, ela vai acontecer ah fiquei tão feliz de saber que vocês gostam mesmo da fic
enfim, esse capitulo não tem tema .-.
e agora só faltam 2 pra terminar de vez. uhul huahu

Já estava com Katherine há 12 dias. Era insuportável ficar ali, preso naquela casa velha com ela.

Katherine me levava várias humanas para me alimentar. Eu tomava o sangue, pois tinha que estar forte para ataca-la, mas não conseguia mata-las. Cada garota que ela me trazia me lembrava Elena.

E não podia fazer nada com elas. Era incrível — e até mesmo estúpido — ver como eu havia mudado de um tempo para cá. Antes eu poderia matar qualquer um sem problema nenhum.

A campainha tocou no primeiro andar. A humana que Katherine controlava para ser nossa empregada atendeu a porta. Era uma garota, aparentemente perdida.

Estava tomando banho. Podia ouvir a conversa entre a recém chegada e Katherine.

A próxima vítima, eu pensei.

Então fui até a sala. A garota era linda. Havia algo nela. Algo que eu não conseguia descrever, mas desejei imediatamente poder fazer alguma coisa para salvá-la. Seu nome era Susanna e sua voz era linda.

Não conseguia entender o que havia com ela. Mas sabia que ela era de certa forma especial.

Katherine me encarou pouco depois de me apresentar a garota. Era assim que nós sempre combinávamos quem ficaria com o convidado. Pedi para ser eu, não podia deixar que Katherine a matasse. E principalmente, ela não podia se alimentar naquela noite.

Katherine avançou na humana, tentando assustá-la. A garota não gritou, só ficou um pouco apreensiva. Então ela deu a ordem para que eu me aproximasse. Olhei rapidamente para o relógio na parede. Apenas alguns minutos...

A garota não resistiu quando levantei sua cabeça e nem quando comecei a passar o lábio pelo seu pescoço. Precisava ganhar tempo e ela era muito atraente. Katherine ainda estava ali e sorria. Comecei a beijar o pescoço dela suavemente. Por que o telefone não tocava?

Quem era aquela Susanna afinal e porque ela não sentia medo? Porque ela fazia eu me sentir tão bem?

Finalmente o telefone tocou. Katherine foi atende-lo. Susanna gemia e isso estava me deixando excitado. Precisava me controlar para não morde-la. Embora precisasse de mais Poder possível, algo me dizia que não devia machucá-la.

Katherine voltou para a sala. Estava nervosa.

-Ainda não terminou isso Damon? Droga, vou ter que sair. Mas eu já volto. E para de brincar logo com essa humana!

Eu simplesmente ignorei. Dentro de alguns instantes, estava sozinho com Susanna.

-Desculpe.

-O que foi? — ela perguntou em tom de preocupação.

Segurei seu rosto com as duas mãos, forçando-a a olhar fixo em meus olhos.

Me senti tonto por um momento. Como se pareciam com os olhos de Elena. Eu devia estar ficando louco, imaginando-a em qualquer lugar! Então me recompus.

-Você vai embora e não vai se lembrar do que aconteceu.

-Você não mata mais, Damon? — ela perguntou, assim que eu virei as costas. Aquela voz, não podia ser...

Me virei para ter certeza se ouvira direito, ou se era só mais um delírio

-E... Elena?

ela sorria para mim, enquanto tirava a peruca e soltava os cabelos naturais.

-Oi.

-O que... O que faz aqui? Enlouqueceu? Katherine pode te matar!

-Eu vim atrás de você. E não ligo pro que ela pode fazer, desde que esteja junto com você.

Eu sorri. Um riso seco.

-Elena, eu estou com ela para te proteger e você joga isso fora, vindo até aqui?

-Damon, de nada vale viver toda a eternidade sem você por perto.

-Você tem o Stefan. — minha voz era ríspida.

-Mas eu quero você! E não vou desistir. Se você soubesse o que eu fiz pra chegar até aqui... Eu matei, Damon! Matei seres humanos só pra poder te encontrar.

-Então você tem poder? — estava surpreso com ela, mas naquele momento precisava ser rápido. Katherine voltaria a qualquer momento.

-Sim. Como acha que vim até aqui?

-Ótimo. Então você pode ajudar.

-Em que?

Agora meu sorriso era verdadeiro.

-Katherine foi até a sede dos vampiros que costumavam trabalha para ela. Mas eu fiz algumas coisinhas que deixarão ela muito brava. E nesse momento ela deve ter acabado de matá-los. Então ela está sozinha. E não tão forte, porque não se alimentou hoje.

-Nem você. A Susanna ia ser a sua refeição.

-Engano seu. Eu sai mais cedo para comer. Ah, pra Katherine não desconfiar, eu digo a ela que precisei matar a empregada e que controlei você para substituí-la. Então, quando ela estiver despreparada, nós atacamos.

-Uau, como você é mal! — ela sorria. Como estava com saudades daquele sorriso!

Nós nos aproximamos. Não tínhamos muito tempo, mas não dava pra continuar sem senti-la de novo. Nós dois precisávamos daquilo.

-Ho, ho! Ho, ho! — era um som de uma coruja, mas não parecia exatamente com uma. Elena sorriu. Não sabia porque, afinal, aquilo havia atrapalhado a gente.

-Chegou ajuda. Vou abrir a porta! — ela desceu. Não estava entendendo nada.

-Eu vou esconder a outra empregada. — disse descendo também.

Não fiquei para ver quem era lá fora, só peguei a mulher e levei para cima de novo. Havia uma despensa num quartinho que ficava na sala. Era lá que Katherine deixava os corpos de suas vítimas.

-Presta atenção — disse para a mulher — você tem que ficar aqui sem fazer barulho nenhum. Ok?

-Sim.

Então sai e fechei a porta. Bonnie e Alaric estavam ali. Elena sorria para mim.

-A ajuda.

-Vocês? — perguntei curioso. Bonnie até podia entender, mas Alaric? O que ele estava fazendo ali?

-Oi, Damon. — disse Bonnie tentando ser educada.

-Oi. — eu não precisei tentar. Apesar de tudo, gostava de Bonnie. Ela era leal à Elena e fazia de tudo para ajudá-la. -Rick.

-Olá Damon. — ele deu um leve sorriso. Ainda não compreendia as suas intenções.

-Acho melhor vocês se esconderem na dispensa também. Katherine não vai sentir o cheiro de vocês, pois ali tem muito sangue. É um lugar horrível pra vocês ficarem, mas é a melhor opção. — tínhamos que ser rápidos. Katherine podia entrar a qualquer momento na casa.

-Certo. — disse Bonnie.

Eu os levei até o quarto enquanto Elena apagava a luz da sala.

-Não podia abandonar um amigo — Alaric puxou meu braço, antes de eu sair do quarto — quando ele precisa de mim.

Aquela era a explicação dele? Ele me considerava um amigo?

Alaric sorriu. Aparentemente pensou que pudesse me deixar abalado.

-Ah, claro. — respondi, voltando para a sala. Bonnie fechou a porta.

Elena sorria para mim.

-Ah, cala a boca! — brinquei. Sabia que ela também tinha ouvido.

-Eu não disse nada! — ela também sorria. — Melhor eu ficar lá embaixo, fingindo que estou sendo controlada. Até daqui a pouco.

Katherine demorou cerca de cinco minutos a mais para chegar. Ela entrou às pressas, fazendo um barulho estrondoso no andar de baixo.

-Quer me explicar o que aquela humana ainda faz aqui? — seu tom era de poucos amigos.

-Achei ela uma empregada mais atraente do que a outra.

-E o que fez com a outra?

-Matei. O que você tem? Está tudo bem?

-Não. Os vampiros começaram a brigar entre si. Tive que matar todos eles.

Eu sorri disfarçadamente. Era tudo o que eu precisava ouvir.

-Amanhã vou ter que criar servos novos. Oh Damon, porque tudo é tão difícil pra mim?

-Vem aqui. — chamei-a para mais perto de mim.

Em menos de um segundo lá estava ela. Ela parecia fraca e desolada.

Virei-a de costas para mim, deslizando as mãos suavemente pelo seu corpo e parando em sua cintura. Ela estava totalmente relaxada.

Então comecei a beijar seu pescoço suavemente, inclinando-o para o lado. Katherine fechou os olhos. Eu sorri. Era chance que eu esperava.

Rapidamente mordi seu pescoço, fazendo o maior estrago que pude, antes dela se virar para mim, em pose de ataque.

-Como pode? — ela estava furiosa

Não dei tempo para que ela se recomposse. Me transformei em um lobo e ataquei novamente. Katherine virou um tigre branco.

Começamos um combate mortal. Mesmo machucada e sem comer, Katherine era forte. Então um puma gracioso saltou no tigre.

Notas finais
ah, e agora? será que eles conseguem vencer a Katherine? E o Rick, foi só pra ajudar o Damon (será? hauuh)
o que acharam?