Plutonium

1 Prólogo - Nomes


— Vamos morrer se continuarmos aqui Seal...- insistiu Iron enquanto se escondiam atras de uma duna. — Olhe aquelas patas.
Acha que eu não vi idiota ? — Reclamava seal — Não parece com qualquer manada que eu ja tenha visto
A distancia podia-se ouvir um algomerado de um ser parecido com um escorpião, mas com 4 caudas e gigante
Por isso estou dizendo para sairmos logo daqui-Argumentava Iron — Siga nossa regra Seal "Não se pode fazer nada morto "
Se retornamos apenas com apenas "RAD" Oven vai condenar toda a expedição Iron — disse Seal nervoso.
— Ela nao vai nos matar apenas por isso — falava Iron
— Idiota, é quase o dia da ascenção — continuava Seal- E voce sabe que a dama Onsen esta gravida
— Vamos morrer — disse Iron tremendo — VAMOS MORRER...
— Cale a boca Iron — continuava seal nervosamente — Ou vamos morrer para aquela manada ali, vamos voltar para o acampamento e falar com o capitão para decidir.
Iron e Seal partilhavam um olhar como se relembrando a frase de seu antigo amigo batedor " Não se pode fazer nada morto".
As duas sombras afastavam-se misturando-se as dunas em direção ao sul



Fazia calor naquela tarde arida de verão, Uma pequena caravana puxada por escravos permanecia na estrada há meses retornando das nações do leste ou como eram conhecido pelas pessoas da região o "novo mundo" trazendo as principais mercadorias para comercio. Dentro da carroça um senhor de meia idade de vestes pretas deitava-se enquanto era alimentado pelas servas.

—Senhor phone estaremos chegando apos o monte- comentava o feitor- Precisamos do senhor para usar a autoridade

O homen que correspondia por phone apenas acenava a cabeça em concordancia enquanto pensava que deveria ir ao distrito vermelho apos isto, apos a passagem pelo monte pode-se ver se extendendo por todo o espectro visivel uma barricada com homens e canhões em cima aquela era a marca da maior fortaleza das terras desoladas Urbe.

— Alto quem vem la — dizia o guarda — Esta é Urbe o bastião da humanidade , apresente-se ou morra.
— Senhor Phone , autoridade de nível 4 — Dizia phone enquanto mostrava um brasão com o numero 4
— Desculpe o incomodo senhor phone — Nervosamente comentava o guarda — Tenha uma boa estadia

Apos isso a caravana seguiu seu caminho ate a praça central de phone aonde era vendido quase tudo que pudesse se encontrar desde as terras do leste ate as terras desoladas, tudo desde artefatos lendarios do apocalipse ate pedras baterias que poderiam manter certos aparelhos ligados, A unica coisa que nao podia-ser vendida na praça central eram escravos, segundo a lei de Urbe todos os escravos devem ser vendidos para a cidade para a nomeação de cada um e depois de realizado um leilão uma porcentagem do valor seria repassado para os vendedores

Antes de irem para o leilão lembrem-se aqui em Urbe tudo é decidido pelo nome ,voces sao escravos entao tem autoridade de nivel 0 e nem ao menos terão um nome de verdade — continuava o feitor — Jamais ofenda aqueles que tenham nomes que venham do artefato lendario " catalago de moveis para casa" a sua morte é o melhor resultado possivel para esses casos

Os escravos apenas olhavam profundamente para o feitor, enquanto esperavam a nomeação que mudaria o destino de todos para sempre e garantiria uma vida fácil ou o inferno na terra.

Notas finais
Comente se possível espero que tenha sido uma boa leitura , sei que sou um péssimo escritor mas fiz o melhor para fazer algo interessante de se ler. qualquer erro ou ideia comenta ai em baixo
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.