Plus Ultra
3 Capítulo 3 – Tive pesadelos numa noite sombria
Notas iniciais
3 – Tive pesadelos numa noite sombria
Era noite, a Lua brilhava no céu iluminando a cidade e Levy junto com seus amigos Jet e Droy se dirigiam para a casa de um deles, iriam ter a noite dos filmes, nessa vez a casa de Jet foi escolhida, já tinham em mente o filme que assistiriam então bastava chegar e fazer a pipoca, pois os três já haviam comprado besteiras como doritos, refrigerantes, balas e doces , para a alegria da baixinha, que adorava aquilo .
No caminho oposto seguiam Gajeel e os outros quatro colegas que apenas o bajulavam ou falavam sobre coisas banais, eram eles:
Aria: Um homem enorme que chorava a todo momento.
Juvia: Uma garota romântica mas muito quieta e reservada.
Sol: Tinha um sotaque francês e não era muito bonito
Totomaru: Extremamente pervertido, Totomaru adorava ouvir ou até mesmo ver Gajeel com as milhares de garotas que ele ficava, o quinteto passava pela calçada. O trio de Levy andava no sentido contrário, Jet e Droy andavam normalmente e Levy andava de costas, sem perceber a aproximação ela esbarrava no moreno, perdendo o equilíbrio e caindo em cima dele que a olhou com um olhar de desaprovação até ver o símbolo da escola dela no uniforme — " Cace as fadas Gajeel. Não as perdoe ! " — seu semblante mudou ao lembrar do que seu diretor havia falado.
–Desculpa Moço..! — Ao vê-la tentar se levantar ele desferiu-lhe um soco, fazendo-a cair, confusa. Seus amigos partiram imediatamente em sua defesa, o que realmente irritou o homem que ali estava.
–Seu grande idiota! — Jet partiu pra cima dele, revoltado.
–Você machucou a Levy-chan!! Seu bruto. — Assim como o ruivo, Droy correu em defesa de Levy, mas foram logo imobilizados por Gajeel, que os arremessou com força fazendo-os desmaiar imediatamente, Levy de desesperou e jogou o corpo sobre ele, entretanto isso não chegou nem perto de abala-lo.
–O que PENSA que está fazendo vadia...? — Ele deu uma ênfaze naquela palavra, e a prensou na parede sorrindo maliciosamente, Juvia e os outros três o encararam.
– Gajeel-kun... O que pretende fazer? Não está indo longe demais? — A moça pálida o olhou com pesar, no fundo ela sabia o que ele iria fazer e se calou ao imaginar o que ele faria com a jovem.
– Ele é assim mesmo... Oui... — Sol dizia com todo o seu sotaque olhando Juvia como se soubesse o que ele faria.
– Quieta Juvia! Essa garota terá o que ... — Antes dele acabar a frase, a menor atingiu-lhe a região do membro dele com um chute de seu joelho esquerdo, fazendo ele larga-la, tudo o que ela queria, saiu de perto dele indo até o garotos desacordados, praguejando de dor Gajeel foi até ela novamente e dessa vez sem piedade rasgou-lhe parte da roupa com extremo ódio — SUA VACA! VOCÊ VAI ME PAGAR! — Arrancando o resto de roupa que havia lhe sobrado ele abaixou a calça, colocando as costas dela contra a parede gelada, tirou o membro pra fora, tinha cerca de 27 cm e por incrível que pareça tinha dois trios de piercings de cada lado, era grosso e já estava ereto só de vê-la naquela posição.
– Pare! Tira isso de perto de mim!! — Levy gritava se debatendo enquanto ele a olhava sadicamente.
–Agora que eu comecei acha que eu vou parar? — Ele queria a ver em pânico, então de primeira só roçou o membro na entrada de sua pequena vagina e sentiu ela ficar tensa. Estava com medo dele, aquilo era maravilhoso pra ele que sem dó e nem um pingo de piedade a penetrou fundo e de uma vez. Juvia se surpreendeu ao ver o sangue dela escorrer pelo membro dele, já a pequena agonizava sentindo sua pureza ser retirada dela, Juvia e Aria diziam coisas como " Já chega! Foi longe demais" ou " Que tristeza!!" mas ele nem ligava, ela era muito melhor e mais prazerosa que qualquer outra garota que ele já havia transado.
– Ele foi longe demais dessa vez, Juvia-san — Aria falava, como sempre estava chorando — Pobre garotiiinha... Pobre garotinha que desafiou Gajeel-kuun ....
– Olha a cara dele... Nunca vi ele com essa expressão... Ele parece estar adorando...- Totomaru olhava tudo aquilo já excitado, Levy era apertada e isso fazia ela dificil de ser penetrada o que era extremamente estimulante pra Gajeel, ela gritava, gemia e tentava soca-lo mas isso só o deixava mais irritado e excitado, o moreno aumentava cada vez mais as estocadas na jovem e os piercings do membro dele machucavam-na por dentro.
–Ahhhh que vadia gostosaaaaa!! — Gajeel urrava socando o membro nela cada vez mais forte, suspirava e seu membro começava a latejar.
– Gajeel-san, goze fora dela pelo menos!! Vai acabar engravidando a coitada!! Oui! — Sol afirmava olhando ele fazer aquilo, a única reação de Gajeel foi aumentar o ritmo e urrar enquanto bradava pro colega.
– Não cheguei até aqui para gozar fora seu merda! Vou encher essa putinha gostosa de porra! Se engravidar o problema não é meu! — O rapaz aumentava ainda mais a intensidade até ele gozar do lado de dentro, era tão forte que só algumas gotas espalhavam pelo lado de fora, escorrendo junto com o sangue da menor que escorria pelo membro dele, os piercings que ele tinha na extensão do membro a machucavam impedindo-a de parar de sangrar. Depois de marca-la com seu semém ele a soltou, jogando-a no chão — Ahhh que delícia!
–SEU MONSTRO! — Ela gritava pra ele que sorria sadicamente.
– Sou mesmo — Dito isso ele a beijava, pegando-a pelo pescoço e logo em seguida recolhia o membro ainda duro, porém melado e fechava o ziper e se preparava para ir embora dali, assim que virou as costas recebeu um golpe nas costas de Jet, ele então se virou e trocou a expressão de prazer novamente pelo olhar de ódio.
– SEU MALDITO! VAMOS MATAR VOCÊ! — Ambos já cansados pela briga de antes voltavam a ataca-lo, dessa vez conseguiam acertar alguns golpes o que irritou demais Gajeel e o fez imobiliza-los e amarra-los a uma árvore, deixando-os consciente para que testemunhassem o que ele faria em seguida com a jovem.
– Eu IA liberar vocês... Mas odeio gente que não se comporta... — Ele a pegou pelo cabelo impiedoso como sempre e levantou-a e bateu suas próprias costas contra a parede.
–VAI NESSA GAJEEL-SAN!! MOSTRE O SEU PODER- Gritava Totomaru animado, Juvia e Aria estavam aflitos enquanto Gajeel já a segurando pelas coxas ergueu e a penetrou por trás, o choro e os gritos dela eram constantes, Jet e Droy se debatiam implorando clemência mas ele não ligava, ia e voltava no anus da menor, urrando por ele ser quente e extremamente apertado, os piercings dele a arranhavam por dentro, fazendo-a sangrar.
Deixa eu brincar também? — Totomaru, um jovem de cabelo bicolor do bando estava excitado com aquilo, se aproximava dela, Já retirando o membro pra fora, lambia o pescoço dela deixando um rastro de saliva ali, roçava seu membro em Levy que se debatia e chutava-o tentando afasta-lo.
–SAI DE PERTO DE MIM SEU MALUCO NOJENTO! — Gajeel se irritava com a situação e a apoiava ela no braço direito ainda penetrando-a e com os dedos aproveitava para a masturbar, já com o braço esquerdo pegava Totomaru pela camisa e o atirava contra a parede com força, o outro batia as costas e o encarava indignado.
– Sai daqui! Ela é só minha! — Gajeel berrava com raiva o rapaz estava revoltado com ele,
– Filho da puta! TA GAMADINHO NELA É? — Ele ficava o encarando, o sangue de levy pingava no chão e ela tinha espasmos por causa da dor, Totomaru não havia desistido e se aproximou novamente dela roçando o membro nela, Gajeel se enfurecia e o pegava pelo pescoço esganando-o.
– Não me atrapalhe! VÃO EMBORA! OS QUATRO! FIQUEM DE VIGIA! — Ordenou ele para os outros quatro, Totomaru o obedeceu contra a vontade, já Aria e Sol foram sem se manifestar, Juvia suspirou pra ele como se mostrasse que reprovava tal ato e olhou a menor com pena, porém se retirou de cabeça baixa.
Maior o soltava e a penetrava até se cansar, queria marca-la pra sempre então a estimulava com os dedos, sabia satisfazer uma mulher então fazer uma garota gozar seria fácil, fazendo movimentos circulares ele massageava o clítoris da menina sorrindo, ela tentava abafar os gemidos de dor e prazer que ele forçava-a sentir.
– Geme vadia! Geme!
Gajeel arranhava as costas dela, com força, o homem tinha unhas grandes e pontudas, ele a estimulava até sentir as contrações mais intensas da vagina dela assim como os espasmos de seu membro, e ambos chegavam ao orgasmo juntos. Levy gemia, gritava e sentia aquilo escorrer por sua bunda e pernas, os dedos do rapaz estavam melados pelo ápice dela, lambia os dedos, ele realmente estava satisfeito com o sabor dela mas não deixaria ela sair sem sentir o gosto dele, derrubava ela no chão a colocando de quatro a segurando pelo cabelo com força, esfregou o rosto dela no membro ainda rijo e sorriu perverso.
– Agora me chupa putinha... Quero sentir sua boca... — Levy recuou assustada, negando com a cabeça.
–Não... Por favor não... — Ele desferia-lhe um tapa no rosto.
– QUER VER SEUS AMIGUINHOS APANHAREM MAIS VACA? — Sem dizer mais nada a puxava pelo cabelo forçando-a abrir a boca e assim que ela o fazia ele enfiou o membro em sua garganta, sem alternativas ela passou a chupar o membro dele.
– Não faça isso Levy-chan!!! Nós ficaremos bem !! — Jet e Droy gritavam para ela desesperados porém não eram correspondidos já que ela se concentrava em satisfazer o homem que estava a sua frente.
– Ahh!! — Gajeel urrava retirando e colocando o membro na boca dela, um vai e vem delicioso pra ele, não satisfeito pegou-a pelos pulsos e colocou as pequenas mãos na extensão de seu membro, fazendo-a marturba-lo, ela entendeu o que devia fazer então continuou a ação, tirava e o colocava na boca lambendo e chupando toda a extenção dele, apesar de ser nojento e ter um gosto amargo ela limpava toda a goza dele com a língua e o estimulava fazendo pressão no membro dele.
Ele gemia, urrava com a boca pequena e aveludada da jovem garota de cabelos azuis, já havia transado com dezenas de garotas mas ela era incomparavelmente melhor, e o que ele mais gostava nela era : O fato dela ser virgem.
– Ahhh ! — Ele sentia os espasmos ficarem mais fortes e se apoiava com as costas na parede puxando-a pela nuca para aprofundar e intensificar os movimentos que fazia, não sentia mais ódio dela, pelo contrário, queria ela pra si, a fitava enquanto seus espasmos aumentavam e então parava se se segurar e gozava na boca dela.
– Não ouse cuspir... Quero que engula TUDO ! — Ele ordenou a pegando pelo queixo, a goza era mais do que sua boca suportava tendo já dentro dela o membro do rapaz, então engolia o que não havia escorrido pelos cantos de seus lábios.
ele só observou aquilo com um olhar cínico e perverso, passou o dedo indicador nos cantos da boca dela e em seguida nos lábios para que a mesma engolisse tudo e ela o fez, lambeu os dedos enormes dele até deixar a mão limpa. Ele então ajeitou o membro na cuéca e a subiu assim como fez com a calça, então a segurou pelo pescoço a erguendo e beijou-a, dessa vez foi correspondido entretanto era medo e de para ele pura luxúria. Ele então deu um golpe em seu pescoço e ouviu lamúrias dos amigos dela, então com um chute que acertou atrás do pescoço apagou ambos, ele não queria que ninguém mais a visse da forma que ele a viu: nua, pura e submissa. Por esse motivo ele a vestiu e deixou a amarrou, não antes de desenhar o símbolo de sua escola, a Phantom Lord, em seu abdome e a morder tão forte a ponto de sangrar e ficar toda a dentição do homem marcada no pescoço alvo da jovem, amarrou também os dois amigos junto a ela numa grande árvore próximo a onde estavam.
Ela acordou assustada, não era um pesadelo e sim uma lembrança da dor e da humilhação que ele havia causado, tinha que sair de lá o mais rápido possível, quando se preparava para fugir sentiu os braços enormes dele envoltos em si, ela estava na cama com ele, envolta num cobertor estava apoiada no peito dele, não parecia tão assustador e medonho como antes.
– L-levy... — Ele sussurrava, apertando-a no abraço demonstrando medo de que ela fosse embora — Levy não fuja... Eu... Sou eu... Lembra de mim...? — Ele sussurrava agoniado, não se conformava dela estar tentando fugir, não entendia o por que dele querer que ela se lembrasse dele.
– Ga- Gajeel... Acor... Da... Por... Favor... — Ela o cutucava tentando afasta-lo e se soltar, ele sentiu as pequenas mãos no seu rosto e despertou, meio sonolento.
– Levy... O que houve..? — Os olhos vermelhos tanto pels iris quanto pela esclerótica ocular. — Tá cedo... Volta a dormir...
– Me larga! — Tentava força-lo a abrir os enormes braços para sair. — Me solta!!
– Hunf... Fica comigo baixinha... — Ele corava olhando-a com um bico no rosto.
– Não !! Você é louco ! Você é mal ! Você... Nã-não é isso..! É que...
– Eu sou um monstro não é? Eu sei disso. Vá embora antes que eu faça.algo com você. — Ele virava o rosto, não mostraria a ela que estava chorando, aquilo era para fracos.
– Você tá..? — Ele se levantou brutalmente da cama, fazendo-a cambalear, continuava sem olha-la.
– VÁ EMBORA ! AGORA ! — Ele gritou, olhou para ela com o mesmo semblante de ódio daquele dia, assustada ela saiu correndo pelos corredores do hospital e passou por Juvia que tinha acabado de chegar lá para visita-lo, foi para o ponto de ônibus, o dia mal havia começado e ela já se sentia um lixo.
No hospital Gajeel chorava em silêncio na cama, Juvia chegou e o viu deprimido, nunca havia imaginado ve-lo assim antes. Ele que sempre foi forte e orgulhoso apenas chorava como a criança que não tinha sido, Juvia o abraçou e pela primeira vez ele a correspondeu deixando suas lágrimas tomarem conta do rosto do moreno, ela apenas consolou ele sabendo que no fundo ele sempre foi uma pessoa que precisava de amor. E ela sabia de quem.
Dois dias se passaram, Gajeel e Natsu estavam recuperados e Laxus havia sido expulso, seu grupo havia ganhado uma pena de suspensão d serviço comunitário, era aula de física.
Levy pov's on
– Muito bem meus alunos hoje faremos uma belíssima prova em dupla!! — O professor Gildarts falava feliz, como esse filho da p*** pode ficar tão feliz com uma prova?! Jet e Droy brigavam como sempre para fazer a prova comigo na verdade nenhum de nós — fora Jet — era bom em física , senti um puxão no meu uniforme e fui erguida, vi Gajeel me segurando com uma mão só e com a outra puxando meu material para a carteira vazia do lado dele, me colocou com todo cuidado — Até demais para alguém como ele — E me levou encarou como se esperasse algo.
– Er... Desculpe por aquele dia... — Eu comecei a falar enquanto ele me encarou e desviou o olhar em seguida.
– Esquece. Preste atenção na prova. -Ele deu um sorriso de canto para mim, corei.
– Ei !! Gajeel !! Saia de perto !!! — Jet percebeu que Gajeel estava fazendo dupla comigo e imediatamente parou de discutir com o Droy.
– É isso mesmo ! A Levy fará dupla com um de nós!! — Droy começou a reclamar encarando Gajeel que me abraçou contra o peito dele, beijando minha testa, sem perceber acabei soltando um gemido.
– Ai... E-ei... Eu ... — Ele se meteu no meio da conversa encarando os meninos... Posso estar doida mas ele parecia com... Ciúme...
– Escuta aqui seus merdinhas, ela tem dificuldade nessa matéria e nenhum dos dois prestaram pra ajuda-la, por isso eu mesmo farei isso. — Virava-se pra mim — Eu farei de você grande. — Corei e sorri, abraçando-o em seguida.
–Sim!! — Falei empolgada. Empolgada até demais, iso fez Jet e Droy ficarem quietos e irem se sentar, pobrezinhos... T-T
– Hey baixinha... Vamos lá? — Ele me disse abrindo o maior sorriso — e mais bonito — que eu já havia visto.
Levy Pov's Off
Gajeel Pov's On
Perguntei a ela mostrando meu melhor sorriso, acho que não sou bom nisso... O importante é que ela sorriu também e me abraçou, os pequenos braços me envolviam... Era deliciosamente quente e aconchegante... Comecei a explicar a ela como funcionavam as fórmulas que o professor havia explicado e com isso consegui ver o que eu mais queria... A expressão de felicidade dela ao aprender tudo o que eu havia dito, nunca a vi feliz desse jeito... será que eu realmente a amo como Juvia me disse?
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