Plus Ultra
18 Capítulo 18 - Consegui até mais do que eu queria...
Notas iniciais
– Me larga ! Porra ! — A menor gritou, o empurrando, ele sorriu debochado.
– Uau... A senhorita boazinha falando palavrão... — Gajeel a pegou pela gola do vestido e a guiou até a garagem, onde a soltou, rindo. — Vai me ouvir agora ?
– Fala logo. — Ela bufou, encarando o moreno que sorriu.
– Eu quero... Me redimir. — Gajeel corou desviando o olhar. — Podemos conversar... No quartinho ? — Ele olhou sério, o homem se referia ao quarto do sub-solo onde os dois costumavam passar as noites jogando video-game. — Prometo não fazer nada que não queira...
– Tudo bem... — Ela hesitou mas cedeu, afinal... Ele não faria nada com o filho e a irmã lá. Ambos foram rapidamente para o lugar, o quarto estava limpo e organizado, ambos olhavam aquilo com nostalgia quando Gajeel tirou um jogo da pilha, " Donkey Kong ".
– Gihi... Olha isso baixinha ! — Ele mostrava o jogo pra menor que não conseguia deixar de sorrir com aquilo. — Você era sempre o menorzinho...
– Cala a boca ! — Ela deu um soco de leve no ombro de Gajeel que riu, abraçando-a, nisso ambos cairam na cama, abraçaram-se e se entre olharam, ela tentou se manifestar contra e protestar mas ele fez sinal com os dedos para ela ficar quieta, Levy o fez e em seguida o homem a beijou, um beijo calmo e quente, ele sorriu ao lembrar que a boca dela tinha gosto doce, diferente da dele que era quase sempre amarga por causa dos cafés sem açúcar.
– Como eu senti saudade... — O mesmo suspirou olhando-a.
– Gajeel... — Ela tentou empurra-lo mas ele a impediu, ficando por cima da jovem. — Disse que não faria nada !
– Shiu... — Ele colocou os dedos sob os labios da menor. — Nada que não queira...
– M-me larga... — Levy já arfava, estava com a face rubra. — Por favor... Me solta... O Daisuke... O Daisuke pode nos ouvir... — O homem riu e olhou nos olhos dela profundamente.
– Não vai. Lembro bem que não dà pra nos ouvir lá de cima... — Ele beijou o pescoço dela e mordeu em seguida. — Era pra cá que vinhamos transar quando seus irmãos estavam em casa... E eu sei que quer fazer isso... — Ele lambeu onde havia mordido anteriormente, deixando um rastro de saliva ali.
– I-idiota... — Ela tentou afastar-se mas ele não permitiu. — Eu te odeio... Você me traiu ! — Ela gritou num estalo de conciência.
– É verdade... — Ele suspirou. — Mas... Eu errei... Eu tava bêbado demais... Me perdoe... Por favor... — Gajeel a beijou no pescoço, estimulando a intimidade úmida com os dedos por cima da calcinha fina.
– Não... — Antes dela se manifestar ele retirou a calcinha dela, sorriu ao ver que estava bem "fechada".
– Gihii... Não transa a quanto tempo ? — Ele sorriu com a cara dela de descrença no que o homem disse e a azulada desferiu um chute no rosto dele, ele continuou rindo. — Se guardou pra mim baixinha ?
– Cala a boca e vai logo... Antes que eu desista.- Ela suspirou, ele retirou as próprias roupas e em seguida a despiu, a intimidade dela estava exposta e o mesmo aproveitou para lamber ali, ela se contraiu e gemeu.
– Você mesma disse que nunca desistiria de mim... — Ele continuou e a viu contorcendo-se, o homem encarou aquilo como um sinal de aceitação e então focou-se em tirar gemidos dela enquanto lambia e chupava a intimidade da mesma, o membro dele estava ereto como nunca, parecia que estava sem sexo a anos... E estava mesmo, Levy sabia disso então se aproveitou para ter uma vingança, apalpou o membro dele por cima das roupas do rapaz que sorriu, levou as mãos dela até a extremidade da calça jeans dele e ela prosseguiu dali, abriu o botão e o zipper e abaixou a calça jeans dele, era de se notar o volume na cuéca, ele estava impaciente, bufou e guiou as mãos da jovem até a extremidade da cuéca fazendo-a descer a roupa que tanto o incomodava.
– Chupa . — Disse ele sem pudor, a menor se revoltou e o encarou severamente.
– Você não manda em mim sabia ? — Ele sorriu e abaixou-se, abraçou ela estimulando a intimidade que já estava pronta para tê-lo.
– Por favor... Para o seu Gajeel... — Levy corou e olhou para baixo, ele a estimulou mais e a jovem arfou, ele sabia que ela ia ceder então deitou-se nos puffs e colchonetes de barriga pra cima exibindo seu membro totalmente grande e ereto. — Não sou egoista... Vou te dar prazer também... Já sei... Vamos fazer como quando eramos adolescentes...
– Não me diga que... — Levy corou severamente ao lembrar-se sobre o que ele se referia.
– Isso mesmo. — O homem riu perverso. — Quem fizer o outro gozar primeiro vai escolher a posição pra foder.
– Não seja rude ! — A menor deu um tapa no rapaz e ele sorriu.
– Aceita ? — Gajeel lambeu os labios ao pensar em como iria querer possui-la.
– Me larga ! Porra ! — A menor gritou, o empurrando, ele sorriu debochado.
– Uau... A senhorita boazinha falando palavrão... — Gajeel a pegou pela gola do vestido e a guiou até a garagem, onde a soltou, rindo. — Vai me ouvir agora ?
– Fala logo. — Ela bufou, encarando o moreno que sorriu.
– Eu quero... Me redmir. — Gajeel corou desviando o olhar. — Podemos conversar... No quartinho ? — Ele olhou sério, o homem se referia ao quarto do sub-solo onde os dois costumavam passar as noites jogando video-game. — Prometo não fazer nada que não queira...
– Tudo bem... — Ela hesitou mas cedeu, afinal... Ele não faria nada com o filho e a irmã lá. Ambos foram rapidamente para o lugar, o quarto estava limpo e organizado, ambos olhavam aquilo com nostalgia quando Gajeel tirou um jogo da pilha, " Donkey Kong ".
– Gihi... Olha isso baixinha ! — Ele mostrava o jogo pra menor que não conseguia deixar de sorrir com aquilo. — Você era sempre o menorzinho...
– Cala a boca ! — Ela deu um soco de leve no ombro de Gajeel que riu, abraçando-a, nisso ambos cairam na cama, abraçaram-se e se entre olharam, ela tentou se manifestar contra e protestar mas ele fez sinal com os dedos para ela ficar quieta, Levy o fez e em seguida o homem a beijou, um beijo calmo e quente, ele sorriu ao lembrar que a boca dela tinha gosto doce, diferente da dele que era quase sempre amarga por causa dos cafés sem açúcar.
– Como eu senti saudade... — O mesmo suspirou olhando-a.
– Gajeel... — Ela tentou empurra-lo mas ele a impediu, ficando por cima da jovem.
– Shiu... — Ele colocou os dedos sob os labios da menor. — Apenas... Sinta...
– M-me larga... — Levy já arfava, estava com a face rubra. — Por favor... Me solta... O Daisuke... O Daisuke pode nos ouvir... — O homem riu e olhou nos olhos dela profundamente.
– Não vai. Lembro bem que não dà pra nos ouvir lá de cima... — Ele beijou o pescoço dela e mordeu em seguida. — Era pra cá que vinhamos transar quando seus irmãos estavam em casa... — Ele lambeu onde havia mordido anteriormente, deixando um rastro de saliva ali.
– I-idiota... — Ela tentou afastar-se mas ele não permitiu. — Eu te odeio... Você me traiu ! — Ela gritou num estalo de conciência.
– É verdade... — Ele suspirou. — Mas... Eu errei... Eu tava bêbado demais... Me perdoe... Por favor... — Gajeel a beijou no pescoço, estimulando a intimidade úmida com os dedos por cima da calcinha fina.
– Não... — Antes dela se manifestar ele retirou a calcinha dela, sorriu ao ver que estava bem "fechada".
– Gihii... Não transa a quanto tempo ? — Ele sorriu com a cara dela de descrença no que o homem disse e a azulada desferiu um chute no rosto dele, ele continuou rindo. — Se guardou pra mim baixinha ?
– Cala a boca e vai logo... Antes que eu desista.- Ela suspirou, ele retirou as próprias roupas e em seguida a despiu, a intimidade dela estava exposta e o mesmo aproveitou para lamber ali, ela se contraiu e gemeu.
– Você mesma disse que nunca desistiria de mim... — Ele continuou e a viu contorcendo-se, o homem encarou aquilo como um sinal de aceitação e então focou-se em tirar gemidos dela enquanto lambia e chupava a intimidade da mesma, o membro dele estava ereto como nunca, parecia que estava sem sexo a anos... E estava mesmo, Levy sabia disso então se aproveitou para ter uma vingança, apalpou o membro dele por cima das roupas do rapaz que sorriu, levou as mãos dela até a extremidade da calça jeans dele e ela prosseguiu dali, abriu o botão e o zipper e abaixou a calça jeans dele, era de se notar o volume na cuéca, ele estava impaciente, bufou e guiou as mãos da jovem até a extremidade da cuéca fazendo-a descer a roupa que tanto o incomodava.
– Chupa . — Disse ele sem pudor, a menor se revoltou e o encarou severamente.
– Você não manda em mim sabia ? — Ele sorriu e abaixou-se, abraçou ela estimulando a intimidade que já estava pronta para tê-lo.
– Por favor... Para o seu Gajeel... — Levy corou e olhou para baixo, ele a estimulou mais e a jovem arfou, ele sabia que ela ia ceder então deitou-se nos puffs e colchonetes de barriga pra cima exibindo seu membro totalmente grande e ereto. — Não sou egoista... Vou te dar prazer também... Já sei... Vamos fazer como quando eramos adolescentes...
– Não me diga que... — Levy corou severamente ao lembrar-se sobre o que ele se referia.
– Isso mesmo. — O homem riu perverso. — Quem fizer o outro gozar primeiro vai escolher a posição pra foder.
– Não seja rude ! — A menor deu um tapa no rapaz e ele sorriu.
– Aceita ? — Gajeel lambeu os labios ao pensar em como iria querer possui-la.
– Erm ... — Levy levou o dedo até a boca pensativa, Gajeel estava empolgado até ela olha-lo e dizer sem pena: — Não.
– Mais... Mais ... — Ele tentou argumentar mas ela pegou uma fita de video-game e deu um tapa de leve na cabeça dele.
– Nem seu erro proposital de português vai me fazer ter pena de ti.
– Droga... — O homem bufou e sentou-se num puff ( Notas da Gabyeon: Cês sabem o que é puff né ? ) — Eu queero... — Fazendo uma voz chorosa Gajeel gemeu, Levy sorriu e com piedade pegou um 3ds e mostrou para ele, indagando-o.
– Tá com o teu ai ? — Ele acenou com a cabeça e tirou da mochila que estava jogada num canto o 3ds preto.
– Sim... Por que ? — Ele estava curioso, ela riu e sentou-se num puff.
– Por que... Vamos jogar. — Levy apanhou numa pilha uma fita de " pokémon x " e inseriu no mini video game azul, ele fez o mesmo porém com " pokémon y ", a azulada encarou o moreno que montava um time, então ela começou a pensar:
Pensamentos de Levy: O time dele é baseado em Steel, Dark e Dragon, se eu usar a Sylveon nos Dark e a Gardevoir nos Dragon posso levar vantagem, a Flareon contra os tipo Steel me daria uma grande ajuda. Boa ideia !
Pensamentos do Gajeel: Sexo, sexo, sexo
Após montarem um time ambos se sentaram e começaram a batalhar, Gajeel enviou seu Umbreon como ela previa e levy o combateu Rápidamente com uma Sylveon, Logo após esta foi derrotada por um Mega Aggron, Que foi destruido por um Flareon, Este foi derrotado por um Dragonite, Mega Gardevoir o derrotou e em seguida lutou contra Metagross, esta perdeu. Depois de alguns minutos, restando dois pokémons para Levy e um para Gajeel ele mandou Zoroark e ela um Liepard, depois de uma árdua batalha Levy o derrotou, Gajeel ficou perplexo.
– E-Eu perdi... — Ele olhou para o jogo extremamente chateado. — Como..?
– Você é previsível demais. — Levy se sentou ao lado do homem nú. — Eu sabia qual era sua equipe desde o começo.
– Tsc. Não precisa jogar na minha cara anã. — O rapaz apanhou a cuéca e a calça, quando preparou-se para coloca-la levou um tapa na mão.
– Ei... Ainda quero meu prêmio... — A jovem sorriu sensualmente, ele se.excitou e a fitou, confuso.
– Mas... Mas... — Ele chacoalhou a cabeça. — Você... "Cê" disse que... — Ergueu o dedo apontando pra ela, a azulada bufou.
– Se reclamar eu desisto.
– N-não tô reclamando ! Quer dizer... — Gajeel balançou a cabeça e a segurou confuso. — Argh ! Você me deixa confuuuso.
– Hoje... Tu será só meu Gajeel... — Levy se sentou sobre o colo dele, massageando a cabeça do membro dele, ainda existiam os piercings que ele tinha na adolescência.
– Eu... E-ei... — Gajeel soltou um suspiro assim que a garota abocanhou o membro dele, O homem levou a mão até a cabeça dela para ajudar e guiar mas ela se recusou abanando a cabeça, Ela lambia e chupava com voracidade e vontade, Gajeel gemia bastante, faziam dez anos que ele não recebera um oral da mesma, sem pudor ela o satisfazia, para a satiafação ser recíproca ele se ajeitou fazendo com que ela se deitasse sobre seu corpo formando um " meia nove " (Nota da Gabyeon: 69, acho que "cês" sabem o que é ), ela bufou mas aceitou. Com cuidado ele "abriu" os "lábios" e começou a lamber lá, corada ela continuou a chupa-lo, as mãos hábeis masturbavam e massageavam o membro dele que já latejava, depois de alguns minutos bem mais intensos ambos chegaram ao ápice, Gajeel lambeu o "néctar" de Levy e ela conseguiu engolir todo o semem dele.
Levy se levantou e Gajeel continuou estendido entre os colchonetes, ela se posicionou e sentou-se no membro grande e ainda ereto com cautela, o maior sorriu e ajudou na penetração, doeu no começo mas ela se acostumou e a dor deu lugar ao prazer (N.d.G.: Caraca velho que bagulho clichê que eu escrevi agora xD)
Sem nem um pouco de dó Gajeel iniciou uma penetração rápida com estocadas fortes, Levy arfava e o maior usava sua força para ir mais e mais fundo, era bruto demais para ir com calma mesmo que não quisesse machucar a amada, Levy arfava com a força deste mas conseguia aguentar e sentir prazer com aquilo, ele indo cada vez mais fundo proporcionava um êxtase aos dois, até atingirem o pico do prazer e gozarem juntos, Levy e Gajeel estavam sem fôlego quando o celular dele tocou, ele atendeu.
" ???? : — Alô. ?
Gajeel: Huh ? Fala meu anjo." — Ao dizer isso ele se levantou, sentando-se nos puffs, Levy bufou enciumada com quem ele tava falando ?
????: Onde você tá ?
Gajeel : To no porão bebe. " A essa altura Levy já pensava em mil maneiras de chinga-lo.
???? : Não me chame de bebe ! A mamãe tá com você ?
Gajeel: Tá sim, já vamos subir filho. " Pensamento de Levy: Filho ?! " Espera a gente ai, não desce.
Daisuke: Ok ! " Ele desligou, Levy encarava Gajeel com raiva, em seguida a mesma deu um tapa no homem.
– Ai ! O que eu fiz ?! — Ele massageou a buchecha.
– Quem era ?! — Ela bateu o pé, Gajeel fez cara de deacrente e a fitou.
– O Daisuke, não ouviu não ? — Levy estendeu a mão.
– Não confio, passa pra cá.
– Sério isso ?! — Gajeel estava sem acreditar no ciúme dela. — Ok... Pega...
– Bom mesmo. — Ela checou o telefone e era mesmo Daisuke. — Se salvou dessa vez !
– Ué .-. — Ele jogou a cabeça para um lado, e logo depois se levantou, vestiu a roupa e ela fez o mesmo, ambos subiram, Daisuke foi até os dois.
– Achei vocês ! Papai ! Podia ter avisado !
– Desculpa... — Ele abaixou a cabeça.
– Ele tava doido atrás de você. — Disse Juvia, em seu olhar ela fuzilava o "irmão" por ter ido fazer aquilo com eles por perto, mas a mesma não podia reclamar pois o homem já havia encoberto diversas transas de Juvia e Gray na adolescência. — Bem ... Vejo que já converaram.... — Juvia sorriu, Gajeel mantinha o braço na cintura de Levy, todos foram fazer um lanche, logo após isso Levy foi levar Juvia ao carro, as duas se despediram sem saber que "ele" a espreitava.
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