Plus Ultra
15 Capítulo 15 - Mas fui tolo demais e a desperdicei.
Notas iniciais
Numa determinada noite Levy retornava pra casa, estava passando perto da antiga Phanton, quando ouviu um barulho, ela se assustou e começou a correr, a sombra corria atrás dela, era rápido, a única coisa que dava para perceber era o sobretudo negro que usava, assim que ele chegou perto a puxou, tapando-lhe a boca com as mãos.
– Fica quieta putinha... — O Garoto tirou o capuz, revelou-se Totomaru.
– O-o que você quer ?! — Levy começou a se debater, estava assustava com o olhar malicioso e maléfico dele. — ME LARGA !
– CALA A BOCA ! — Totomaru estava irritado então a pegou pela gola do vestido e desferiu-lhe um tapa, vendo o desespero dela o mesmo começou a passar as mãos nas coxas dela, sorrindo malíciosamente. — Vou te comer do jeito que aquele idiota não faz...
– Não... Não me toca ! Por quê tá fazendo isso ?! — Ela tentava de debater porém pelo tamanho e a falta de força o mesmo conseguia amarra-la e amordaça-la.
– "Tu" tá pagando pela traição do teu amado Gajeel. — Ele ria, abrindo aos poucos o vestido dela. — Não se preocupe... Já já seu namoradinho chega pra acertarmos as contas...
– Do que está falando ? — Levy olhou pra ele com certa raiva.
– O seu namoradinho tinha um pacto comigo ! — Totomaru começou a gritar, o mesmo tinha uma arma de fogo, um revólver nas mãos. — NÓS IAMOS FICAR RICOS !
– R-ricos ?! — Levy se pronunciou e o mesmo apontou o revólver pra ela.
– ELE IA PEGAR SEU DINHEIRO, OU O DA VADIA DA LUCY E IAMOS IR EMBORA ! — Totomaru atirou pra cima. — MAS ELE COMEÇOU COM UM PAPINHO IDIOTA DE AMOR E ME TRAIU !
– Meu dinheiro ? — Levy o encarou, as lágrimas já brotavam dos olhos dela enquanto o homem de cabelo bicolor se aproximava furtivamente e tocava no rosto dela delicadamente antes de se irritar de repente e estapea-la no rosto, a menor gritou chorando e ele se aproximou novamente, só que dessa vez o homem ia beija-la, quando de repente ele caiu no chão com um tiro do revólver do moreno que estava arfando de puro ódio.
– SOLTE ELA AGORA SEU FILHO DE UMA PUTA ! — Gajeel se aproximou dele correndo, Totomaru fez o mesmo, eles começaram a entrar em conflito, eram vários socos até que num momento de raiva o vilão gritou.
– VOCÊ ME TRAIU GAJEEL ! VOCÊ TRAIU A PHANTON GAJEEL ! VOCÊ TRAIU SUA FAMÍLIA ! VOCÊ TRAIU A PHANTON GAJEEL ! — Sem se abalar Gajeel sacou a arma e olhou pra ele, logo depois de imobiliza-lo.
– Levy é minha família. A FAIRY TAIL É A MINHA FAMILÍA ! — Ele atirou, sem nenhuma hesitação Gajeel desferiu três tiros, um na coluna, e um em cada perna, depois disso ele voltou sua atenção para a garota que chorava de medo.
– Calma meu anjo... — O maior acariciou o rosto dela sorrindo, Levy estava assustada com o homem que gritava de agonia e com a bestialidade vinda de Gajeel, sem dizer nada nesse meio de tempo ele a desamarrou, chamou a polícia e a tirou de lá.
Haviam se passado uns três dias desde o ocorrido com Totomaru, num determinado dia Levy estava com Gajeel no shopping quando o irmão dela ligou e a mesma correu, puxou Gajeel da loja, que vendia produtos para cabelo, pro carro, ela corria sem nada dizer e o moreno se revoltava por deixar os shampus lá, ela abria o carro e subia no banco de carona, o apressando. Ele colocou o cinto e saiu do estacionamento a mil, ela o pressionava e ele acelerava.
– O que houve ?! — Ele olhou pra ela. — Que pressa é essa ?!
– Rápido !! — Ela olhava pra ele, parecia estar afoita, o mesmo já se preocupava com a pressa da menor.
– Vaai ! — Levy berrava, ele pisava fundo no acelerador e prestava atenção dividida entre a pista e a namorada, nisso o homem quase batia.
– Grr ! Presta atenção !!! — Levy gritou para ele que a encarou.
– Grof... — Ele bufou e reclamou, revoltado. — SUA CULPA QUE EU QUASE BATI! Você fica me apressando ! — Com habilidade eçe driblava os carros, quase sem conseguir desviar de um. — Opa ! Quase bato de novo ... Giheee — Ele riu com aquilo, ela batia os pés no chão do carro mostrando impaciência.
– Aargh !!! Vai logo !!! — O maior acatava a ordem e ia o mais rápido possível.
– QUE PRESSA DA PORRA ! — Logo os dois chegavam na casa da menor. Ela tirava da bolsa uma venda.
– Ponha ! — Disse, impaciente. — VAI !
– Pra que isso ? — Ele tirou a venda das mãos dela e encarou aquilo. — Que merda é essa ?!
– VAI ! — Sem explicar o motivo ela berrou.
– O-Ok... — Muito assustado ele aceitou e vestiu aquilo, de repente ele sentia Levy pegar em sua mão e puxa-lo. Então ela o guiava pela casa, moreno ia com ela assustado com alguns sons estranhos e ritmados que ouvia, sem entender nada, de repente Gajeel sentiu a namorada tirar a venda, ele olhou o redor meio desnorteado.
– FELIZ ANIVERSÁRIO !! — Levy o abraçou sorrindo, ele retribuiu o abraço corando.
– Er ... — Ele a fitou meio deslocado e murmurou pra ela. — Ora ... Não precisava, sua ...
– Tá surpreso ?
– Sim. — Afirmou ele. — Quase morremos pra isso mas tudo bem. — Rindo o rapaz apertava o nariz dela. — Apesar de você saber que eu não gosto de surpresas ... Obrigado .
– Nha ... — A pequena o encarava chateada. — Você nao gostou.
– Gostei ! — Ele olhou em volta e a abraçou sorridente. — Na verdade eu adorei ! Fora a Juvia só você se lembrou do meu aniversário ... — Meio desajeitado ele a puxou para um beijo, largando-a alguns instantes depois. — Bem ... Vamos pro bolo ? — Ele sorriu, maroto.
– Calma ! — Ela o repreendeu. — Ainda tá cedo !
– Cedo por que ..? Eu quero pow ! — Ele bufava cruzando os braços e simulando uma mordida nela, que riu.
– E meus presentes ?
– Isso pode ! — Ela abraçou ele e o guiou no caminho para os presentes, várias pessoas se amontoaram ao redor, Levy abraçou ele. — Te amo...
– Também te amo ... — O mesmo ria e a puxava pra um beijo um pouco mais quente, ignorando os presentes eles iam para um canto, ficavam aos beijos e carícias por alguns minutos, mas Cana chegava
– Gajeel !!! — Ela gritou, o moreno a viu e abraçou a namorada forte, tentando ignorar a mesma que insistiu. — O que achou do meu presente ?!
– O que era ?! — Ele se empolgou largando Levy.
– Um pacote de camisinhas de sabores diferentes pra usar comigo ! Ou... — Ela olhou a baixinha com certo desprezo. — Com essa ai.
– Er... Não fale assim dela, ok ?
– Ele a encarou, depois se virou pra Levy, sussurando. — Que quê ela tá fazendo aqui? — A morena apalpava ele e o mesmo ficava meio sem graça, a morena ria.
– Eu vim te ver ué .
– Está certo ... — Ele beijou a nuca de Levy. — E o que você quer... ?
– Vamos pro barzinho ! — Ela riu. — Tem uma vodka deliciosa lá .
– Está bem... — O moreno sorriu. — Vamos beber ! — Gajeel já se empolgava, a menor o puxou repreendendo-o.
– Gajeel, não. — A azulada encarou ele, protestando.
– Vai Levy ! Vamos ... — Ele olhou nos olhos dela. — Não tem problema nenhum ... — Gajeel puxava a pequena pra ir junto, eka se recusava plenamente.
– Caramba Gajeel ! — Ela não gostava de beber então ficava com os amigos, Jet, Droy e Rogue conversavam, Levy estava chateada mas compreendia a amizade deles, por mais que não gostasse, Rogue tentava anima-la.
– Quem samba na cara das inimigas..? — Ele apalpou as bochechas dela fazendo voz infantil. — É você... — Eles passaram algumas horas conversando sobre coisas banais, o que fez Levy esquecer Gajeel momentâneamente, pelo menos até Sting chegar por trás de Rogue, o abraçar e dizer para a azulada.
– Teu namorado da bebadão lá no bar.
– Gajeel ... — Ela reclamou e largou os amigos, correndo até o bar, os irmãos viram que ela tentava desloca-lo e a auxiliaram, ele estava bastante bêbado o que dificultou os três na tarefa de leva-lo pro quarto, Cana protestou mas logo foi para junto de Erza que estava num canto, mesmo sem ter sido convidada Mystogan achava de mal gosto explusa-la, pois poderia deixar a irmã dela, Knightwalker, chateada com ele, os três o deixam ele lá e desciam, depois de meia hora Cana e Erza iam até ele.
– Gajeel... — Cana cantarolava, subindo de quatro na cama e se aninhando no peito nú dele.
– Opa ... — Ele sorriu. — Venha também Erza. — Ele soluçou. — Vamos beber mais ... Ik !
– Beber ..? — Erza riu, se sentando na cama. — Só ..?
– Queremos algo melhor Gajeel... — Cana falou sensualmente.
– Vamos meninas ... — Ele riu. — Que tal leite quente na cama ?
– Uhnm... — Elas começavam a despi-lo. — Shiu ... — De repente num surto de consciência ele gritava:
– Não ! Não posso trair a Levy ! — Cana riu e após tirar a blusa, de dirigiu a ele esfregando os seios no rosto do mesmo.
– Shiu... Olhe como somos deliciosas... — Ela olhou Erza que completou.
– E queremos dar só pra você...
– Obaaa ! — Ele estava rindo a toa, e aos poucos deixava, logo se empolgando com a idéia. — Vamos ! Mais rápido putas ! — Ele falana estimulos para as duas.
– Por que rápido ? Descendo, Cana começava a chupar ele enquanto Erza se esfregava nele, no peito e principalmente no rosto.
– Aaaah ! Boa ! Puta que pariu, vocês me matam assim ... — O moreno já se excitava com as carícias, sem pestanejar ele chupava o peito dela com força, mordendo e lambendo Erza enquanto Cana chupava-o, de repente a morena troca com a mulher de cabelos vermelhos e passa a esfregavar os seios no rosto dele. — Argh ! Gostosas ! — Cana mudava de posição de novo e se preparava para sentar no membro dele quando o mesmo se manifedtou.
– Pega umas camisinhas alíí... No... no "criadomuro" . — O homem estava falando enrolado, porém elas entenderam e Erza abriu a cômoda e tirou o revólver dele dali, analisando ele por alguns segundos e logo em seguida pousando-o sobre o criadomudo, ao lado do abajur, ela fuçou nas gavetas e pegou uma camisinha sabor morango, lambeu os lábios e a jogou pra Cana que logo a vestiu no homem e sentou-se nele, cavalgando sem pudor, Erza se posicionou com a vagina no rosto dele, que chupava e lambia muito ousado, masturbando a Scarlet, eram tantos urros e gemidos que o trio não percebeu quando Levy entrou com um frasco de remédios nas mãos.
– Gajeel eu troux... — A azulada não acabou de falar quando derrubou o recipiente no chão, olhando atônita para aquela cena deplorável. — G-G-GAJEEL ?!
– Opa ! — O moreno levanta-se rápido. — Levy...
– Você... Você tá me traindo... NA MINHA CAMA ?! — Ela gritou e ele apenas riu.
– Levy ... — Ele rebolou, a essa hora Cana já havia saído de cima dele e o membro ereto apontava pra cima. — Vem participar amor... — A menor já chorava, Erza saiu de cima dele e o mesmo se dirigiu a ela, acariciando o pequeno rosto. — Ei ... Vem com a gente ... Fica assim não .... — Ele ia beija-la quando ela desferiu-lhe um soco.
– SEU IDIOTA !!! — Ela foi ate o criado mudo. — Sai daqui... VAI EMBORA ANTES QUE EU TE MATE !!! — Ela sacou a arma, aquilo fez os três se assustarem.
– Levy... Baixinha... Larga essa coisa... — Ele se aproximou aos poucos,cambaleante. — Dá isso pra mim ... Dá ? — Assim que ele tocou na mão da jovem ela atirou, pegando de raspão o braço dele. — PORRA! O que pensa que tá fazendo ?!
– ADEUS GAJEEL ! — Levy atirou em Gajeel mais uma vez, Cana e Erza chegaram por trás e a pegaram, a arma foi disparada mais uma vez e então acertou a coxa do rapaz, perto do membro nu dele, revoltada Levy atirou em Erza e em Cana, na morena o disparo acertou na bacia, e na "ruiva" no ombro, logo após isso a mesma começou a passar mal, os irmãos chegaram e a acudiram, levaram a mesma pro hospital onde descobriram algo que ninguém jamais imaginaria, Gajeel foi levado pro hospital com as meninas e depois disso foi preso por pedofilia, afinal já havia passado de meia noite e ele já tinha oficialmente dezoito anos.
Uma semana se passou e o moreno estava preso, uma pequena TV do carrasco anunciava a partida da família McGarden de Magnólia, e mostrava os irmãos com mais alguns amigos indo embora, ele suspirou e virou-se para dormir.
Levy chegava ao aeroporto com eles e depois de abraçar o irmão, acariciou a barriga e olhou pro avião erguendo a cabeça, suspirando.
– Estou pronta.
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