Plipper: A Renascença

3 Capítulo 3 - Paulo, O Viado


Notas iniciais
YAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAY! BIFES AGAIN! Foi mal ae tantos meses de demora, mas é que estive mantida em cativeiro por um leão rosa que estava protestando contra o Marcos Feliciano e me pegou de refém por isso. :D Mas o que importa é que ta aqui o capítulo, e vou tentar postar outro depois! Perai... Tem alguém lendo isso? AAAAAAAH, MEU DEUS, PARE TUDO, TIRA FOTO!!! - Paulo Cara, para com isso e vem me ajudar aqui, merda - Plipper Obs.: Sim, o leão ganhou uma indenização e pôde se casar com o boi acasalador. ♥

Lá estava Plipper, agoniado, sentado na cama extremamente arrumada de Paulo, bebendo um suco de morango com espinafre, que Paulo adorava.

— Pronto, se acalmou? Podemos falar dessa sua blusa verde lima T-O-T-A-L-M-E-N-T-E fora de moda, amora? — Perguntou o gay.

Plipper o fitou com seus olhos castanhos esvermelhados.

— Blusa fora de moda? CARA, EU TO ME ABRINDO COM VOCÊ SOBRE A FADA E VOCÊ VEM ME FALAR DA MINHA BLUSA? — Gritou, a raiva em seus olhos.

— Você acha que eu vou acreditar que uma fada apareceu em seu quarto depois de um sonho maluco pra te dar a missão de salvar o mundo e que ela era sua mãe? — Paulo riu — fala sério, Plipper!

— Ela me chamou de Plippinho!!!!!!!!!!!!

Paulo congelou.

— Pli-Plippinho?

— É, cara! Tu acha que eu ia tirar sarro da minha mãe??

— Então a porra é séria mesmo! Puta que pariu, vou ligar pra Taylor!

Plipper arregalou os olhos.

— Taylor? Você não tá falando daquela garota que...

_ Te deixou assim, um emo sedentário por ver seu sangue derramando, depois de te dar um tabefe na cara e sair com o Wilson? Ela mesma! — completou Paulo.

— VOCÊ TÁ LOUCO?????! — gritou o emo, quase voando no pescoço do amigo — da onça.

Começaram a ouvir What Does the Fox Say. Paulo olhou na tela do celular; era Taylor.

— Que merda de toque é esse, Paulo?!

— Taylor, você adivinhou meu pensamento! Eu estava indo te ligar a-g-o-r-a! — Paulo ignorou Plipper e fez questão de dar ênfase em cada letra.

— DESLIGA ISSO!!!!!!!!!! — berrou Plipper, o que foi uma má escolha.

— É, é o Plipper! Ele tá aqui em casa!

— Puta que pariu — proferiu, se jogando na cama do amigo e se fingindo de surdo.

— Você vem aqui? Ótimo! Vem voando como uma butterfly!!! Beijo! — Terminou o gay.

Paulo sentou ao lado do amigo e acariciou-lhe a cabeça (a de cima, ok?).

— Calma Plipper, tá na hora de você superar isso!

— ABRE A JANELA QUE EU VOU FUGIR DAQUI! — retrucou Plipper, levantando-se e indo na direção dela.

— ... Não é mais fácil pela escada?

Mas já era tarde. Plipper havia se jogado pela janela do terceiro andar. Seu coração estava acelerado demais para pensar nas consequências desse ato desesperado. Mas sabia que, com sorte, quebraria uma perna e seria levado ao hospital.

— Plipper, os enfermeiros e médicos estão em greve geral! Não tem ambulância pra casos pequenos como o seu!! — gritou Paulo da janela.

Plipper gemeu, virou o rosto e, com a grama abafando, disse:

— Eu odeio minha vida.

Notas finais
BIFIS FOREVER ♥