Please, Remember Me!
12 Que Natal!
Notas iniciais
Blaine saiu do carro junto com Kurt. O moreno deu um enorme sorriso ao lembrar-se da velha escola. O castanho olhava as expressões do moreno e dava leves sorrisos.
Após olharem alguns lugares, foram até a velha escada. Alguns alunos tinham olhares curiosos até que um garoto se aproximou.
–Sim? – Disse Blaine virando-se.
–Você é Blaine Anderson? – Perguntou o jovem e o moreno assentiu. – Não acredito, estou na frente de uma lenda de Dalton, você é muito famoso por aqui, ouvir dizer que você canta muito bem e você... – Disse agora olhando para Kurt. – É kurt Hummel, certo?
–S-Sim! – Respondeu o castanho dando um leve sorriso.
–O casal Klaine aqui na minha frente, nossa que maravilhoso! – Disse dando um enorme sorriso, seus olhos castanhos brilhavam. –Agora tenho que ir para a aula, espero ver minhas inspirações mais vezes por aqui! – Abraçou Blaine em seguida Kurt e então se foi.
Blaine começou a rir com Kurt. Não acreditaram que eles dois eram a ‘’lenda’’ de Dalton.
–Nossa, isso é bem legal, ser lenda de Dalton! – Disse Blaine sorrindo.
–Sim! – Respondeu Kurt e então se lembrou do garoto ter falado `` Klaine´´ O velho casal fabuloso. Era como o castanho falava. – E Klaine... – Disse e então Blaine se virou, já estava em baixo enquanto Kurt ainda descia as escadas.
–Esse era o nosso nome? – Perguntou e o castanho assentiu. Aquela cena lembrou-se de quando conheceu Blaine. – Legal! – Disse o moreno se aproximando do castanho, quase quebrando o espaço entre eles.
–Foi aqui que você me pediu em casamento, foi aqui que nos conhecemos! – Disse o castanho desviando do beijo que Blaine iria lhe dar. – Incrível não?
–Sim, é incrível! – Disse o moreno suspirando, quem sabe com aquele beijo ele se lembrava do castanho, pena que ele desviou. – Pena que não somos mas klaine! – Disse triste e Kurt suspirou outra vez.
–É... ! – Respondeu o castanho. Ficaram em silencio por um tempo até Kurt o quebra-lo. –Podemos ir a outro lugar agora?
–Ok!- Assentiu o moreno e os dois caminharam até o carro.
Depois de almoçarem em um restaurante próximo, foram para um parque.
–Um parque?
–Nós finais de semana você me levava aqui, víamos juntos, o sol se por perto do lago! – O castanho apontou para o lago. Saíram do parque e então ficaram caminhando por lá.
–Esse lugar é bem agradável! – Blaine falou quebrando o silencio entre ele e Kurt. Passaram ao lado do lago e ele estava congelado. – Era esse o lago? – Perguntou Blaine e Kurt assentiu.
–Agora ele virou gelo! – Disse Kurt sorrindo. – Também, com essas nevascas que estão dando agora!
–Não exagere tanto, aqui em Lima não deve nevar tanto assim! – Blaine falou, olhando para a mão do castanho que estava nos bolsos. – Esqueceu-se das luvas? – Perguntou o moreno e Kurt assentiu, dando-lhe um olhar, não muito agradável.
–Toma, acho que serve em suas mãos! – Disse retirando as luvas de sua mão e entregando-as para o castanho que pegou.
–Geralmente você me dava seu casaco! – Kurt riu e Blaine o olhou confuso.
Após Kurt colocar as luvas do moreno, continuaram caminhando. O castanho viu que Blaine havia colocado as mãos nos bolsos por causa do frio, mas, não iria falar nada, sabia como o moreno era.
Pensou em algumas coisas em relação ao Blaine, logo que conheceu o moreno, o mesmo era muito irritante e mesquinho. Claro, ele ainda era. Só que agora, ele não ficava sendo mesquinho diariamente, Kurt ainda lembra de uma vez que foram caminhar naquele parque e o moreno não parava de reclamar do frio e agora, estava sendo totalmente diferente.
Bom, o castanho já sabia que o moreno havia voltado a gostar dele mas, Kurt não podia fazer isso, não podia dar outra chance ao moreno, percebeu que aquilo era apenas uma desculpa para eles dois ficarem juntos. Deu um leve sorriso, mas então ele logo desapareceu, o castanho lembrou-se de que era errado. Não podia ficar assim, sorridente.
Ficaram caminhando por aquele parque até que Blaine pediu para Kurt lhe contar sobre o passado, o castanho havia contado algumas historias de quando eles dois estavam juntos, há muito anos atrás.
Blaine ficava surpreso com algumas coisas que havia feito com Kurt, tanto em coisas intimas como coisas boas e ruins. Saíram do parque antes das 18:00 horas.
Ao chegarem, havia varias crianças por lá. Kurt deu um leve sorriso ao vê-las e Blaine também.
Entraram no lugar e então vestiram um avental branco e começaram a servi algumas pessoas.
–Olá Porcelana! – Cumprimentou Sue.
–O-olá sue, nossa que surpresa! – Disse Kurt e Blaine que a observava com um sorriso.
–Eu liguei para o outro gay me ajudar aqui e vejo que ele trouxe outra ajuda, vocês podiam cantar! – Disse para os dois homens que se se entreolharam. – Deixe que eu cuido disso!
Kurt foi ao piano com Blaine, as crianças estavam bem ansiosas para alguma musica. O olhar de Kurt foi desviado para Quinn que entrava no lugar.
–O que você estar fazendo aqui? – Perguntou Kurt se aproximando da loira.
–Sue me mandou vir aqui, como não tem o que fazer lá na sua casa vim ajudar! – Disse vestindo a avental e servindo as crianças. – Acho que elas estão bem ansiosas para ouvir a sua voz e a voz de Blaine! – Disse sorrindo para o castanho que assentiu e voltou sua atenção a Blaine.
–Que musica cantaremos? – Perguntou Kurt nervoso sentando-se ao lado de Blaine no piano.
–Bom... Podemos cantar... – Blaine pensava.
–A mesma musica que cantamos no natal de 2012! – Respondeu o castanho e Blaine ficou com uma expressão confusa. — White Christmas! – Disse sorrindo.
Blaine retribuiu o sorriso e então começou a dedilhar no piano. Lembrou-se de quando recebeu a mensagem de sue, falando que Natal era época de perdão e retribuição e que Blaine devia retribuir no Sem-teto de Lima, pelo menos cantando alguma musica. Os garotos não sabem como sue sabe que eles estão na cidade, mas apenas foram ajudar.
I'm dreaming of a white christmas
Just like the ones i used to know
Where the treetops glisten
And children listen
To hear sleigh bells in the snow
Cantarolou dedilhando seus dedos no piano, sorrindo para as crianças e principalmente, para Kurt.
I'm dreaming of a white, white, white christmas
With every christmas card i write
May your days be merry and bright
And may all your christmases be white
O moreno iria a abrir a boca novamente, só que o castanho foi, mais rápido.
I'm dreaming of a white christmas
Just like the ones i used to know
Where the treetops glisten
And children listen
To hear sleigh bells in the snow
As pupilas do moreno aumentavam e ficava mais brilhantes, Kurt era perfeitamente perfeito aos olhos do moreno, não acreditou de como foi tão burro. De ter falado aquelas coisas para o castanho, ele, no fundo, nunca queria fazer isso para o castanho, nunca. Mas infelizmente, ele fez.
I'm dreaming of a white snowman
With a carrot nose and sharp coal eyes
And when he cries i'm gonna tell him it's okay
Because santa is on his sleigh and he's on his way
Os dois cantaram juntos, um olhando para o outro só que depois Kurt desviou seu olhar para as crianças que lhe escutavam com atenção e com um grande sorriso no rosto. O Hummel e Anderson, ambos com grandes sorrisos no rosto e com olhares apaixonados.
I'm dreaming of a white christmas
With every christmas card i write
May your days be merry and bright
And may all your christmases be white
Blaine sentiu vontade de agarrar o castanho lá mesmo. Mas achou melhor não, na verdade, melhor não agora.
I'm dreaming of a white Christmas
E assim terminaram. Todos aplaudiram, Quinn e Sue tinham um enorme sorriso. Levantaram-se do banco, agradeceram e então foram até a Frabay.
–Boa musica rapazes! – Disse dando um grande sorriso para os dois homens a sua frente.
–Obrigado! – Agradeceram juntos.
–Nunca perdemos um dueto de natal! – Disse o castanho.
–Sério? Sempre cantávamos no natal? – Perguntou Blaine e Kurt assentiu.
–É uma tradição nossa, mesmo separados sempre cantávamos juntos! – Disse sorrindo.
Após terminarem de ajudar. Foram para o carro. Quinn estava no banco de trás em seu celular. Nem parecia que a loira estava ali.
–Então, o que vamos fazer agora? – Perguntou o moreno no volante. O carro ainda estava desligado.
–Podemos ir lá em casa, Carole voltou hoje com Elizabeth e meu pai, e Finn com Rachel organizaram uma pequena ceia de natal, provavelmente já vai começar, ou já começou! – Disse olhando para seu relógio que marcava 20:00 horas.
–Ok! – Respondeu o moreno com um sorriso enorme. – Quinn, pegue esse caderno que estar aí ao seu lado! – Disse para a loira que lhe entregou o caderno rapidamente.
–Bom, ah, aqui estar o seu mapa! – Disse tirando a folha de papel e Kurt o olhou confuso.
–Blaine, eu posso muito bem te explicar o caminho! – Disse e Blaine o olhou e deu um leve sorriso.
–Sabe... Para precaução! – O moreno se referiu a folha que tinha em mãos. Ligou o carro e assim partiu para a casa dos pais de seu ex-noivo, um dos lugares onde, mas ficava há anos atrás.
(...)
Kurt abriu a porta e encontrou Finn sentado no sofá com Rachel, Burt e carole com a pequena Elizabeth, todos na sala, apenas esperando o Hummel e a Fabray, mais ficaram surpresos ao ver o Anderson.
–Oi Blaine! – Disse Burt o abraçando,o moreno não correspondeu o abraço no começo, mas depois de alguns segundos correspondeu.
–Olá! – O moreno tinha aquele sorriso que Kurt amava e um rubor nas bochechas.
– Oi pai! — Kurt abraçou o pai que retribuiu, sim Burt sabia que eles haviam terminado, mas, não deixaria de falar com Blaine. O moreno terminou com Kurt, não com a família dele.
–Vamos logo jantar, estou morta de fome! – A loira falou colocando a mão na barriga e indo para a cozinha e todos riram.
Todos se serviam quem diria que Rachel Berry cozinhasse tão bem. A comida estava divina, todos elogiavam menos a Fabray, que comia um pouco de cada.
–Então... Como estar Nova York? – Perguntou Burt.
–Ótimo! – Rachel abriu um enorme sorriso e todos concordaram.
–Blaine vai fazer medicina! – Disse a loira apontando para o moreno, Kurt apenas jogou um olhar mortal para a amiga que deu de ombros.
–S-Sim! – Respondeu o moreno. – Sempre amei a medicina! – Disse fazendo Kurt abaixar a cabeça e dar uma leve risada. Blaine ficou o observando por um tempo e então voltou a dar atenção ao seu prato.
Após terminarem o jantar, teve as trocas de presentes. Já era meia- noite e todos trocavam presentes.
–Toma! – Disse Berry entregando uma caixa para Quinn que tinha uma taça de vinho em mãos.
–O que? – Perguntou não acreditando no que estava vendo.
–Seu presente! – Rachel sentou-se ao lado dela.
–Ah, obrigada! – Respondeu apenas jogando o presente no outro lado do sofá, Rachel ficou a observando.
–O que foi agora? – Perguntou novamente já irritada.
–Estou esperando você abrir seu presente, gosto de ver as reações!
–Ok... – Respondeu a loira pegando a caixa. Ela descontava toda sua raiva no papel. Após terminar de tirar o papel. Viu que era uma caixa de sapato. A loira revirou os olhos, mal ela sabia que era o sapato que ela mais queria.
Quando Rachel a ajudou a arrumar algum emprego, Quinn, em um certo dia, parou no caminho, só para ficar observando aqueles lindos sapatos azuis, com saltos não muito grandes e com um detalhe prateado.
–Oh meu deus! – Disse Quinn, mas então ela percebeu que tinha que esconder a felicidade. Engoliu seco até que deu um leve sorriso para Berry e disse. – Obrigada!
–De nada! – Disse Berry a abraçando e depois pegando outra caixa de presente. Eles nem haviam percebido que Kurt e Blaine já haviam fugido dali.
No carro os dois homens estavam, em silencio.
–Então... Aqui estar! – O castanho lhe entregou uma sacola. Blaine deu um leve sorriso e então começou a explorar a sacola.
–Nossa Kurt, isso é lindo! – Disse olhando para a linda camisa. – E, nossa! – Disse em seguida tirando um paletó azul escuro e depois uma gravata borboleta azul claro.
–Peça original de Kurt Hummel! – O castanho sorriu. – Fiz há alguns meses atrás para você só que... Sabe, aconteceram muitas coisas e então resolvi guardar! – Respondeu desviando o olhar do moreno que lhe observava com os olhos brilhantes.
Blaine não aguentou mais. E então puxou Kurt para um beijo, no começo o castanho ficou assustado e seus olhos ainda estavam abertos, só que depois que ele sentiu a língua do moreno pedindo passagem, resolveu corresponder. Abraçou Blaine e então se entregou a ele.
O beijo era intenso e apaixonante. Parece que eles ficaram anos sem fazer aquilo.
Blaine e com seus dedos inocentes, começou a desabotoar a camisa do castanho que se separou rapidamente.
–Blaine, aqui não, estamos no carro e... oh isso é tão bom! – Disse sentido o chupão que o moreno lhe deu no pescoço. – E-Estamos na frente da minha casa, s-se alguém pegar a gente?
–Certo!– Disse Blaine se afastado até demais do castanho que já estava com a camisa toda aberta e com algumas marcas vermelhas pelo pescoço. – Quer ir lá em casa? Não tem ninguém lá, apenas eu!– Perguntou.
–M-Mais, o que aconteceu com seus pais, e Cooper?–Perguntou Kurt.
–Eles preferiram passar o natal com meu avô, eles me chamaram, mas, preferi ficar aqui com você! — Disse pegando na coxa do castanho. — Vamos Kurt, só essa noite! — Sussurrou.
–O-ok! — Disse abraçando Blaine. O moreno ligou o carro, no caminho inteiro, Kurt ia beijando o ombro e o pescoço de Blaine.
O moreno se considerou muito sortudo por seus pais viajarem de manhã com Cooper para passar o natal na casa de seu avô em Chicago, agora, aquela casa, ficaria só para ele e para Kurt.
O moreno parou o carro na frente de sua casa. Kurt se afastou e abriu à porta do carro, Blaine fez o mesmo.
Kurt, assim que entrou no quarto de Blaine começou a tirar suas roupas, o moreno chaveava a porta.
Quando o moreno voltou seu olhar para o castanho, só faltou babar. Aquele corpo maravilhoso em sua frente, com algumas marcas vermelhas. Kurt estava deitado na cama, apenas esperando o moreno.
Blaine pulou na cama por cima de Kurt, fazendo o castanho rir. Após alguns beijos e depois de o moreno ter tirado toda sua roupa o castanho se afastou.
–Não! – Disse.
–Kurt, o que foi? – Perguntou o moreno preocupado.
–Não podemos fazer isso! – Disse sentando-se na cama. – É errado!
–Kurt, por favor!
–E-Eu estou com outra pessoa! – Kurt falou olhando para os olhos do moreno. Ele pensava que Blaine iria se afastar dele e o mandar ir embora.
–E dai? – E então começou a sugar o pescoço daquele homem maravilhoso.
–Mais... Eu estou ficando com ele, isso seria uma traição!
–Como é seu relacionamento com ele? – Perguntou o moreno mordendo a orelha do castanho. Kurt sentiu o pênis do moreno em sua costa e então ficou todo arrepiado.
–Nem sei se realmente estamos juntos, digo... Eu disse por mensagem, q-que estamos em um relacionamento... – E então gemeu na ultima parte ao sentir Blaine pegando em seu membro. – Aberto!
–Kurt, você estar em um relacionamento aberto com ele, então... Não é errado ficar comigo, digo, eu acho que não é, mas e dai? Eu sei que é a mim que você ama! – E então deitou o castanho na cama, agora o moreno tinha aquele sorriso cafajeste. – Somos apenas amigos, ajudando amigo! – Ele falou a mesma frase, que em anos atrás disse para o Hummel, e do jeito que ele falava, igual á anos atrás, isso deixava Kurt muito mais excitado, que nem em anos atrás. — Vamos ficar juntos, só essa noite, tá?
–T-Tá... Ai Blaine, eu te quero tanto! –Disse Beijando Blaine.
–E você não sabe, o quanto eu te quero! – Virou o castanho e então começou a beijar suas costas.
–Acho que esse é um dos melhores presentes de natal! – Gemeu ao sentir Blaine mordendo sua bunda. O moreno subiu e sussurrou em seu ouvido.
–Eu ainda não te dei o presente! – E então beijou a orelha do castanho que gemeu mais alto ainda.
O clima estava muito frio mais naquele quarto, estava muito quente. Blaine já estava suado e Kurt, não estava nem um pouco diferente.
– Você é perfeito! — Falou entre os beijos que dava nos lábios do ex-noivo. – Eu amo seu corpo, seus cabelos, seu cheiro, seu sorriso, seu nariz e até mesmo seu pé! – E então foi até ao pé do castanho e deu um beijo lá, kurt começou a rir. – Amo sua personalidade, amo tudo em você! – E então deu um beijo apaixonante no castanho. O moreno nem havia percebido que, em outras palavras, havia falado que ama Kurt.
Aquela noite de natal seria bem longa, Kurt nunca pensou que nesse ano, seu natal seria assim.
Que natal!
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