Notas iniciais
Eu sei, eu sei. Estou demorando muito para postar. Me desculpem! Gomen, gomen, gomen! Eu só... Não sabia o que escrever! Fora que estava em período de provas. É, meu período de provas é longo. Então, não vou ficar enchendo a cabeça de vocês com desculpas ridículas, me perdoem. Aqui está um capítulo quentinho, espero que aprovem e que pelo menos tire a vontade que vocês devem estar de me esganar.

Bom proveito, minna-san.

#Teste do Time 13, sensei Neji: Uzumaki Yuu, Hatake Aki e Koori Saizou#

UZUMAKI YUU

O Sol batia em meu rosto pela janela que eu por acaso tinha deixado aberta. Ainda estava bem cedo e levantei preguiçosamente. A loira de ontem era linda. Tinha olhos verdes e um corpo perfeito. Infelizmente ela é incrivelmente pegajosa e não tem de longe o melhor beijo. Afastei os pensamentos da noite anterior torcendo o nariz enquanto entrava debaixo do chuveiro. Sem mais o que fazer, lembrei-me da primeira reunião do Time 13.

#FLASHBACK ON

Coloquei os pés em cima da mesa enquanto o sensei nos encarava analista. Bocejei e cocei o nariz. Saizou ainda ria de sua pegadinha. Dei um pequeno riso debochado. Aki continuava séria, como sempre. O sensei parecia irritado e lançou um olhar desafiador para o Koori, que rapidamente parou de rir, engasgando um pouco e se desculpando.

-Cuidado para não se afogar na própria saliva. –Debochei e ele revirou os olhos.

Talvez as pessoas daqui revirem os olhos mais do que o normal, não sei.

-Silêncio. –O sensei disse baixo, porém ríspido. –Apresentem-se, certo? Nome e objetivo.

-Hai. –Saizou disse. –Posso começar?

-Pode ser.

-Sou Koori Saizou, meu objetivo é descobrir o que houve com meus pais e trazer paz ao mundo ninja!

-Paz. Tem certeza de que é um objetivo válido? Os ninjas procuram isso faz séculos. –Falei.

-O que me impede de conseguir? Eu posso muito bem fazer a diferença! –Retrucou.

-Que seja! Sou Uzumaki Yuu e meu objetivo é me tornar forte para proteger quem amo, limpar o nome do meu pai e aprender a controlar a... Esquece.

-O quê? –O sensei perguntou.

-Nada, nada. Sua vez, coelhinho da páscoa.

-Me chamo Hatake Aki, quero ser ultrapassar meu pai e aprender a controlar meu problema.

-Seu problema? –Perguntou o Koori.

-Sim, meu problema. –Puxou se capuz para que cobrisse melhor seu rosto.

-Certo. Amanhã, seis horas da manhã no campo de treinamento 1 para fazermos o teste.

-Nós já fizemos o teste.

-Sim, mas este teste diz se estão aptos para ser ninjas ou se devem voltar para a academia. A porcentagem em que há a chance de vocês passarem é pequena, é melhor se esforçarem. –Ele disse e saiu.

Saí pela janela, dando um sorrisinho irônico para meus companheiros antes de me virar e ir embora.

#FLASHBACK OFF

Terminei de me ajeitar e saí, indo para o campo de treinamento. Aki e Saizou estavam de pé próximos ao sensei que lançou um kunai em minha direção. Pulei e ela se cravou no chão.

-Está cinco minutos atrasado. –Ele falou.

Bufei, pegando a kunai e atirando de volta. Neji a pegou no ar e guardou.

-Vocês precisam pegar esses guizos. –O sensei mostrou dois guizos. –Quem não conseguir será reprovado.

-Nani?! –Exclamamos.

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Escondi-me rapidamente. Eu não admitiria nunca, mas estava nervoso e ansioso. Eu precisava pegar um daqueles guizos. E faria o possível para conseguir. Algumas shurikens de gelo voaram em direção ao sensei ligadas a quem mandou por pequenos e quase invisíveis cordões. Mas passaram sem encostar em Neji, que não se deu ao trabalho de se mexer. Se pregaram numa árvore atrás do mesmo e gelo começou a aparecer entre as cordas. Neji correu para árvore e com chakra nos pés correu por seu tronco e pulou para fora da prisão de gelo.

O Hyuuga então correu até aquele que havia lançado o golpe. Escutei o som das kunais se chocando. E logo Neji e Saizou lutavam. Saizou devia saber que os Hyuuga são excelentes ninjas em combate a curta distância, principalmente por causa dos métodos que utilizam. E então o sensei começou a acertar com a ponta dos dedos alguns lugares do corpo de meu colega. Isso não iria dar certo. Com certeza não. Lutando contra todo o meu plano corri em direção aos dois de espada em punho e a baixei. Os dois pularam para trás, estabelecendo distância.

-Você deveria saber que os Hyuuga são excelentes em combate direto, Saizou. Tome mais cuidado.

Então recoloquei a espada nas costas.

-Nani?! –O sensei gritou assustado quando uma kunai acertou suas costas e um pouco de sangue saiu de sua boca.

-Eu sei o defeito do Byakugan, Neji-sensei. –Aki apareceu das sombras. Seu capuz não estava sobre a cabeça e seus brilhantes olhos vermelhos estavam à mostra.

-Não deixarei que se aproveite dele. –Neji.

-Veremos. –Ela pulou pra o galho mais próximo e girou como uma perfeita ginasta.

Suas mãos guiavam os movimentos enquanto ela girava, indo galho após galho numa performance atlética. Então não podíamos mais ver ela, estava num lugar muito alto. Uma kunai foi disparada de lá de cima e voltou a ferir o sensei. Este e virou para ver, seu byakugan ativado para conseguir vê-la. Então eu entendi. Ela estava distraindo-o.

Uma shuriken veio voando da direção oposta a onde estávamos. Pude apenas ver o brilho do cordão recém cortado contra a luz do sol. O sensei e virou e então vieram as incontáveis shurikens. Mas Neji desviara todas com sua defesa absoluta. Quando ele terminou a defesa, então percebi que ele estava preso. Por cordas de chakra. Aki desceu da árvore com um único e gracioso pulo. Os fios de chakra ligados as pontas de seus dedos da mão.

-Gomen, Neji-sensei. O que tinha dito?

E os fios se partiram. Aki estava inquieta, encarando o professor. E eu usei a distração ao meu favor. Corri na direção dele e mirei um chute em suas costas. Ele segurou meu tornozelo e girou, lançando-me contra uma árvore qualquer.

KOORI SAIZOU

A luta começava a esquentar. Parei por um segundo para raciocinar o desempenho de Aki e ver onde Yuu fora lançado. Essa doeu em mim. Rindo peguei algumas shurikens, com fios de chakra e lancei no sensei. Os fios se enrolaram e antes que ele pudesse cortar eu fiz com que se tornassem hyouton.

Então percebi que Aki estava presa. Soltei o gelo para ela sair, mas ela estava inquieta, estática, estava estranha. E assim Neji também se libertou. Praguejei pensando numa nova maneira de prendê-lo. Yuu veio até nós e tirou Aki do caminho. Ela não fez nada para impedi-lo. Seus cabelos prateados cobriam-lhe as feições e isso me deixava angustiado. O que estava acontecendo com a Hatake?

Yuu jogou inúmeras bombas de fumaça, jogou Aki sobre o ombro e me chamou. Corremos. Corremos para o mais distante e alto possível. Precisávamos nos unir. O Uzumaki a colocou sentada no galho mais alto da árvore em que estávamos e ficamos em pé um abaixo.

-Precisamos de um plano! –Sussurrei numa exclamação baixa.

-Eu sei. –Ele respondeue olhou para a garota. –Tem algo de errado com ela.

Assenti.

-Koori. –Me chamou. –Acho que tenho um plano.

-Sim?

-Mas iremos precisar da Hatake.

-Daremos um jeito. Fale. –Pedi olhando para os lados, certificando nossa segurança.

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Neji nos alcançou. Então Aki, agora mais desperta pulou. Levantou a cabeça para fitar o professor e Neji estranhou, a princípio, algo que não podíamos ver.

-Seus olhos...

Ela pôs um dedo sobre os lábios, pedindo silêncio. Ou segredo. Se mexia inquieta sobre os pés. Respirou fundo.

-Que lutemos ao método Hyuuga, sensei. –Disse curvando-se.

Neji colocou-se na típica posição de luta do clã e logo vi a Hatake imitá-lo. Então a misteriosa e nobre dança começou. Todos os movimentos de Neji eram graciosos e aparentavam ser inofensivos. Eu sabia que não eram. Aki, por outro lado, fazia os mesmos movimentos, como se tivesse feito isso a vida toda. Se é que não fez.

-Vamos acabar com isso, certo, Neji-sensei? –A garota provocou e a parte B do plano então teve início.

-Tatsu no Oshigoto! –Yuu gritou e uma forte ventania envolveu Neji.

Aki logo voltou a baixar a cabeça, colocou seu capuz e deu um pulo para trás, afastando-se. Parecia tentar se acalmar, enfim parou e tirou a capa, jogando-a sobre um galho e nos fitando com aqueles olhos misteriosos. O que o sensei vira? A ventania logo passou e Neji tinha vários cortes em seu corpo.

-Zinsuketsu Fuusajin! –Gritei sem dar espaço a nosso oponente e lancei os cristais.

Eram cristais de gelo afiados, mas em vez de lança-los diretamente em neji, eles se cravaram ao seu redor e começaram a se tornar um único, ao meu comando. A agilidade em que o hyouton formava uma prisão para nosso sensei era admirável. Ele tentava romper o gelo, mas é inútil. Então deixei um único e minúsculo buraco para pegarmos os guizos. Yuu pegou um e estendeu o outro. Pulei e corri para o tão necessitado guizo, deixando uma Aki confusa para trás. Peguei. E então percebi o quão ridículo fora o que eu fiz. Desprendi o sensei.

-Venham comigo, os três. –Aki pegou sua capa sem nem ao menos olhar enquanto íamos.

Deu um murro na árvore, a propósito.

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-Bom trabalho de equipe! –O sensei disse.

E então eu fui lançado no chão por um forte tapa de nosso sensei.

-O que...? –Comecei a perguntar, confuso.

-Foi ridículo e totalmente desnecessário o que fez. Deixar sua colega para trás em benefício próprio.

-Mas... Só dois podiam passar.

Neji negou.

-Os três passaram. Mas escutem bem. Estão numa equipe para que trabalhem em equipe. Nenhumdeve ser esquecido, exilado ou traído. Como um grande ninja disse, certa vez: “Aqueles que rompem as regras são escórias, é verdade...”

-“...Mas aqueles que abandonam seus amigos são piores que a escória.” –Aki completou.

Pude sentir a mágoa em sua voz.

-Gomen. –Eu disse num sussurro quase inaudível.

-Amanhã começaremos a missão. Espero que tenham entendido o recado. –Neji-sensei disse. –Podem ir, Time 13.

E então Aki me olhou com aqueles olhos vermelhos, e se virou, deixando-me para trás. Yuu me olhou de sobrancelha arqueada e o professor meneou a cabeça negativamente. Talvez ainda tenhamos muito que aprender. Talvez eu tenha muito para aprender. Suspirei, iria me desculpar, só não sabia como.

Notas finais
Gomen, mais uma vez. COMENTEM! Lembrem-se que poderão ter punições. No próximo tentarei colocar TODOS os personagens de vocês, mas por favor, comentem mesmo que não apareçam, é bom para minha auto estima e... Me dá INSPIRAÇÃO para escrever. Então, posso colocar a culpa em vocês. U.U

Brincadeira, mas eu peço que realmente comentem! Bjos ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.