Playful Game

10 A dor que sinto por ti


Notas iniciais
Yoo~ How are you, my dearest readers?
Ooops, não estou no asianfanfics D: usauahshuuhs
Nem postei mais lá D: Os gringos devem estar putos comigo suhahusahusuahhsa
~
Wee, enfim, mais um simples capítulo. Eu falei pra Junso que talvez postaria ontem, mas não consegui terminá-lo a tempo porque minha mão estava doendo muito T_T
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A capa é os lyndos Lee *---* Me gusta taaaaaaaantooo esses irmãos perfeitosos *---* uhashuashuas
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Boa leitura, deixem reviews, gente linda, maravilhosa, amada, fofa, divina, gentil e cheirosa *u*

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O pequeno pássaro começa a voar.

Suas pequenas asas batem, desajeitadas,

Tentando ir à um mundo desconhecido, mas

mesmo com medo, ele necessita explorar.

Voe. Descubra. Sacie sua curiosidade.

Machuque-se.


Kai POV


–Boa sorte hoje, yeobo. Que Deus e seu anjo da guarda te protejam sempre. – Ela disse, com um sorriso maravilhoso no rostinho delicado.


–Pra você também, meu amor. Mas meu anjo da guarda vai estar ocupado, “ela” deve se concentrar na audição. Tenho certeza de que será perfeita. – Era impossível não sorrir de volta àquela pessoa tão linda à minha frente. O brilho de seu olhar me deixava bobo, mais do que sempre fui.


Corri apressado pela ruela após dar a Jieun meu beijo de tchau.


–Jieun... – Suspirei enquanto corria.


Lee Jieun, a menina mais encantadora e perfeita que já existiu.


Minha namorada, que em breve, eu gostaria de tornar minha esposa.


Cheguei no pequeno antiquário da família do meu pai. Destranquei a porta e já coloquei o anúncio de boas vindas para fora. Abri as janelas frontais, observando as flores coloridas no parapeito, que já murchavam. Jieun brigaria comigo por não regá-las diariamente, como ela queria que eu fizesse.


Cuidar da loja sem ela não era tão divertido. Mas ela estava a ponto de realizar o sonho de se tornar cantora. Eu a apoiava. Sua voz era maravilhosa, assim como tudo nela.


Eu era um bobo apaixonado. E Jieun felizmente correspondia aos meus sentimentos.


Saí da janela e fui para a bancada onde estava um relógio quebrado. Arregacei as mangas de minha camisa e pus-me a observar novamente seu interior, tentando descobrir o que havia de errado no mecanismo. Nunca fui muito bom com concertos, mas tinha que tentar. Era uma peça bonita.


Apesar de tudo, eu não lhe dava todo o conforto e luxo a que ela tinha direito. Eu tinha apenas a loja de meus falecidos pais, que não era, de todo, um bom negócio. As pessoas não tinham mais interesse em relíquias. Para ser sincero, não conseguia vender mais que 5 objetos por mês. Por isso, obriguei-me a tocar violino nas ruas para conseguir dinheiro e sustentar minha amada e nossa casa simples.


Era difícil, mas eu faria qualquer coisa por seu sorriso.


O sino que anunciava novos clientes tocou e saí de meus pensamentos.


–Bem vindo. – Eu disse animadamente, voltando meus olhos ao novo cliente.


Aah...


Acho que... Choque não seria uma palavra certa de se usar.


O menino fitava-me intensamente através dos olhos verdes, que pareciam duas esmeraldas brilhantes. Suas roupas eram claras, escondiam seu corpo magro e pareciam quase invisíveis na pele leitosa. Os cabelos eram de um tom loiro escurecido, davam-lhe uma aparência quase infantil. A boca pequena, mas carnuda, estava entreaberta...


Não via uma pessoa perfeita assim desde que conheci Jieun.


–P-posso ajudar? – Perguntei, gaguejando. Era tão lindo que não consegui me concentrar direito nas palavras.


Seus olhos deslizaram dos meus em direção ao meu redor.


–O que é aqui? – Sua voz suave perguntou.


Surpreendi-me com a doçura de suas palavras, levemente confusas.


–Um antiquário. É uma loja que vende produtos antigos. – Sorri ao explicar.


Ele se aproximou de mim, os olhos passeando pelos objetos espalhados na loja.


–O que é aquilo? – Perguntou novamente, apontando para o piano mais ao fundo da loja. Estava com algumas cordas arrebentadas, mas não tive tempo de consertá-lo. Aliás, não me lembraria se o menino não tivesse perguntado.


–Um piano. Nunca viu? – Respondi, surpreso ao perceber que ele não conhecia um piano. – É um instrumento musical.


Ele passou por mim, indo em direção ao piano.


–É bem maior do que o que você tocou na praça. – O garoto observou, seus dedos finos passando levemente pelo tampo superior das teclas. Ah, ele me viu na praça? Quando? E por que eu não o vi?


–V-você me viu lá? – Perguntei, meio sem jeito. Ele assentiu. – Não é o mesmo instrumento.... Aquele era um violino, este é um piano. Produzem sons diferentes.


–Você os toca, Jongin?


Assustei-me por ele saber meu nome.


Quem era esse menino?


~ / / ~


Minho POV


Minha busca recomeçara.


Assim, novamente entrei no mundo dos humanos, tentando passar despercebido. Estava bem vestido, como sempre, sentado em um dos bancos da estação de metrô. Inspirei o ar lentamente, procurando.


Não havia rastros do cheiro de Kibum entre eles. Estranhei, pois há muito tempo ele não matava nenhum humano. Por falar nisso, eu também.


Olhei à minha volta, observando as pessoas que caminhavam despreocupadamente pelas calçadas. Qualquer pessoa ali poderia ser minha vítima, as outras nem perceberiam. Uma mulher sentou-se ao meu lado, folheando um jornal.


–Ultimamente muitas pessoas vêm desaparecido, não é? – A mulher comentou.


–Realmente. – Respondi.


–Imagino o porquê.


Virei-me discretamente para Park Bom.


–Algumas pessoas nunca mudam, não é? – Sorri.


~ / / ~


Onew POV


–Não vou te abandonar, meu Jinki... – Kibum continuava a repetir, apesar de sua expressão triste. – Nem que isso me custe a vida.


–Que vida, Kibum?


Uma voz ardilosa que vinha das sombras tomou forma nos lábios de Kim Jonghyun. Não percebi sua aproximação, agora ele estava perto demais para fugirmos. Kibum fitava-o com os olhos aflitos, apertando ainda mais sua mão sobre a minha. Jonghyun tinha um ar de vitória, como se tivesse a plena certeza de que conseguiria o que queria.


–Jong... – Kibum sussurrou, temeroso.


–Te procurei por um longo tempo, Kibum. Você é mesmo digno de desprezo, escondendo sua verdadeira aura em baixo desse lado angelical. Assim que se protegeu de Minho? De Taemin? E agora, de Jinki? – Cada palavra dele vinha carregada de um enorme sarcasmo. – Você esquece que não pode me enganar. Não a mim.


Permaneceu por alguns minutos um grande silêncio, mas não tive coragem de voltar os olhos para Kibum. Mantive meu foco em seu irmão, que poderia nos atacar a qualquer instante. E, mesmo com meu corpo fraco, eu revidaria.


Por Kibum.


–Jonghyun... Eu... – Kibum começou, demonstrava medo, insegurança... E... – Eu... Queria poder abraçá-lo, neste momento....


Devoção.


–Venha. – Abriu os braços, com um sorriso gentil no rosto. – Venha aos meus braços, Kibum. Não tenha medo.


Era obviamente uma armadilha. Mas me preocupou o fato de Kibum soltar minha mão.


–Eu queria poder não ter medo, Jong... Mas tenho medo que possa machucar meu querido Jinki... – Sua voz falhou um pouco.


Virei-me e me deparei com seus olhos cheios de lágrimas.


–J-Jonghyun... – Kibum parecia prestes a desabar em lágrimas, tamanha era a dor em sua voz e nas lágrimas grossas que percorriam seu rosto.


Com uma força que não pensei que tivesse, me levantei. Meus pés falharam, ao início, Kibum também levantou-se e segurou-me para que não caísse.


Jonghyun riu com desprezo.


–Aah... Tão ignóbil, Lee Jinki. Você, que costumava ser tão forte quanto eu, está aí, completamente vulnerável a esse ser patético chamado Kibum. Olhe só a que nível você desceu, Jinki. Prendeu-se tão rapidamente nessa visão ilusória de algo parecido com um paraíso, um paraíso que nunca vimos. E por quê? Porque você acredita em cada palavra de Kibum, quando na verdade ele apenas te usa. Não percebeu? – Jonghyun disse.


Antes que eu pudesse dizer algo, uma voz estridente e angustiada cortou o vento frio da floresta, mais alta do que a voz imponente de Jonghyun.


–PARA! – Era Kibum. Seus olhos estavam arregalados, seu rosto era um misto de insegurança e desespero. – Eu só quero o bem dele! E o seu também! Por que está dizendo esse tipo de coisa, Jong? Por quê??


Senti os braços de Kibum me envolverem, apertando firmemente seu corpo contra o meu. Seu rosto afundou-se em meu peito, suas costas estavam vulneráveis.


–Não importa o quanto você queira me matar, não vou deixá-lo machucar meu querido Jinki... – Kibum sussurrou.


Inesperadamente, Jonghyun abriu um sorriso e bateu palmas.


–Não é a coisa mais linda do mundo? Esse seu sentimentalismo falso que te salvou de tantas situações de morte. A inocência que você fingiu ter para não ser morto aos 5 anos. E durante todos os dias de sua vida, até pouco tempo atrás. Como se não bastasse sua aparência mentirosa, ainda aprendeu a mexer com os sentimentos. Foi isso que matou nosso pai, não foi? Com esse olho sujo, você pôde ver as fraquezas dele e usa-las a seu favor. Mas é claro, ele tinha o ponto fraco dele. Você.


Kibum não se virou, nem afrouxou seus braços. Jonghyun falava com ele, mas seus olhos escarlates estavam nos meus.


Como se desmentisse uma vida inteira.


E talvez suas palavras fizessem sentido.


Notas finais
A parte do Kai é provavelmente a parte mais "normal" que a fic já teve XD E, bom, gostei de escrevê-la.
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A parte do Min ficou pequena, desculpem :(
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A parte do Onew é a mais angustiante D: uashhuashus Mas é cheia de revelações, e Jong is back~ oiueoieuoeiuoeuei
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Até semana que vem, yeobos cheirosos~
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[Especial]JHAGSJAHGSJASGAJHA BIAAAAA, OBRIGADA PELA RECOMENDAÇÃO QUE ME FEZ VOMITAR MUITOS ARCO-ÍRIS! WAAAAH, VOU CHORAR DE FELICIDADE, GENTEM *------*SÃO TANTAS EMOÇÕÕÕES Q_Q JJSGASJGAJSGJAJASGHJSG Sério, obrigada mesmo, estou muito feliz. Não penso tudo isso, mas é muito gratificante agradar a todos vocês, meus leitores. Ai, emoções acabaram de escorrer pelos meus olhos *^* uhashusahuas Obrigada, milhões e milhões de vezes *--*