Notas iniciais
GENTE, TAMO PUTA DA CARA COM VCS, PORRA, MAIS DE 50 VISUALISAÇOES NO ULTIMO CAPITULO E 2 COMENTARIOS?? É PRA FUDER NE? Postamos mais um apenas para as leitoras mais lindas desse mundo a Filha do Céus e a Pudim Grace, elas são dignas e comentam

Nico foi acordado por mãos o balançando.

– Acorda. Acorda. Acorda. — Thalia fala.

– Hm — Nico geme colocando as cobertas nos olhos.

Thalia pula em cima dele, ele fica com raiva, por mais que amasse ela.

– Deixa eu dormir.

– Não seja irritante. — Ela puxa as cobertas dele, exatamente como sua mãe fazia.

Ele senta na cama com os cabelos emaranhados e com os olhos vermelhos.

– Seu pai foi embora.

– Pouco me importa. Ele não liga para mim mesmo.

Nico se levanta cambaleando com os pés no chão e a calça meio caída, aparecendo covinhas na barriga.

Na gaveta do criado-mudo, apanhou um isqueiro e um cigarro. Foi até a porta de vidro que dava para o lado de fora e a abriu, o rosto de Nico banhou-se com a luz do sol, fazendo-o apertar os olhos.

Acendeu seu cigarro sem falar nada e fumou, já fazia algum tempo que não fumava.

– Posso? — Thalia para ao seu lado, vendo seu repentino mal humor. Nico só deu o isqueiro e o cigarro para ela.

Os dois fumaram calados olhando para as ondulações da piscina.

– Vou tomar banho. — Fala Nico jogando seu toco de cigarro na grama e depois pisa para apagá-lo. Sem falar mais nada se retira.

Thalia estava meio brava com ele por estar daquele jeito de novo. Ficou olhando para as árvores e enfim entrou em casa para tomar banho também.

Thalia como sempre demorou muito mais que Nico. Ele sem demora pegou três capsulas de LSD que tinha em uma gaveta e foi no lado de fora sozinho, no meio do bosque, e engoliu uma.

Depois de 20 minutos, ja estava ficando meio drogado, vendo as árvores turvas e várias ondulações coloridas.

Foi quando seu avô falecido apareceu de braços dados com sua avó, saíram do meio das ondulações.

Logo depois viu o que ele entendeu que era a mãe de Thalia, pois tinham os mesmos olhos e ela o chamava:

– Nico... Nico... saia... — Beryl Grace repetia.

Viu outras pessoas que não sabia quem era. Nico estava vendo gente morta. Cada minuto que passava uma pessoa morta aparecia.

Ele engoliu outra capsula e fechou os olhos, quando voltou a abrir várias pessoas o cercavam, inclusive sua mãe, o abraçando, deixando-o com frio.

Suas formas tremeluziam e ao contato com a pele humana, se tornava névoa.

Nico abestado se levantou e tentou espantar os espíritos, suas expressões eram tristes, dolorosas.

Deixando de lado os espíritos ouve uma voz:

– Nico? — Fala Thalia logo atrás dele. — Nico! — Ela vai correndo.

– Não. Não, não, não. — Nico não sabia se ela estava junto com as pessoas mortas ou se era real. Pensou que ela estava morta, ou morreria em breve. Ele anda até ela e tropeça algumas vezes, ao toca-la, ele percebe que era real. Ele com a mão tremula encosta no ombro de Thalia, estava quente em compensação a sua mão, que estava um gelo.

– Para com isso Nico! — Ela tira a última capsula da mão de Nico e joga no chão.

– Já fiz isso antes, to bem. — Fala Nico quase chorando. As pupilas dele estavam dilatadas e ele suava muito. — Eu vejo gente morta Thalia. — Ele fala com a voz embreagada.

Ela coloca as mãos no rosto gelado de Nico e o balança. Seus olhos estavam pesados e seu corpo molenga.

– Por que não me avisou? — Fala Thalia brava.

– Eu sei me virar! Só achava que estava morta.

– Como assim? Eu estou bem aqui. — Ele ignora e continua vendo Thalia com a visão ofuscada.

– Eu vi sua mãe. Vi sua mãe! Tenho certeza que era ela.

– Vamos entrar, por favor.

– Isso raramente acontece Thalia. — Nico fala tombando a cabeça e fechando os olhos.

Thalia o segurou em seus ombros ja que ele estava tonto e foram para a sala. Eles se sentaram e Nico disse que estava com vontade de vomitar. Thalia correu e pegou um balde na lavanderia, no exato momento que ela colocou o balde na frente dele, ele vomitou.

– Por que você faz isso comigo? — Thalia murmurou baixo demais para ele ouvir.

Eles deitaram no sofá e Nico começou a chorar. Thalia abraçou ele e logo depois ele começou a rir, e foi rindo mais alto ao mesmo tempo que chorava, esse era mais um efeito de LSD, perca de controle emocional. Nico se levantou bruscamente e chutou o sofá com força e depois ae jogou enquanto ria.

– Nico calma, olha pra mim. — Thalia disse e ele se sentou e fechou os olhos e os manteu assim por um tempo se balançando debochando de Thalia, quando abriu Bianca estava na sua frente, ele tocou o rosto dela e se desfez em névoa.

– Você viu? Você viu Thalia? Bianca. BIANCA. Você não pode ter morrido. BIANCA EU PRECISO DE VOCÊ. VOCÊ NÃO PODE MORRER. — Thalia o senta novamente no sofá.

Ela o acalmou e sentiu que o corpo dele estava bem quente, o que nunca era, o coração estava acelerado e percebeu que a cada vez que ele fechava os olhos por muito tempo ele abria falando sobre as coisas que via. Thalia sabia o que ele estava tendo, ja tinha experiementado uma vez mas depois nunca mais, para ela aquela droga não se comparava a nenhuma outra. A única coisa que ela podia fazer era ficar de olho nele, e assim fez.

As vezes ele chorava, ou ria, ou começava a pular de euforia até caia também com a tontura.

Por volta das 18h00, Thalia percebeu que os efeitos estavam diminuindo. O tempo foi passando e ja eram 20h00, Nico aparentava estar normal ja. Ele cochilou e Thalia foi até uma empregada que estava na casa.

– Oi.

– Boa noite. — a empregada responde.

– Bem... é... eu sei que não moro aqui nem nada, mas eu posso preparar alguma coisa ali na cozinha para Nico comer quando acordar?

– Não se preocupe querida, eu preparo. O que gostaria?

– Ah qualquer coisa.

– Dou um jeito. — ela responde sorridente.

– Você... fica aqui o dia inteiro?

– Sim, vou para casa bem tarde, moro perto. — a moça responde ja indo para a cozinha e Thalia a segue.

– Então você sempre vê o que Nico faz por aqui?

– Se se refere as drogas e bebidas, sim, mas eu sigo ordens, tanto de Hades quanto dele, e ele me pede para ficar calada.

– Ah entendi. Qual é o seu nome?

– Melanie.

– Ah... O meu é Thalia...

– To sabendo.

Thalia ruborece e abaixa a cabeça.

– Gosta de panquecas? — ela pergunta.

– Claro.

– Vou fazer então, Nico come desde quando comecei a trabalhar aqui, e ja faz algum tempo. — Melanie ri.

Ela era bonita, aparentava ter 30 e poucos anos, tinha cabelos loiros e olhos castanhos.

As duas conversaram um pouco mais e logo Nico aparece na cozinha.

– Oi.

– E ai como esta? — Thalia pergunta.

– Dor de cabeça.

– Tem panquecas. — Melanie diz. — Quer um remédio sr... Nico?

– Não precisa, valeu.

Eles se sentam e começam a comer.

– Por que usou aquilo? — Thalia pergunta olhando para o seu prato.

– Estava estressado.

– Tem idéia do quanto aquilo te afeta?

– Sim.

– Não deveria usar.

– E você quem é para me dizer o que fazer? — Nico pergunta com raiva na voz. Thalia se levanta e sai.

– Ah calma ai. — Nico vai atrás dela. — Foi mal.

– FOI MAL? — Thalia grita. — Foi mal Nico? Eu me preocupo com você sabia. — Nico achava ela linda brava.

– Cara... como eu te amo. — Nico diz a encarando.

– Fique quieto! — Nico fez beicinho para ela.

– Não de uma de viado. — ela colocou seu capuz e continuou andando.

– Thalia... — Ele ainda um pouco embreagado puxa o capuz dela.

– Da pra parar?! — Thalia grita e coloca novamente o capuz.

Nico vai se balançando igual um retardado na frente dela.

– Desculpa mozão.

– Mozão? Nico, volte ao normal pelo amor de Deus. — Fala Thalia ignorando aquele apelido ridículo. Ele murmurou e puxou ela de volta.

– Vamos voltar pra lá.

Thalia revira os olhos e empurra Nico para o lado entrando na cozinha novamente.

Terminaram de comer e foram fumar lá fora.

– A gente tem que parar de fazer isso.

– Mesmo? — Fala Nico sem tirar os olhos da cinza de seu cigarro.

– Mesmo.

– Uhuuum. — Nico traga mais uma vez e Thalia revira os olhos.

– Vamos tentar.

– Ta coisa chata. — Falou já irritado.

– Shh.

Terminaram de fumar e foram trocar de roupa, Thalia colocou um short de pijama perigosamente curto e uma regata, como sempre, e Nico a calça de moletom e um moletom cinza. Se encontraram no corredor.

– Já está com sono? — Thalia pergunta cruzando os braços, fazendo seus peitos parecerem maiores.

– Ééé. — Nico ficou olhando igual um idiota para o decote dela. — Nem um pouco...

Thalia percebe a direção dos olhos de Nico, puxa seu decote para cima e da um peteleco na testa dele.

– Vamos ficar lá na sala.

– Nossa! Na sala? Como? Nem ficamos lá quase. — Ela levou a mão ao peito, demonstrando falsa surpresa.

– É. — Ele puxou ela e sentaram no sofá, cada um em uma ponta, Thalia com as pernas abertas, toda jogada e Nico com o braço no encosto do sofá.

Colocaram algum filme qualquer e ficaram mais conversando do que assistindo, mas depois Nico virou para o lado para tentar cochilar, ignorando a tagarelice de Thalia. Ela percebe que ele nem está prestando atenção nela.

– Agora esse viado vai prestar atenção em mim. — Ela fala baixinho. Pegou o controle da TV e abaixou o volume, fazendo os diálogos do filme se tornarem meros sussurros.

Ela chegou de mansinho ao lado de Nico e assoprou sua orelha de leve.

Ele acordou e puxou ela, a abraçou e tentou voltar a dormir com Thalia.

Ela se mexeu e saiu dos braços dele, depois acordou ele dando um selinho.

Ele se endireita no sofá e encara Thalia sonolento. Ela beija o pescoço dele, para ativa-lo de vez, Nico se arrepia e desperta segurando a nuca de Thalia. Ela sobe em cima dele e eles ficam a centímetros.

Ficaram pensando, que esses 2 meses que tinham se conhecido, foram os melhores. Continaram a se encarar e depois se beijaram. Os dois pegavam fogo, suas bocas estavam quentes, seus rostos estavam corados, corações acelerados, mãos suando, que droga seria aquela? Aquela era uma droga mais forte, mais contagiante, mais viciante, uma droga boa, uma nova droga chamada "amor".

Thalia, já sentindo mais calor do que deveria, tira sua regata. Ficou olhando para Nico, esperando ele tirar o moletom.

Ele relutante tirou, pensando o que ele com 14 anos e sua namorada de 15 iriam fazer. Mas agora não tinha que pensar nada além de continuar a beija-la. Seu peito estava quente e suado, coisa que é raridade.

O que era muito excitante para Nico era o peito de Thalia subindo e descendo pela respiração acelerada, podia ver sua veia do pescoço palpitando rapidamente, já sabia o que ela estava sentindo.

Ela deixa escapar um sorriso e passa as mãos no peito de Nico, o mesmo fecha os olhos e aperta as coxas dela. Thalia desliza suas mãos pelos braços de Nico e pega as mãos dele, lentamente ela guia elas para as suas costas e as coloca por cima do fecho de seu sutiã.

Nico meio trêmulo olha nos olhos de Thalia, estava com um pouco de medo, já que era sua primeira vez, medo de fazer besteira. Ela olha para ele passando confiança depois assenti levemente, aprovando.

Ele abre o sutiã dela, passa as mãos suavemente sobre suas costas até chegar nas clavículas, ele abaixa vagarosamente as alças dela, o sutiã cai no colo de Nico e ele desvia o olhar.

– Nico? — Thalia percebe o desconforto dele.

– Eu nunca... você sabe. — ele deixa escapar por um suspiro, com vergonha.

– Tudo bem, se não quiser não precisa. — Thalia meche no cabelo dele, tirando os fios de seus olhos para que ela pudesse ve-los.

Lógico que ele queria, só estava envergonhado demais, até sua voz saia falhada.

Sua mão estava na coxa de Thalia, ele apertou, dando uma resposta. Ela entendeu e o beijou novamente.

Estavam preocupados apenas um com o outro, em seus beijos, suas respirações e seus corações.

Nunca tiveram tanta intimidade como estavam tendo agora. Nunca estiveram tão juntos como estavam agora. Os dois tinham se transformado em uma pessoa só.

Notas finais
Nem vo pedir pra comentar -.-'