Notas iniciais
Okay, primeiro de tudo. Não cumpri meu prazo por vários motivos, tais como: estava sem internet e sem computador. Enfim, eu realmente não gostei dessa capítulo, mas eu queria terminar essa história de um jeito bom, então fiz o que pude. Bem, eu pretendia escrever bem mais, sobre o futuro de Mattalie e dos outros casais, mas acabou que a criatividade e a disposição passaram longe. Obrigada pra quem está dando atenção a essa nota e quem leu minha fanfic e teve paciência até aqui. Considere esse o final, mas pretendo postar mais um capítulo futurístico para realmente dar fim a PPV. Obrigada a você novamente e... Enjoy :3

Acordo com a claridade agradável de Londres batendo em meu rosto, mesmo tendo a certeza de ter fechado as cortinas de noite. Me espreguiço lentamente e abro meus olhos, então me deparo com meus pais, sorrindo, parados em frente a minha cama. Levanto num pulo e abraço eles fortemente.

— Que saudades — Digo ainda abraçando-os.

— Nós também, filha — minha mãe disse com olhos marejados.

— Tsc, se tivesse se casado no Brasil seria mais fácil. E a família toda poderia ir — meu pai resmungava como sempre.

— Roberto! — minha mãe chamou sua atenção — Não ligue pra ele, filha. Boa parte da nossa família virá ao casamento.

— Eu também queria fazer lá, mas é difícil ir e voltar com o visto de trabalho — suspirei, mas me sentia tão feliz por essa notícia. — Como vocês vieram pra cá?

— A pé que não foi, né, filha?! — meu pai disse irônico

— Roberto! — minha mãe revirou os olhos — Seu noivo comprou nossas passagens. Ele é um amor, não? Tão educado e bonito.

— Tsc, puxa saco de gringo — mais uma vez, meu pai. Dessa vez eu ralhei junto com minha mãe:

— Roberto! — meu pai riu e levantou as mão para cima, em sinal de rendição.

Eles desceram e eu fui tomar banho, pronta pra começar o dia, o casamento seria daqui a dois dias e tínhamos que ver se estava tudo preparado. Estávamos a caminho da loja de vestidos, ver os últimos ajustes.
Pensar nisso me dá frio na barriga. Pensar no momento em que nós nos olharmos e prometer ser sempre fiel, na saúde e na doença, pelo resto de nossas vida. Sabe... o resto da minha vida é bastante tempo. Tipo, muito tempo mesmo. Tenho um pouco de medo do que pode acontecer no futuro... Mas ele vai estar lá, meu porto seguro, amante e melhor amigo, então tenho certeza de que não me arrependerei de ser sempre dele pelo resto de minha vida.

— Nat? Natalie? — Becca estalou os dedos na minha frente, me fazendo sair de meus pensamentos — Já chegamos. Onde é que você estava com a cabeça, menina?

— Sorry, eu estou meio avoada hoje — sorri e ela deu de ombros, logo fazendo uma cara maliciosa — O que foi agora?

— Tava pensando em que, Nat? Na noite de núpcias é? — ela riu e eu corei, joguei uma almofada do sofá de espera na cara dela.

Seu celular tocou e deduzi que fosse Bernard por causa das inúmeras melações durante a conversa. Jason também me mandou uma mensagem dizendo que logo viria ao meu encontro junto com Carol.

Durante a espera, fiquei olhando minhas fotos, com os amigos e família, parei em uma selfie minha e de Matt... faz uma semana que não o vejo. Essa é uma das preocupações que tenho, se não é ele que está posando pra algum photoshoot, sou eu que estou tirando fotos de outras coisas. Consegui um trabalho numa das maiores editoras de Londres, minha rotina nunca foi agitada, mas ultimamente parece que todos os ensaios e photoshoots ficaram sobre minha responsabilidade. Espero que isso mude pra nós dois, quero ter tempo de relaxar, botar os pés pra cima e assistir a um filme abraçada com ele.
Meus pensamentos foram interrompidos quando uma das consultoras me chamou pra provas o vestido. Jason e Carol chegaram durante a prova, o vestido ainda caia perfeitamente em mim.

— Nat, você está incrível! — a boca de Carol fazia um perfeito "o".

— Deslumbrante, Nat! Meu Deus, quando foi que você cresceu tanto? Está tão linda! — Jason fingiu secar uma lágrima, me fazendo rir.

— Com esses comentários, acho que o vestido não precisa de ajuste nenhum — a costureira disse sorrindo e eu concordei.
Becca ainda nos fez ir ao salão ver se estava tudo okay e finalmente voltamos para casa.

— Descanse porque amanhã vai ser corrido — ela sorriu e eu assenti, soltando um longo suspiro.

O dia seguinte foi cheio de familiares chegando e me parabenizando pelo casamento, Bernard e Jason foram ajudar a arrumar o salão e eu me cansei de tantas mulheres ao meu redor. Meu Deus, quanto falação! Dei uma desculpa qualquer e fui me deitar, amanhã seria o grande dia...

Acordo com minha mãe abrindo as cortinas e me falando para me arrumar para o dia de noiva. Desde ao spa, massagem e embelezamento. Suspirei e logo me levantei. Queria tanto falar com ele, e está prestes a fazer uma semana que ele não me liga...

Chegando ao spa, a primeira coisa que eles fizeram foi me colocar na sauna, lugar que eu odeio, já que não vejo necessidade de pagar para suar. Depois veio o banho de lama e então a massagem. A tarde foi finalizada com uma ida ao salão de belezas, onde arrumaram meu cabelo e fizeram uma maquiagem digna de capa de revista, aquelas que eleva a auto-estima em 70%.

Comecei a tremer quando o carro parou em frente ao salão e Carol veio me buscar para terminarmos a minha produção. Ela e minha mãe me ajudaram a colocar o vestido e mais algumas coisas.

— Filha — minha mãe me chamou com olhos marejados — Quero que você fique com isso.

Ela me entregou um enfeite de cabeça de prata com detalhes de flores em rosa claro e dourado.

— Isso foi da sua vó e passou pra mim, e eu passo a você nesse grande dia — ela me abraçou — Que você seja muito feliz e Deus abençoe esse casamento!

Sorri para ela, um lágrima solitária rolou pelo meu rosto, o que fez ela brigar comigo porque disse que iria borrar a maquiagem. Então ela colocou o enfeite me meu cabelo e me entregou para meu pai, estávamos posicionados na entrada. Os dois tremendo que nem brasileiro na Rússia.

— Para de tremer, menina! — ele falou e endireitou as costas, ficando numa posição ereta — Vamos, está para começar!

Espiei o altar e vi as madrinhas e padrinhos já posicionados, Carol e Jason, Becca e Bê, Sebastian e sua namorada, Ruki. Não tive coragem de olhar pra Matthew, estava ansiosa pra ver sua reação ao me olhar.
E então começou.

A música tradicional da entrada da noiva começara, eu abaixei minha cabeça minimamente e respirei trêmula, as portas se abriram e meu pai começou a me guiar ao altar.

— Cuide bem dela. To de olho em você! — foram as últimas palavras do meu pai ao me deixar no altar.

Levantei a cabeça e olhei para Matthew, e naquele momento, só havia eu e ele. Ele e eu.

Matthew's POV

Eu estava tão ansioso, estava há uma semana longe de Natalie, sem ouvir sua voz ou sentir seu toque. Ficar longe dela era uma abstinência. Coisa que eu nunca mais pretendo fazer. Uma semana corrida para que pudéssemos finalmente ter sossego, a sós.

Sebastian e Jason que me ajudaram durante a semana, me lembrando do que fazer e aonde ir. Eu já estava na igreja esperando por ela e pelo momento em que nossas vidas seriam traçadas até a morte, minha ansiedade só parou quando finalmente a vi. Depois de toda as formalidades com padrinhos e madrinhas e etc, ela entrou. E naquele momento eu só conseguia pensar que não havia ninguém no mundo mais bonita do que ela. Seu vestido era simples, era justo no busto até a cintura e sua saia era solta e rodada; seu cabelo estava preso em um coque desfiado e sua maquiagem era natural, apenas para ressaltar mais sua beleza.

Suspirei e sorri, meus olhos só focaram ela, ela era tudo pra mim e então quando seu pai a deixou no altar e nossos olhares se encontraram tão de perto, de repente eu nos vi sozinhos ali, eramos apenas eu e ela. Ela eu.

Trocamos as juras de amor eterno, e eu estava louco para toma-la nos braços e fazer dela minha eternamente. Esperei o pastor terminar a cerimônia e na tão esperada frase, passei minha mãos por sua nuca e a aproximei de mim, encarando seus lábios e logo tomando posse deles, a beijei repetidas vezes e sussurrei "eu te amo" quando seu pai pigarreou, nos separando brevemente.

A noite se arrastou lentamente e nos divertíamos com ambas as famílias presentes e quando menos esperávamos já estávamos a caminho da nossa lua de mel, escolhi a Tailândia para irmos, um lugar onde ela sempre quis ir e era parte da minha surpresa. A deixei descansar a viagem toda e quando chegamos no hotel ela ainda estava apagada, a coloquei na cama e me preparei pra dormir, teríamos a lua de mel toda para aproveitar mas eu queria apenas aproveitar quando o sol nascesse e eu acordasse ao lado de minha esposa e melhor amiga.

O sol raiou e eu já tinha pedido um café da manhã especial pelo serviço de quarto e também já tinha programado o nosso dia entre passeio e alguns momentos de descanso.

O nosso quarto era grande e espaçoso, as janelas eram enormes e de vidro, dando lugar para a maravilhosa e enorme vista do lado de fora e a cozinha tinha um grande ilha de granito e bancos de inox com forro branco. O café da manhã tinha chegado e eu estava beliscando uma das panquecas enquanto lia um artigo sobre turismo perto de onde estávamos. Senti dois braços passarem em volta do meu pescoço e sorri.

— Bom dia, meu amor — Natalie sussurrou e apoiou sua cabeça em meu ombro.

— Bom dia — sorri e a puxei para o meu colo, beijei seu pescoço e ela sorriu, se virando para beijar meus lábios.

— Que café todo é esse? — Nat perguntou provando um pouco da torrada com geleia e de repente se virando pra mim com olhos arregalados — Eu já ia me esquecendo.... ONDE NÓS ESTAMOS??

Sua animação era visível só pelo olhar dela, e assim que falei o lugar, ela se tornou quase palpável.

— Sério? — ela perguntou sorrindo e eu assenti. — Eu. Te. Amo. Mas vamos sair logo, quero passear!

— Okay, termine de comer.

E então fomos nos pontos turísticos, incluindo a praia de Pattaya, onde tudo era limpo, a água era cristalina e continha muito mais atrações locais, como mergulho e elefantes, passamos praticamente o dia todo por lá e voltamos para o hotel no início da noite. Entramos no quarto e quando eu estava prestes a me jogar na cama, ela segurou minha mão e me virei para encara-la.

— Obrigado, Matt — ela falou me olhando quase que com cuidado — Obrigado por tudo, por ter me suportado e amado. Eu te amo.

Antes que eu me desse por mim ou pudesse responder, eu já estava beijando-a. Natalie começou a desabotoar, afobadamente, a bermuda que eu usava, então ela colocou uma mão dentro de minha boxer e começou a estimular meu membro, o que era bem fácil pra ela. Quando já estava ereto ela me empurrou e cai sentado na cama, então ela se colocou de joelhos e beijou minha glande, passando a língua ali provocativamente e então o colocou quase por inteiro na boca, chupando com movimentos de vai e vem.

— Na-Natalie — eu gemi e joguei minha cabeça pra trás, apenas sentindo sua boca me levar a loucuras.

Puxei sua cabeça, para que ela parasse e a fiz sentar no meu colo. Afastei seus cabelos, os segurando forte pro lado e tive a visão de seu pescoço, então comecei a dar chupões e beijos ali, ela suspirava e então rebolou, me fazendo arfar.

— Tira a roupa — falei autoritário no seu ouvido enquanto segurava seu cabelo e o puxei um pouco para trás. Ela mordeu o lábio inferior e se levantou, logo se despindo e ficando apenas de calcinha e sutiã.

— Por que você não tira isso? — ela falou parada na minha frente, num movimento rápido a joguei na cama e tirei sua calcinha, ela colocou rapidamente o preservativo em mim e virou, empinando sua bunda para mim, então a penetrei devagar. Ela agarrou os lençóis e gemeu baixo.

— Rápido — ela praticamente ordenara. Mas continuei no ritmo lento, provocando-a. Ela gemia como se eu a estivesse torturando.

— Mais rápido — agora pediu em voz baixa e suplicante.

Então segurei sua cintura e a puxei mais pra mim, e com estocadas rápidas e fortes a levei a loucura, exatamente como ela fazia comigo. Continuamos nesse ritmo até chegarmos no ápice, juntos. Ela praticamente caiu na cama e então desabei ao seu lado.

— Um banho agora? — ela sorriu tentadoramente.

— Imediatamente — falei e a peguei no colo, a levando até o banheiro.

E então, no meio de carinhos e da água, nos amamos novamente. E assim se passaram os dias seguintes, e é assim que eu planejava passar minha vida toda, ao lado da mulher que eu amo e que também me ama, nos divertindo, rindo e sorrindo, trocando carícias, e nos amando.

Notas finais
Deixe seu comentário, por favor. E se quiser vem de pv, adoraria manter contato e saber o que você achou da história. Pretendo postar uma fanfic mais objetiva e menor no Wattpad. Até lá ; )
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.