Planos Para Vida...
29 It seems that I will sleep here!
Notas iniciais
P.S.: PERCEBI QUE EU NÃO DEI SOBRENOME PARA O MATT! QUE NOME EU COLOCO? DEEM SUAS OPINIÕES, POR FAVOR!
P.S.2: Tipo, nenhum das minha leitoras falam comigo, podem falar ok? Não mordo! Me mandem uma mensagem privada, ou sei lá, mas falem comigo!
É, to carente, mas ENJOY!!!!
Caramba, graças a Deus hoje é sexta! Já são 15hrs e eu finalmente estou em casa, chamei a Carol para vir aqui, vou apresentar ela para o Jason. Eles ainda não se conheceram, sempre que ela está comigo é como se o universo conspirasse contra eles se conhecerem!
Bem, vesti uma roupa para usar em casa e talvez dar uma saidinha: shorts, camisa e tênis. Convidei todos para irem ao Starbucks, Jason, Carol, Becca, Bernard e tenho um forte pressentimento que o idiota do Jason chamou o Matt.
– E aí, pronta? — Jason apareceu sorrindo.
– Tô sim! — sorri de lado, marcamos aqui no centro, era mais fácil para todos nós.
Em menos de 13 minutos, eu e Jason chegamos, Becca e Bernard chegaram logo depois e agora só faltavam Matt e Carol. ]
– E aí? — todos me olharam — Qual de vocês chamaram o Matt?
– Ah, fui eu! — Becca e Jason falaram juntos, se entrelharam e riram. Os dois tinham chamado o Matt? Eu vou estrangular essa gazelas satânicas!
– E por que vocês querem tanto que nós voltemos? — encarei os dois que se entreolharam e sorriram.
– Eu quero ser tia! — Becca disse como se fosse a coisa mais normal do mundo, e depois riu e olhou para as mãos, como se tivesse imaginando algo — E o filho de vocês vai ser tão lindo!
– Meu Deus, vocês são loucos! — eu disse, chocada.
– Ah, eu acho que vocês formam um casal bonito, e — Jason riu — Eu também quero ser tio!
– Mas...
– Quem é esse tal de Matt? — Ouvi a voz de Carol e todos nos viramos para olha-la. Até que enfim alguém normal, pelo menos, quase normal! — Oi!
– Oi! — sorri — Meu ex-namorado.
– E futuro marido! — Becca continuava rindo, Bernard que estava quieto até agora, começou a rir, Jason riu, eu ri também, e como minha risada é esquisita, a Carol riu também. Parecíamos um grupo de drogados reunidos numa mesa.
– Chega, parou a palhaçada! — eu disse fazendo a Becca rir mais e tudo se repetiu. O que eu eu fiz para merecer isso?
– Ok, nós estamos parecendo uns retardados! — Carol parou de rir e nós fizemos o pedido para a garçonete.
– Qual o seu nome? — Jason falou rapidamente.
– Caroline — ela sorriu timidamente.
– Quantos anos?
– 19.
– Chega, Jason, isso já está bom! Ela chegou um dia depois, perdeu o primeiro dia de aula! — eu expliquei e ele concordou.
– Você é loira de verdade? — Bernard perguntou enquanto tocava os cabelos de Carol.
– Sim — ela se afastou, deveria estar um pouco assutada. Quem não estaria? Jason fazendo perguntas, Bernard parecia realmente sobre o efeito de drogas e Becca rindo feito uma louca.
– Ficaria agradecida se vocês parassem de assustar a garota! — encarei-os com meu olhar assustador e eles ficaram quietinhos — Ótimo.
– Ok, isso foi estranho! — Carol sorriu — Quem é o Matt?
– Eu já disse, meu ex! — ela me olhou tipo "disso eu já sei, diga algo mais".
– Alguém tem uma foto dele? — ela perguntou e todos negaram.
– Procura no Google! — Becca disse dando de ombros.
– E ele tem uma página no Google? — ele parecia surpresa.
– É, ele é modelo — Jason respondeu.
– Wow, você está bem no assunto namoro! — ela riu e eu sorri de lado.
– Sabe, eu não gosto de falar sobre isso.
– Desculpa, mas o que você sente por ele?
– Ah, ele é gentil, fofo, carinhoso, inteligente, gostoso, acho que é tesão! — eu ri.
– Bom saber disso! — ela riu também — Alguém pode me emprestar o celular?
– Você vai procurar ele na internet, não é?
– É! — entreguei meu celular a ela, e ela ficou uns 3 minutos nele — Caramba, ele é lindo!
– Eu sei — Becca disse e Bernard a beliscou — Ai, foi só um elogio!
– Ela já percebeu, você não precisa falar nada! — ele cruzou os braços e fez biquinho.
– Não fica com raiva não, baby. Eu amo só você!
Matt chegou e deu um beijo na bochechas em todos, roubando um selinho de mim, ele sorriu e se sentou ao lado de Becca, de frente para mim
– Olá pessoas!
– Ooi! — todos responderam alegres.
– Oi, quem é você? — Matt perguntou para Carol.
– Caroline, 19 anos e estuda com a Nat! — nossos pedidos chegaram e Jason respondeu comendo seu sanduíche.
– Obrigada, Jason.
– De nada!
– E então, como foi seu ensaio para o Dolce & Gabana? — perguntei passando o dedo sobre o glace do meu cupcake de morando e o lambendo. Matt seguia meu dedo com o olhar.
– É daqui a três dias!
– Hum, ok! — dei a primeira mordida no cupcake.
– É vai ser em L.A.! — ele disse indiferente, e eu o encarei, tipo, ele vai passar pela Disney? ME LEVA!!!
– Legal! — foi a única coisa que eu disse.
– Eu sei.
Paramos de conversar assim que a garçonete se aproximou do Matt, ele fez o mesmo pedido que eu: cupcake de morango e capuccino. Ficamos conversando mais algum tempinho e pedi para ir embora, não estava me sentindo tão bem.
– O que você tem? — Matt parecia preocupado.
– Nada, só estou um pouco quente! — coloquei a mão sobre a testa, eu estava fervendo!
– Deixa eu ver...
– Não! — eu afastei a mão dele, Jason segurou meu pulso e Matt colocou sua mão em minha testa, depois no meu pescoço.
– Natalie, você está ardendo em febre! — ele quase gritou — Vamos para casa!
Ele me puxou pelo pulso, queria protestar, mas minha garganta estava ardendo tanto que eu nem consegui falar. Deixei ele me guiar e entrei no seu carro, ele me guiou até sua casa.
– Mi-nha casa é mais per-to! — falei pausadamente para conseguir pronunciar todas as palavras.
– A minha é mais perto! — tentei falar que não, mas minha voz não saiu, tossi e ele me olhou mais preocupado – Você já estava assim antes?
Afirmei com a cabeça, ele estacionou o carro na garagem e abriu a porta no meu lado, me deu a mão e eu a segurei. Ele sussurrou no meu ouvido "Você vai ficar bem, ok?", eu concordava, senti uma lágrima solitária escorrer e minha garganta arder mais. Provavelmente essa febre deve ter sido do frio de Londres e os aquecedores dos lugares que eu vou. As mudanças de temperatura geralmente me causam resfriados.
– Re-laxa, de-ve ser pas-sagei-ro!
– É, mas para passar precisamos cuidar de você! — ele me sentou no sofá e foi na cozinha, voltou com uma maleta escrita "Primeiros Socorros" e eu tentei rir, não funcionou.
– Não preci-sa dis-so!
– Claro que precisa — ele tirou alguns remédios e algumas pílulas de lá e eu bufei — Para com isso. Agora, engole!
O obedeci e tomei tudo o que ele me deu, o último foi um remédio muito amargo que desceu arranhando pela minha garganta. Caramba, tudo bem, acordei sentindo dor de cabeça e minha garganta seca, mas daí fui direto pro Starbucks e quando eu bebi o capuccino melhorou na hora, mas piorou com o tempo. Fiquei olhando para o lado e batucando meus dedos sobre a perna.
– Você está melhor? — ele perguntou.
– Tô — minha voz saiu melhor — Você pode me levar pra casa?
– De jeito nenhum. Começou a nevar, quando passar, eu te levo!
Suspirei e fui até a cozinha, peguei um saco de pipocas, leite, achocolatado, e marshmallows. Coloquei a pipoca no microondas, despejei o leite com o achocolatado, queria fazer chocolate quente, assim que ficou pronto, coloquei os pequenos marshmallows por cima. O microondas apitou, segurei os dois e liguei a televisão. Me incomodei com o fato de Matt ficou me observando.
– Que foi?
– Nada, só estou te observando.
– Percebi. Agora dá para parar?
– Por que?
– Tá me incomodando! — ele revirou os olhos e se sentou ao meu lado, pegou um pouco de pipoca e ficou vendo o filme comigo.
[...]
– PARA DE ME CUTUCAR! — gritei enquanto corria pela sala, fugindo de Matt.
– Não! — ele pulou e me derrubou no chão, fazendo cócegas em mim e eu provavelmente devo ter ficado vermelha como um pimentão.
– Para com isso — eu gritei e percebi que estava ficando sem voz.
– Com uma condição — lá vem merda, suas mãos prederam meus pulsos e ele se aproximou bem do meu rosto – Um beijo.
Senti as suas mãos se abrirem e e ele se aproximar mais, podia sentir sua respiração no meu rosto, passei meus braços sobre seu pescoço e o joguei no chão, ficando por cima dele. Lhe dei um selinho demorado e me levantei com minha bolsa e saí correndo até o banheiro, me tranquei lá e fiquei repassando esse momento em minha cabeça. Por que eu corri? Também não sei a resposta.
Abri o chuveiro e resolvi tomar um banho de água quente, estava realmente muito frio, abri a bolsa e tirei um pijama que eu sempre levava comigo caso acontecesse uma emergência.
– Vai dormir aqui? — Matt perguntou assim que saí do banheiro.
– E você vai deixar eu ir embora?
– Não — ele sorriu e eu ri.
– Você vai dormir no sofá! — disse correndo até seu quarto.
– Não vou não! — ele correu atrás de mim.
– Ok, então vou fazer uma barreira de travesseiros.
– Sério? Precisa mesmo? — ele revirou os olhos.
– Ok, então não fica muito perto! — ele levantou as mãos em rendimento e eu ri.
Não foi muito tempo até ele pegar no sono, fiquei o observando dormir tão calmo, tão sereno, continuava tão lindo. Passei meus dedos sobre seu calo, tocando levemente seu rosto, e ele reagiu ao meu toque, sorriu. Um sorriso verdadeiro, fofo e apaixonado. Sorri bobamente e logo dormi.
Fale com o autor