Plano B.
1 Capítulo 1 -A profecia dos quatro.
Notas iniciais
Capítulo 1 -A profecia dos quatro.
Narradora On.
Era um fim de tarde frio, nebuloso e tempestuoso em Hogwarts. Isso era estranho, era meio de verão e estava tudo perfeitamente bem. Harry, com ajuda de Rony e Hermione, haviam derrotado Lord Voldemort e tinham voltado a Hogwarts para terminarem seu último ano de estudo.
- Harry, eu não estou gostando disto. – reclamou Rony com claro medo dos sons da tempestade.
- Ah eu não acredito! Olha quanta coisa você já fez Rony, medo de tempestade? – perguntou Hermione enquanto gargalhava da cara de medo do namorado.
- Ele pode ter razão Mione. Eu também não estou gostando disto! – defendeu-o Harry. – Tive uma ideia, venham.
Eles saíram do Hogwarts disfarçadamente para investigar.
- Harry! – chamou Hermione. – Oque você acha que está acontecendo?
Eles encaram o céu mais uma vez. Não deu tempo de Harry responder á amiga, ela havia desaparecido.
-Hermione! – gritava Harry. –Hermione!
- Harry, oque houve com ela? – perguntou Rony parecendo nervoso.
- Ela estava aqui, e de repente desapareceu. – ele resmungou.
- O mesmo com Gina. – indagou Rony.
- Oque Gina fazia aqui? – perguntou Harry.
- Estava te procurando.
Um grito de dor cortou o barulho da tempestade. Uma gargalhada abafou o barulho.
- Harry Potter! –ele gritou.
Rony e Harry varreram o lugar com os olhos e só então a ficha caiu. A voz vinha do símbolo que se formava no céu. Ela havia voltado. Os dois amigos puxaram a varinha mais sabiam que seria inútil lutar naquele momento, e saíram em disparado de volta para dentro de Hogwarts.
- Hermione e Gina! – lembrou Rony. – Não podemos deixa-la.
- Rony eu sei, mas acha sinceramente que não foi ele que as pegou. Precisamos estar a salvo no instante para deixa-las a salvo. –Disse Harry se odiando por ter que dizer e fazer tal coisa.
Eles tentaram aparatar mais não conseguiram algo parecia não deixar.
- Esqueça o que disse Rony. – pediu Harry. – Se não conseguirmos avisar os outros salvaremos ao menos as duas.
Rony assentiu e os dois se voltaram para a tempestade.
- Esqueça Rony, Hermione e Gina. Seu assunto é comigo! – gritou Harry.
Ele fez sinal para que o amigo tentasse novamente aparatar em Hogwarts. Ele negou, mas ao tentar conseguiu.
-Não se trata só de você Potter! Não se sinta tão especial heroizinho. – disse algum comensal através do símbolo que se formava na nuvem. – Sirvo agora ao Lorde das Trevas, que me ajudou quando mais precisei.
A voz soou diferente. Mais má e intimidante, se comparava facilmente a de Voldemort.
- Quem é você? – perguntou Harry.
A voz riu, e desta vez soou feminina.
- Você não me conhece? – a voz havia realmente mudado, agora era mulher. – Nossa agora me sinto ofendida Potter!
- Não se sinta, não é toda comensal que merece minha atenção. – ele provocou.
- Não sou uma mera comensal. – gargalhou a voz novamente se transformando. Agora era intimidante o suficiente para pedir perdão. – Sou temido como todo vilão.
- Diga logo ou... – tentou ameaçar Harry.
- Ou vai disparar um feitiço para uma nuvem? – perguntou todas as vozes juntas.
Harry tremia de medo. As vozes eram mil vezes mais intimidantes juntas.
- Se quer nos ver. Veja. – o símbolo se transformou em uma imagem embaçada como as das bolas de cristal nas aulas de adivinhação.
De longe Harry reconhecia Voldemort e seu sorriso de vitória, mas e a outra pessoa a seu lado. Seria um bruxo? Estava despedaçado e parecia ter sido colado em um novo corpo, como um específico titã dos livros de mitologia. Seria possível? Depois de tanto tempo, todos separados? A profecia dos quatro parecia se cumprir.
- Fuja Harry! Aparate, corra, avise a todos que a profecia se cumpre! – mandou Voldemort.
Harry não queria fazer aquilo, não podia. Mas seria loucura ficar. Ele tentou aparatar e funcionou. Apareceu caído no Salão Principal onde todos assistiam a cara de medo e choro de Harry nas mesas das casas. Ele tentou falar algo, mas só saia gaguejos. A professora Minerva, atual diretora de Hogwarts, mandou.
- Fale garoto!
Ele disse, logo em seguida desmaiando.
- Ele voltou.
(...)
Harry acordou no quarto ao lado Rony com muitas perguntas nítidas no rosto.
- Harry – ele começou. – Oque aconteceu lá fora, quando eu aparatei?
Harry se levantou e pegou seus óculos.
- A profecia Rony. Lembra que recebemos um pergaminho no primeiro dia de festa depois da morte de Voldemort? – ele perguntou.
Rony assentiu.
- Eu não fui totalmente sincero com você e Hermione quanto ao oque estava escrito. Lá quantia uma profecia. – ele respirou fundo.
- Harry, estou preocupado. – Rony disse quase chorando. – Gina e Hermione não foram achadas.
Ele e o amigo se olharam compartilhando a preocupação.
- Vamos conseguir acha-las. Sei que vamos. – afirmou Harry, na verdade totalmente incerto.
- Como... Como era a profecia? – perguntou Rony.
Harry fechou os olhos e não era mais sua voz falando.
“Os quatro derrotados derrotarão
Os quatro vencedores perderão.
Nada pode mudar oque a profecia recitar,
A menos que a alma do herói mude-a.
“Para vilões o amor pode atrapalhar,
Para heróis derrotar
Deve apenas capturá-las
E vencerás.” – A profecia dos quatro.
Notas finais
- Malfeito, feito.
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