Notas iniciais
Sem nenhum tipo de cerimônia, pois não sou dessas. Meu nome é Maria Eduarda e escrevo há 7 anos. Não profissionalmente, mas whatever. Espero que gostem.

Uma multidão se aglomerava na entrada daquele colégio interno. Está aí uma coisa que eu odiava: multidões. Desci do carro e fui acompanhada pela escolta armada que minha mãe contratou para que eu ficasse livre de atentados ou represálias.

Me chamo Amy. Amelie Elizabeth Winslet. Tenho 15 anos e fui mandada para este reformatório em Des Moines, Iowa, injustamente. Fui acusada de infração e vandalismo, sendo que eu estava em casa. Meu irmã gêmeo, Arien, estava já instalado em seu quarto no colégio, e minha melhor amiga, Mona, viria na terça-feira.

Entrei no saguão principal com os seguranas a tira-colo, para fazer meu check-in e pegar minhas malas. Havia uma caixa cheia de celulares e objetos do gênero, e um inspetor para pegá-los dos alunos.

Voltando à minha vida pessoal. Meus pais são médicos e empresários muito ricos, e desde pequena sempre saí com carros blindados e escoltados. Minha mãe morria de medo de que eu e Arien fôssemos sequestrados. Sua superproteção não foi suficiente para nos poupar de um convento.

– NÃO VOU ENTREGAR MEU CELULAR! — gritei exasperada. Mas me obrigaram. Depois daquele escândalo. procurei a minha sala para m dia de aulas.

Arien fumava na janela, e me abraçou quando me viu. Haviam poucas pessoas na sala e eume instalei ao lado de meu irmão. Thor me explicou que tínhamos direito a duas ligações por dia e que não haviam restrições com relação a uniforme.

A primeira aula da manhã: Matemática, e finalmente eu entendi alguma merda. Exceto pelo fato de que haviam dois caras que não calavam a boca atrás de nós. Ignorei aquiloe esperei pela aula de Educação Física.

Na cabine telefônica na quadra, consegui falr com Mona.

– NUNCA MAIS OUSE ME ASSUSTAR ASSIM!- gritava ela no telefone.

– Me desculpe. — respondi. — Aconteceram algumas coisas.Eles pegam celular, Mona. Puta, por favor...

– Estou no hotel. Amanhã chego aí. — disse Mona.

– Pedi ao meu pai para mandar um carro para escoltar você. — comentei. — Te espero ansiosamente. Amo você!

– Amo você.

À noite, andei até a quadra, onde tinha uma festa. Alguns garotos cantavam Call Me When You're Sober, do Evanescence no karaokê.

– Ora, ora! — disse Cameron. — É a nossa linda Amy se oferecendo para cantar?

Dei de ombrose peguei o microfone. A música começava, e eu respirei fundo antes de começar a cantar.

– Feels like the weight of the world... like God in Heaven gave me a turn...

Eu sempre soube que tinha uma voz bonita, mas ninguém nunca ouviu. Apenas Mona. E eu me sentia uma traidora cantando sem ela.

Notas finais
É isso aí. Estou cheia de ideias para isso, e espero obter reconhecimento.