Notas iniciais
Olá, pessoal! Me chamem de Duda. É a minha primeira história. açdsfç~sçg~e que legal. Enfim, posto com reviews e aceito críticas tanto positivas quanto negativas. Não quero meio-leitores, hein? Comentem e ajudem no que puderem. Obrigada!

POV: Vincent Davey

A luz do sol machucava meus olhos quando acordei. Tentei levantar-me, mas minha cabeça latejou e eu me senti tonto. Ah, ótimo. Eu estava de ressaca.

Não me lembro de ter bebido muito na noite passada. Só tomei duas cervejas! Ok, três. Quatro. Não me lembro também de ter ficado com alguém.

Demorei um pouco para perceber que estava nu. E algemado. Eu com certeza fiquei com alguma garota. Olhei para mim mesmo. Argh, eu era feio de corpo.

– Alissa! — chamei. Minha irmã apareceu um pequeno tempo depois, e fez uma cara de nojo misturado com raiva e confusão ao me ver naquele estado.

E depois, um ataque de riso.

– Você devia ter visto a sua cara ontem à noite, Vincent — disse ela enquanto tentava abrir as algemas com um grampo de cabelo.

Ignorei aquilo e agradeci quando fui solto. Procurei pelo banheiro, ainda meio zonzo. Abri a tampa da privada e vomitei até o que não podia. Preferi não olhar, para ver se não tinha jogado fora as minhas tripas também. Puxei a descarga e me arrastei até o chuveiro. Deixei a água fria me despertar até quando eu me cansasse daquilo.

Comecei a sentir fome e muito mais dor de cabeça. Procurei um analgésico e o engoli com a água da torneira mesmo. Escovei os dentes, vesti uma roupa qualquer e desci.

– Não acho justo você rir do seu irmão — disse uma voz feminina, parando para dar um suspiro. — Você também não é lá de ficar sóbria em festas, Alissa.

– Shhh! — disse Alissa. — O Vincent não pode nem sonhar que eu bebo.

Sorri. Era uma ótima arma para usar contra Alissa. Como eu estava atrás da porta da cozinha e elas estavam na sala, me escondi e aproveitei para ouvir um pouco mais da conversinha.

– Desculpe, Ali. — disse a garota. — Mas o Vincent é um gostoso. Puta merda, eu me casaria mil vezes com aquele homem.

– Tenho que concordar com você — disse Alissa. — Meu irmão é um deus grego.

Segurei o riso e espiei pela brecha da porta. Quem seria a louca que me achava bonito?

Olhei e a reconheci de imediato. Era Alice Midiancraft, a melhor amiga de Alissa. Ela tinha uma irmã gêmea também, a Sarah. Ambas estavam presentes, ajudando Alissa a limpar a casa arrebatada pela festa de ontem. O irmão gêmeo delas (sim, eram três) era um dos meus grandes amigos de infância.

– Ele é um puta homem, meu Deus do Céu. — disse Sarah, seguida por risos.

A família Midiancraft era austro-húngara, eles vieram para cá quando todos seus últimos filhos eram muito pequenos. Aqui conheceram meus pais e se tornaram amigos desde então.

Alice era pequena. Tinha olhos verdes, pele morena-clara, cabelos lisos e pretos batendo na altura do queixo, mais ou menos 1,65m e uma paixão devastadora por Evanescence. Tirando o fato de ela gostar de uma banda que eu odiava, eu a teria como namorada sem nenhum tipo de problema.

Sarah, sua irmã, era pequena e tinha olhos verdes também. Só que tinha cabelos compridos e pretos, lisos. E era um pouco mais alegre que Alice. Mas as duas (somando Alissa) se amavam mais do que qualquer outra coisa no mundo.

– Oi — cumprimentei, com um sorriso no rosto. — Bom dia.

Sarah me cumprimentou com um aperto de mão e um sorriso. Alissa me deu um soco no braço e Alice... bom, com ela foi estranho. Ela ficou vermelha e recuou quando fui abraçá-la, porém cedeu quando viu que eu não ia lhe fazer mal. Achei aquilo um tanto estranho, porém resolvi ficar quieto.

– Como vão vocês? — falei me esparramando no sofá e ligando a televisão.

– Cansadas — disse Alissa, e logo depois Sarah concordou com um aceno de cabeça.

– E com fome. — disse Alice. — Cansadas e com fome. Acho que vou pra casa. Pode ficar se quiser, Sah.

– Valeu. — disse Sarah dando um beijo na testa de Alice. Alissa abraçou-a.

Alice se despediu de mim com um beijo no rosto e saiu correndo e saltitando como um elfo. Olhei-a e vigie-a, até que seu corpo sumisse da minha vista.

– Posso dar uma palavrinha bem rápida com vocês? — perguntei para as meninas enquanto elas comiam. — Espero que não se ofendam.

Elas assentiram, ouvindo.

– Por quê a Alice é tão tímida? — disparei. — Ela recuou quando eu a cumprimentei, parecia estar com medo de mim.

– Ela é assim mesmo — disse Sarah. — Desde pequena.

Alissa concordou.

– Primeiro você tem que ganhar a confiança dela, o que não é uma tarefa fácil. — disse Alissa. — Ela é muito fechada. E o coração dela é, digamos, um cristalzinho. Se você der um passo em falso com ele, quebra. E ele é tão pequeno que não conseguimos juntar os pedaços. Assim é Alice.

Sorri. Eu gostava de desafios, e decidi que faria de tudo para ter Alice.

Notas finais
Oi? Olá? O capítulo está pequeno sim, eu sei, mas essa é a ideia. Vou postar mais um agora, ok? Reviews, please!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.