Notas iniciais
Ola seres humanos

bem,eu sou novo aqui (literalmente não criei uma conta não faz nem 1 hora rsrs)e trago aqui minha primeira fic.

Eu (nesse momento) ja escrevi os 4 primeiros capitulos dessa historia,então vou posta-los segudos aqui,mas não se acostumem,normalmente deve demorar em torno de 1 mes para o proximo capitulo,então espero que tenham paciencia :D

essa historia também esta presente no spirit e wattpad (mesmo nome de fic, e conta).

vou parar de encher o saco.

até as notas finais.

Prologo

POV’Steven

Observo a sala onde estou.

Toda a sala brilha em um tom rosado, na verdade a sala toda é feita de um puro rosa, alternando entre os tons do mesmo. Olho para o resto do quarto, bolhas, também rosas, estão espalhadas para todo teto, a minha esquerda, uma grande janela, me dá uma ampla visão de Home world, ao fundo da paisagem, uma construção totalmente branca, que se assemelha ao formato de uma parte superior de um tronco humano, prende minha atenção.

Rapidamente as lembranças do que me trouxe a essa misteriosa sala vem atona em minha mente.

“Após nossa chegada em Home Word, a qual chegamos usando a nave pernas de minha mãe, em algum tipo de local de pouso, saímos da nave em algum tipo de bolha/esfera rosa, abaixo de nós, os gritos dos soldados enchem o ar, os barulhos me eram ensurdecedores.

Um silencio tomou conta da multidão

A nossa frente descia uma bolha, como a que usamos, mas dessa vez prateada, uma perola branca, pálida como a neve, saiu daquela estranha esfera, sua pedra se localizava na região do umbigo, um de seus olhos estava rachado, e seus braços levantados, fazendo mais com que se parecesse com uma boneca de porcelana.

—É a pérola da White- a Voz de Blue, que soava mais como um sussurro, veio acima de mim.

—Pink Diamond sua presença foi solicitada- a voz da perola, mais grave do que eu imaginava, era o único som que se ouvia no local.

— Vamos, Blue – Yellow chamou.

—Somente a presença da Pink Diamond é necessária. –A estranha perola proclamou, flutuando sobre o chão até minha direção.

Busquei em meus pensamentos palavras, que se embaralhavam em minha cabeça.

—Talvez nós podemos...-não consegui terminar de dizer, antes que fosse engolido por aquela bolha, uma sensação gélida tomou conta do meu corpo.

Ao fundo a voz das gems se tornavam baixas, como sussurros. “Espera, Steven! ” “Steven! ”, foram as últimas coisas que escutei antes de entrar no silencio sombrio daquela bolha.

Chegamos, aonde supus que fosse a sala da White Diamond, por meio daquela esfera prateada, que se desfez no ar, como uma bolha de sabão, ainda ao lado de sua perola, que um instante após nossa chegada, atravessou a “porta” fugindo totalmente do meu campo de visão

Pink! Aí está você.

Um frio correu pela minha espinha, viro meu corpo para observar a origem daquela voz;

Os olhos gélidos da White Diamond estavam cravados em mim, sentia suas orbitas seguindo cada movimento que eu fazia, esse pensamento me fez estremecer, gelando meus ossos.

—Olá, Starlight, você nos deixou bastante assustadas. – Olho para cima para ter uma visão melhor daquele ser brilhante. – Todas estão animadas de te ver sã e salva.

Forço minha mente a formular palavras que façam sentido.

—Olá? Eu....

—E quanto a esse seu jogo...- sou interrompido por sua voz, que preenche toda a sala- Você se divertiu? Já tirou de seu sistema?

Vários pensamentos se passam na minha cabeça, mas a única coisa que sai é:

—Eu…-tento falar, mas sou interrompido novamente.

—Ótimo, ótimo. Todas estão tão aliviadas. Bem-vinda de volta, Pink.

Sem entender nada, sou envolto pela mesma esfera que me trouxe aqui, me levando a um local que desconheço.

—Espera aí! –É a única coisa que consigo dizer antes da bolha estourar, fazendo-me cair sentado em uma sala que desconheço”

Minha cabeça dói, pensamentos dos mais diversos passam tão rapidamente que mal consigo assimilá-los. Volto a observar a vista sobre Home World, os soldados que vi no começo, continuam em suas posições a quais percebo, formar o símbolo da autoridade diamante, agora imagino que os soldados devem ter sido organizados referentes a suas cortes.

—Deve ser o quarto da Pink. –Ando pelo quarto mais um pouco, meus músculos doem a cada passo – preciso de uma cama.

Acabo deitando no chão, que magicamente se transforma em algum tipo de cama.

—O quê? – Olho para baixo, pequenas criaturinhas me observam “Vão! Vão! Vão! ” E a única coisa que escuto antes delas se esconderem. Uma ideia veio a minha mente. –Bem, preciso de um lugar para sentar.

Como eu pensei, uma pequena plataforma, no formato de um banco, agacho para observar as pequenas criaturas, que novamente se escondem para que eu não as vejas. Mais uma ideia vem a minha mente.

—Preciso de uma estante para meu rosto, rosto, rosto. — Digo animado pela curiosidade. Como esperado uma pequena prateleira surge na parede, me seguro nela, e encaixo na pequena estante. Minha visão é tomada por um local cheio de pequenas engrenagens, e mais das criaturas, que correm para se esconder novamente. — Ei quem são vocês? — Penso rápido em algo para dizer antes que elas sumam da minha visão. –Obrigado!

Elas se assustam com as palavras, começando a repeti-las, “será? ” “É ela” “ela voltou”, as criaturas dizem, antes de entrarem d começarem a brincar, dentro na minha boca e me escalando.

—Não construam coisas na minha boca! – Digo em meio a risadas, cuspo uma pequena casinha. Certo, quem são vocês? –

—Muito engraçado, Pink! – Uma delas fala, sua voz é aguda e quase não escuto.

— Sempre brincando. Fingindo que não nos conhece, os pedregulhos. Outra diz antes de entrar no meu bolso.

Um tipo de campainha toca, em um som alto tão insuportável e ensurdecedor que fazem meus ouvidos doerem.

Duas Topázios entram na sala, suas expressões calmas me intrigam, ativo meu escudo, que é gerado rapidamente no meu braço, as topázios se fundem, partindo para cima em uma velocidade impressionante, avanço na direção da fusão, jogando meu escudo, que é repelido pelo bastão em suas mãos, rapidamente gero outro escudo, o jogando logo em seguida, fazendo esse movimento várias vezes, todos sendo repelidos ou ignorados pelas topázios, que avançam cada vez mais, chegando perto o bastante para desferir um golpe com seu imenso bastão, crio um escudo por reflexo, que surpreendentemente se estilhaça com o golpe, o mesmo acerta diretamente meu peito, tirando me o folego, uma dor insuportável segue-me por todo o corpo, o impacto me lança na parede, consigo sentir o sangue quente escorrer pelo meu rosto, seu gosto metálico preenche toda minha boca, dando-me uma sensação de enjoo. Todo meu corpo está dolorido, mal consigo senti-lo. A última sensação que sinto são os grandes braços dos topázios me agarrando, suas mãos são frias, estremecendo meu corpo, que pulsava de dor, e aí tudo fica escuro.

♦❀❀♦

Acordo, luto para abrir minhas pálpebras, sinto meus pés arderem ao serem arrastados pelo chão, pequenos pontinhos pretos ainda residem nos cantos dos meus olhos, não sinto meus braços, que ainda são seguradas no ar,sinto-me tonto ,minha cabeça lateja.

Paramos, luto para levantar a cabeça, cada musculo do meu corpo dói com o movimento, minha visão é tomada por um breu, um frio percorre todo meu corpo. Chegamos em uma sala escura, onde a única luz esta pairando sobre uma pequena cadeira. As Topázios seguem me arrastando até a mencionada cadeira, me sentando e prendendo na mesma, sumindo logo depois disso.

— Starlight, Starlight, como sempre,fraca e infantil – a voz da White Diamond, preenche a sala, aumentando o zumbido em meus ouvidos, seu grande corpo adentra a sala, meus olhos doem ao olhar diretamente.

Minha cabeça lateja, com muita força, tento gesticular algo.

—Você..........Vai...........Me........Matar? — É a única coisa que sai, minha voz treme, me surpreendo com quão roca ela está, sinto como se mil formigas andassem em minha boca.

—Porque eu faria isso? – Sua voz parece triste, mas seu sorriso mostrava uma sensação megalomaníaca de prazer – Acabaria com toda diversão. E isso eu não permitirei que aconteça.

Seus dedos são colocados logo abaixo da minha cabeça, apertando-a com a mão.

—Vamos ver.…vou te tirar desse corpo medíocre, Pink…-ela cospe o nome como se fosse veneno. Uma de suas mãos, segura a gem em meu umbigo –Veja bem,não se preocupe, eu não vou te matar Starlight......

Só vou te machucar muito......

Notas finais
Bem,foi isso.

Espero que tenham gostado.

Bem,pessoinhas ate a proxima!