Notas iniciais
Gente, agora vai funcionar assim, só posto se tiver comentários, não cai o dedo! E quanto aos leitores fantasmas, apareçam!

ALYSSA

– Tá bom, eu conto, eu estava andando normalmente, aí Marcelo sorriu para mim, e como você viu ele é muito gato, não podia desperdiçar a oportunidade. Eu sorri também, ficamos nos encarando por alguns minutos e então eu fui ao refeitório, ele me seguiu. Quando cheguei lá, sentei em uma mesa e pedi um Milkshake, ele simplesmente sentou na minha mesa e começou a dizer que eu era linda, se ele tinha chance... Eu dei uma chance para ele. Eu sei, eu sei, ele tem a maior cara de canalha, mas eu não me importo ele é muito gostoso, uma noite com aquele cara me levaria aos céus. — Cloe contou a história toda dirigindo, que quando ela terminou elas já tinham chegado. Alyssa tentou sair do carro para evitar a pergunta de sua amiga, não estava afim de falar de Fred. Ela sabia que estava sendo ingrata, pois de todos que ela cumprimentou, ele foi o único a falar com ela, mas acontece que Alyssa tem uma característica incomum, ela não gosta de pessoas do sexo masculino. Não que ela seja lésbica, ela só acha a raça masculina desprezível. Garotos só pensam em sexo, não perderia seu tempo com amor, afinal ele não passava de um sentimento psicológico, você só ama a pessoa que você acha que quer amar, mas depois se decepciona... E onde está o amor? Não existe mais, sabe porquê? Porque você perdeu a vontade de amar aquela pessoa. Essa é uma dica aí pra quem não consegue controlar seus sentimentos, apenas não queira. Funciona, pode confiar.

– Aonde pensa que vai Senhorita Kelly, fale-me sobre o Fred e você! — Exigiu Cloe

– Não posso agora, temos que nos arrumar para aula de artes lembra? Dias de hoje começa mais cedo!- Yeah! Alyssa deu uma desculpa direitinho

– Salva pelo gongo Alyssa, mas hoje no caminho da aula de artes quero saber, beijo, fui. — Cloe avisou

– Droga! Será possível que ela não conseguiria escapar de Cloe

MARTIM

Martim se arrumava animadamente par aula de artes, queria ver Alyssa, a ladra que teve a audácia e ousadia de roubar seu coração. Nossa, como ele queria aquela garota, a desejava com todas as forças... Maldita insegurança que ele tinha quando estava perto dela, ele ficava tão bobo e sem jeito. Tinha que resolver isso! Sua melhor amiga oculta Cloe, sim, Cloe era sua amiga oculta que o ajudava com Alyssa. Ela disse para ele a seguinte frase: " Não sei porque tamanha insegurança, você é ruivo natural, olhos verdes, super gato com essa barriquinha de Deus grego e essas sardas que te deixam fofo. Porra, você é lindo, conquiste-a". Ele no começo ia todo cheio de confiança, mas quando a via simplesmente travava, não era bom o suficiente.

Martim afastou esses pensamentos e seguiu para o sua Ferrari preta que tinha ganhado de seu tio-avô bilionário. E saiu a caminho do estúdio de artes. Quando chegou lá se sentou e ficou encarando a porta, o que havia acontecido com Alyssa?Porquê tanta demora?

O professor de artes entrou na sala e fechou a porta, perdi as esperanças de que Alyssa fosse chegar. E aula passou e foi um tédio, então comecei a fuçar no celular e vi que tinha o numero da Alyssa em meus contatos. Cloe que tinha me dado, eu nunca liguei, mas eu acho que chegou a hora.

ALYSSA

Já era meia-noite e Alyssa não estava conseguindo dormir, Alyssa mentiu pela primeira vez para sua melhor amiga e faltou aula de artes por causa dela. Alyssa só quer que ninguém pergunte sobre garotos, é tão estranho qualquer coisa que você fale podem achar que você gosta dele.

Pegou seu celular, três chamadas perdidas, número desconhecido, ligação as 18h.

Retornou.


MARTIM

Martim estava dormindo tranquilamente até que ouviu seu celular tocar, apenas atendeu, nem se deu ao trabalho de ver quem era.

– Alô — ele falou sonolento

– Te acordei? — falou uma voz feminina, era Cloe.

Ele olhou para tela do celular para ver a hora, para dizer para Cloe que horas eram para ela fazer aquela pergunta ridícula. Quando viu quase deu um pulo, era Alyssa.

– A- Alyssa? — Perguntou espantado!

– Sim, sou eu, e quem é você? — ela perguntou, é óbvio que ela tinha retornado porque el ligou três vezes para ela.

– É o Martim — ele se apresentou

– Martim? — ela perguntou confusa, ele ficou magoado, ela não se lembrava dele — Ah sim, o ruivinho fofo e tímido da classe de artes, certo?

–Exatamente. — Ele afirmou, ela o achava fofo, isso era demais. Seu coração se acelerou apenas com esse elogio, ia ser agora, ele iria começar a ficar sem jeito, como um bobo.

Notas finais
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