Pieces of Her

12 NANI? Como assim? EU VOU MATAR O NARUTO!


Notas iniciais
Olá :3 Tudo belê com vocês? Bem, comigo também! Tirando que estou numa luta com meu notebook para ele ficar ligado! Ahh já falei aqui que meu note está ruim e possuido? -_- Ruim porque desliga sozinho e só pega quando quer (sem falar das teclas que estão saindo) e possuido porque o mouse funciona sozinho! Fecha e abre guias, para videos, seleciona e apaga tudo que eu escrevo ¬¬' É! Foi complicado escrever esse cap hoje, porra, desligou três vezes enquanto eu escrevia, mas eu persisti e aqui está :3 Prontinho para vocês! Bom, eu espero que gostem hahaha :3 Eu chorei kkk pq sou uma manteiga derretida! Boa Leitura :3

– Naruto-kun? – atendeu preocupada, sabia que nessa hora ele estava no serviço, o que o faria ligar? – Está tudo bem? – como era ruim ficar longe de sua prole, qualquer ligação fora do normal, fazia seu coração bater mais forte e de maneira dolorosa. Naruto respirou fundo.

– Okaa-san, otou-san está ai? – não gostava de não contar aquilo para sua mãe, mas sabia que aquilo era mais fácil contar ao seu pai. Ele era mais calmo, Naruto acreditava que ele aceitaria aquilo mais facilmente e o conselho seria mais imediato, como precisava. No fundo, temia decepcionar sua mãe e, também, a imagem que ela faria da morena. Não queria que ninguém pensasse que ela era monstro, sentia que Hinata tinha mais do que aquilo que mostrava ser e, por isso, não achava justo fazer uma visão ruim dela, por mais que fosse o que ela parecia agora.

– Está sim, mas por quê? – ela não entendia, o que seu filho podia querer falar com o pai que ela não podia saber?! Estaria seu bebê escondendo-lhe algo? Sorriu, ahhh não! Com certeza era sobre a nova namorada e ele estava com vergonha de falar com ela, só podia ser isso. – Vou chamar. – suspirou aliviado, por sorte sua mãe concordara em chamar seu pai sem que ele respondesse suas perguntas, pois não sabia o que poderia dizer. Segurou firme o telefone nas mãos e foi até a garagem chamar o marido, desde que se aposentara todo o tempo que tinha em casa dedicava em concertar o carro, bufou, estava tão velho que seria mais fácil comprar um novo. – Minato-kun. – chamou vendo-o suspender a cabeça do motor do carro, a bochecha levemente suja de graxa a fez rir. – Naruto-kun quer falar com você. – Minato pegou o paninho apoiado em seu ombro para esfregar as mãos, limpando-as antes de pegar o telefone. O que seu filho poderia querer com ele que era tão importante para ligar no meio da semana? Deu de ombros, ele falaria o que era, afinal.

– Filho? – perguntou surpreso e curioso. – O que quer falar? – olhou para a esposa que puxava sua blusa de flanela e balbuciava alguma coisa, bom, não era excelente em leitura labial, mas acredita que ela estava falando que ele teria que lhe contar tudo que conversasse com Naruto depois. Esperava que seu marido tivesse entendido, pois ia cobrar cada parte daquela conversa, voltou para dentro, preparada bolinhos de chuva, e não deixaria os que já estavam fritando, queimar.

– Não conte para a Okaa-san, onegai... – começou nervoso, ainda não estava pronto para contar a sua mãe, principalmente, por acha que a mataria dos nervos. Minato arregalou os olhos, o que estava acontecendo?! Seu filho nunca escondera algo dele e da mãe, por que esse pedido agora? – Prometa Otou-san. – mordeu os lábios, sabia como a mãe era e iria insistir para saber, mas, também, sabia que em sua família, promessa era algo importante e ele não quebraria.

– Eu prometo... – sussurrou. – Agora conte-me o que aconteceu de tão grave? – suspirou, tomando fôlego e receoso contou a história sobre Hinata para seu pai. Sentindo o coração bater mais rápido pelo silencio do outro lado da linha. – E então Otou-san? Me ajuda? – Minato tinha a boca e os olhos arregalados, Kami, onde seu filho se metera. Não podia acreditar, Naruto sempre foi tão responsável, respirou fundo, bagunçando os cabelos loiros com as mãos, esquecendo que elas ainda estava sujas. Não iria julgar o filho, todo mundo comete erros afinal, pelo menos, seu filho tivera uma atitude correta e de homem, como sempre fora ensinado.

– B-Bom... – não sabia o que dizer, se estivesse no lugar do mais novo, também, não saberia o que fazer, provavelmente, já teria se convencido de que viver com a Hyuuga não era uma boa idéia. – Eu, realmente, não sei, meu filho. – Naruto fechou os olhos apertados e bateu na mesa, droga! O que faria? – Sua mãe pode te ajudar! Ela entende a mente feminina! – sim, o pai tinha razão, mas como contar aquilo para a mãe sem que ela se decepcionasse com ele? Piscou os olhos, demoradamente, sentindo os mesmos se encherem de lagrimas. O mais velho conseguia compreender o medo do filho, afinal ele sempre fora o filho perfeito e tinha medo do que a mãe pensaria de si, de que eles passassem o ver com outros olhos, mas sabia que aquilo não aconteceria! – Quer que eu converse com ela? – seria mais fácil para o filho, mal conseguira contar a ele sobre o bebê.

– P-p-por favor. – insistiu, a voz chorosa comovendo o pai que se despediu antes de desligar. Engoliu a seco, não podia imaginar como deveria ser difícil a situação que o filho enfrentava, mas sentia vontade de poder estar ao seu lado nesse momento. Realmente, respirou fundo, Kushina tinha razão ficar longe dos filhos é doloroso, ainda mais quando se sabe que ele precisa de você! O loiro não estava decepcionado, talvez um pouco surpreso e assustado, mas, principalmente, preocupado. Esperava conseguir conversar com a ruiva e esperava ainda mais que ela pudesse ajudar o filho deles. – Ino. – chamou, a voz fraca enquanto limpava as lagrimas dos olhos azuis com as costas das mãos, esperava que ninguém pudesse perceber que chorava.

– Sim, Naru... – deixou a voz morrer quando seus olhos encontraram o rosto abatido, engoliu a seco e mordeu os lábios, nunca o vira assim antes. – Por que não vai pra casa chefe? Não parece bem. – fora sincera, Naruto tinha uma relação com todos ali de amizade e sabia que podia lhe falar a verdade, seus compromissos podiam ficar para amanhã e tudo estava no prazo.

– O lugar que quero menos ir é para casa. – sussurrou para si mesmo, esperava que a loira não tivesse ouvido, mas não queria mesmo, ver toda aquela bagunça, ver mais uma vez Hinata destruindo a vida do filho deles, pouco a pouco, não queria sentir aquela coisa ruim de novo, aquela raiva. Não gostava daquilo. – Tente marcar uma reunião com a diretoria, para mim, ainda hoje, ok? – pediu. Ela assentiu relutante, não desobedeceria uma ordem, por mais que não concordasse com ela. – E comunique Gaara, também. – tudo bem, ele sequer começara ainda e, provavelmente, acabara de ver sua sala, mas os prazos da revista semanal era amanhã e gostaria de mostrar que seu auxiliar já estava contratado e deixar que aprovassem ou reprovassem sua escolha, como Orochimaru disse que queria fazer. Assentindo vou a sua mesa, pegando o telefone para entrar em contato com suas colegas secretárias, só que de andares superiores.

Enquanto encaixava em seus ouvidos, aquele odioso fone que era para facilitar seu serviço, pegou dentro da primeira gaveta, a mais próxima de seu corpo, o celular. Só podia imaginar o que o loiro estivesse passando, deveria estar sendo complicado, não é? A forma como a paternidade lhe ocorreu, mas se ele dissera que não desejava estar em casa, não estaria. Abriu o grupo com os colegas de trabalho, Sakura, Sasuke, Kiba e Sai estavam nele.

Que tal irmos todos comermos juntos essa noite?

Cansei de fazer comida em casa kkk E podíamos levar Naruto junto!

Mandou. Bom, ela fora bem discreta nas razões, mas sabia que os amigos mais próximos como a rosada e o moreno entenderiam que ela tinha um motivo para isso e ao menos eles topariam. Esperava né?!

...

Sua mão repousava sobre a maçaneta de ferro da grande porta que era só o que a separava da clinica, sabia que era só entrar e pagar, não teria que dar explicações sobre nada, mas não conseguia, suas mãos estavam sem firmeza, tremiam como nunca antes, não a deixavam sequer girar a maçaneta e por um momento ela se permitiu duvidar se era aquilo mesmo que queria. Sacudiu a cabeça, ela queria! Queria muito! Poder ir viver com a amiga e não ter que ouvir mais o Uzumaki e nem pensar em ter que parar de fazer o que gostava por causa de um bebê, mas mesmo querendo aquilo não conseguia abrir a porta, não conseguia entrar naquele lugar e não podia controlar a vontade de chorar. Por quê? Se queria tanto, por que sentia isso?

Olhou para cima, tentava aliviar os olhos que estavam embaçados, o rosto começava a ser tomado pelas lagrimas que não conseguia impedir, o que estava acontecendo? Ela queria aquilo! Com todas suas forças! Mas então por que não conseguia? Ela fora até ali, então iria até o fim. Tinha que entrar! Respirou fundo e empurrou a porta de uma vez só, usando toda a coragem que tinha em seu corpo. Piscou os olhos, por que aquele lugar lhe causada calafrios? Por que tinha vontade de vomitar, só de estar ali? Olhou para a recepcionista que lhe encarou sorrindo, estava longe de ser um sorriso cativante como a clinica que fora com o loiro. E o ambiente morto, sem cores, com um cheiro forte que ela julgava ser para esconder o de sangue. Tudo bem, não gostava de crianças e se sentira mau com as que corriam, no outro consultório, mas não era nada comparado ao que sentia estando ali.

– O que deseja? – perguntou, estava um tanto paciência, a menina a encarava desde que entrara e nada falava, só chorava cada vez mais. O que ela desejava? Não sabia dizer. O que a impedia?

Fechou os olhos, vasculhava sua mente atrás de uma resposta e então fora invadida pelo som que ouvira há um tempo. Um barulho baixo e frenético, como um bater de asas, tomava seu subconsciente, ela sequer conseguia ouvir seus próprios pensamentos. Deixou a expressão confusa tomar seu rosto, por que ouvia aquele som em sua mente? Mais lagrimas tomaram seus olhos enquanto sua mão escorregava até o ventre. Sabia que som era aquele? Era o que vinha do aparelho em seu corpo, que os permitia ouvir o pequeno coração que batia dentro de si e agora ela estava ali para exterminá-lo. Soluçou, não queria ter um filho, não queria cuidar de uma criança, não estava preparada para aquilo, mas, também, queria ter a chance de ouvir aquele mesmo coração, só que forte, batendo, seguro e saudável. Virou-se rapidamente, com a mão repousada ao ventre e correu porta a fora.

Não interessava o quanto ela não quisesse ser mãe, ela não era assassina, não podia, não faria! Não ia matar um bebê, inocente! Por Kami, Hinata, a que nível você chegou? Perguntou a si mesma correndo o mais rápido possível, sentindo a chuva fina molhar ainda mais seu rosto. Aturaria Naruto, ficaria sem fumar se fosse necessário, mas a maior vontade que tinha agora era ter certeza que aquele coração, que agora dependia tanto dela, ficaria forte, forte o suficiente para que já não precisasse mais dela e então, só então, ela iria embora! Encostou na parede de uma calçada e passou as mãos pelo rosto, soluçando mais vez, para mais uma onda de lagrimas que a tomou.

Entre as lagrimas avistou um ponto de taxi e pegaria um para voltar ao apartamento do loiro, estava tão confusa. Suas vontades eram tão contraditórias! Cada uma parecia a puxar para uma direção diferente! Ora tinha vontade de voltar a clinica e ir até o fim, ora sentia nojo de si mesma por ter ido ali. O que seu pai pensaria dela se soubesse o que estava querendo fazer? Sacudiu a cabeça, entrando no carro, desde quando importava o que seu pai achava ou pensava sobre ela e sua vida? Estava mesmo ficando louca! Queria nunca ter encontrado aquele loiro idiota!

– Edifício Kyoto. – forçou a voz para sair audível e sentiu quando o carro deu partiu. Uma parte de sua mente continuava a gritar Volta, faça aborto e a outra lhe dizia O que estava fazendo? Até onde você chegou? Colocou as pernas sobre o banco e abraçou os joelhos, deixando as lagrimas saírem de seus olhos abundantemente, não podia votar, não quer uma assassina, não faria aquilo, não mesmo, não podia!

...

– Acho que a reunião foi boa. – disse o ruivo, seu chefe estava tão calado e distante, mas realmente se sentia empolgado para falar da reunião, parecia que seria muito bom trabalhar ali e gostara muito da liberdade que os diretores davam ao loiro para fazer seu trabalho, que, em sua opinião, era muito naquilo, já que suas idéias eram incríveis! Naruto assentiu. – Acha que até a próxima edição da para aplicar algumas mudanças? – Naruto mordeu os lábios, bem, até que era uma boa pergunta, né?! Mas não se sentia com cabeça para pensar naquilo, então deu de ombros. – Você está bem? – Gaara não conhecia aquele homem, mas não precisava conhecê-lo para ver o quanto estava abatido e que parecia querer chorar. Levantou as sobrancelhas esperando uma resposta.

– Vou ficar. – Naruto respirou fundo e abriu a porta da sala de reuniões, eram os últimos ali e já passara da hora de ir embora. – Vamos? – Gaara assentiu se levantando. Não insistira no assunto, mas esperasse que o humor do loiro melhorasse e que ele ficasse bem. Saiu da sala de reuniões seguido pelo ruivo e pegaram o elevador para o nono andar, tinha que buscar sua bolsa com o celular para ficar para Asuma. Olhou para o relógio cinza, como já fazia habitualmente e respirou fundo, por mais que já passasse de seu horário ainda era cedo. Não queria ter que aturar mais uma vez hoje os desaforos da morena. Saiu do elevador e estranhou a ver o grupo de amigos parado em frente a sua porta.

Ino conseguira fazer tudo mundo se interessar em ir, até mesmo Sai, que a evitava desde que pararam de dormir juntos. Tudo bem, que não terminaram muito bem, já que ele estava saindo com outras garotas enquanto ela dormia só com ele, mas já havia superado, não precisava a ficar evitando para sempre. E parecera que ele, finalmente, tinha entendido isso. Sasuke convencera a todos a irmos nos restaurante a duas ruas, vendia lamen, de acordo com ele, o prato favorito de Naruto.

– Será que ele vai querer ir? – perguntou Sakura, alguns achavam que realmente iriam jantar fora porque dera na telha da loira, mas elas já haviam conversado e a rosada sabia que era para melhorar o humor do loiro e o ajudar a ficar longe de casa. Ino deu de ombros, realmente, não sabia, mas esperava que eles pudessem convencê-lo. – Ai está você! Demorou, hein, Naruto! – ele olhava confuso o grupo de amigos que pareciam o esperar.

– Eu não sabia que tinha gente me esperando. – respondeu, a voz cabisbaixa. – Só vim buscar minha bolsa...

– Nada disso! – disse Sasuke, interrompendo o que ele falaria a seguir, afinal não importava o que era ele iria. – Vamos todos sair juntos. – Naruto arregalou os olhos, ele só podia estar brincando, não é?! A primeira e ultima vez que saíra com eles acabara com uma desconhecida na cama e um problemão que agora virava seu mundo de pernas por ar. Sasuke riu, a expressão do Uzumaki era hilária, seria, mas hilária. Talvez, fosse um misto de desespero e indignação. – Calma, teme! Só vamos jantar!

– Combinamos de ir comer lamen! – disse Sai, os interrompendo, mas fez os olhos do loiro brilharem e o estomago roncar reclamando da fome que sentia. Só comera as bolotas doces durante todo o dia. E Lamen, oh Lamen, precisava comer. Olhou no relógio, mais uma vez, e sorriu convencido.

– Vou só pegar minha bolsa pra irmos. – correu para dentro da sala, pela primeira vez, pensava, que se danasse que a Hyuuga estava em casa sozinha, ela só iria gritar que faria o que quisesse e conseguiria o irritar novamente, ela tinha isso dom, afinal. Iria comer com os amigos, tinha fome, muita. E, infelizmente, não entregavam Lamen naquela cidade. – Vamos logo. – andava na frente de todos para o elevador, queria comer e sorria pela primeira vez desde que voltara de casa. Seria bom, não tinha nada que podia dar errado. Teria comida, colegas, com certeza, uma ótima distração! Ino sorriu, ver o loiro sorrindo era bom. Sei lá, ele era sempre tão feliz e animado, colocava todos ao seu redor para cima, vê-lo tão abatido hoje a deixara mau e preocupada, até.

– Vamos ruivinho, está convidado, também. – sorriu mordendo levemente os lábios e piscou para ele, antes de seguir os amigos. Gaara não tinha interesse em ir, queria passar no apartamento da irmã para contar sobre o emprego, mas admirava o belo corpo da loira que acabara de o provocar. Ela era linda, como recusar? Sorriu vencido por sua curiosidade de saber se fora só para fazê-lo ir junto ou, realmente, ele a interessava. Seguiu os que saiam, entrando no elevador com eles. Ino sorriu, queria mesmo que ele fosse, descobrir mais sobre ele. Gaara a encarou, estava a tanto tempo sozinho que não parecia uma má idéia.

...

Chegou ao apartamento, mesmo com o tempo da corrida de taxi, ainda não conseguira deter as lagrimas. Chorava como nunca chorou antes e agora já não sabia o que fazer. Não sabia se tinha mesmo feito o certo em não ir até o fim com o aborto, sentou no sofá macio e cinza, e mais uma vez abraçou os joelhos apertando-os contra seu corpo.

– Eu devia ter feito o aborto! – disse para si mesmo, devia ter feito, era a melhor decisão, aquele bebê só a atrapalharia afinal. – Mas então eu seria uma assassina. – apertou mais os joelhos contra o corpo escondendo o rosto entre eles. – E agora como vou viver com esse bebê? Ele vai destruir meu corpo, me fazer ficar presa nessa casa. – constatou, estava revoltada com isso, queria mesmo acabar com a preocupação do loiro e seguir sua vida, mas não conseguira! Era fraca! Estupida! Sua mente dizia para si, era isso que ela era, uma estúpida! – Não! Eu não quero ser uma assassina! – disse contrariando as palavras de duras de sua mente e chorou, ainda mais, sentindo os soluços constantes rasgarem seu peito.

...

Escondeu o rosto com as mãos e as passou pelos cabelos respirando fundo. Seus olhos estavam focados na TV, ligada, que a cada segundo trocava de cena, mas sequer saberia dizer em qual canal estava. Sua mente estava girava em torno de uma só pergunta, como faria para contar aquilo para a mulher? Bom, sabia que não seria como o filho temia, a situação não a faria odiar ou renegar seu bebê, mas o que o garantia que ela não gritaria ou até acabaria passando mau? Kami, que complicado! Encostou a cabeceira da cama e bateu na própria testa.

– Pense Minato, pense! – disse a si mesmo. Precisava ajudar o filho e ter coragem de contar aquilo a ruiva, claro estando preparado para socorrê-la caso passasse mau. Naruto colocara um enorme pepino em sua mão, mas fazia parte de ser pai, não é mesmo? Ajudar seus filhos, por mais complicado que fosse.

– Minato-kun? – Kushina entrou no quarto, acabara de limpar a cozinha do jantar e pela primeira vez em séculos seu marido não a ajudara, poderia ser impressão sua, mas parecia que ele ficou o dia todo a evitando e sempre corria quando ela perguntava sobre o que Naruto queria falar. Ele olhou para a esposa, o rosto confuso e, um tanto, chateado acabavam com ele. – Por que está me evitando? – sim! Ela estava chateada! Não gostava de sentir que ele a estava evitando, eram casados, afinal e uma família, não deviam esconder coisas um do outro, ainda mais coisas serias, o que ela passara a ter certeza que era desde que ele começara a fugir. – Tem a ver com Naruto-kun? – ele mordeu os lábios, mas nada falava. – Está começando a me deixar preocupada!

– Desculpe, Hime, eu não queria te preocupar. – contaria para ela agora, bateu no colchão, na parte vazia, ao seu lado. – Senta aqui. – ela o encarou e respirou fundo caminhando lentamente até a cama, sentando-se ao seu lado. As sobrancelhas erguidas, esperavam pelo que ele tinha a dizer. O loiro abraçou os ombros de sua Hime e selou os lábios em sua testa. – Fique calma, ok? – piscou confusa e sentiu o coração falhar uma batida, estaria seu filho doente? Era só o que conseguia imaginar para tanto mistério, será que ele sofrerá algum acidente, fora atropelado, talvez? Ai Kami, só de imaginar algo assim, já sentia vontade de chorar.

– O que aconteceu? – perguntou chorosa, será que seu filho estava bem? Minato selou mais uma vez os lábios na pele da ruiva e afastou-se o suficiente para que pudesse olhar em seus olhos. Ela estava preocupada, por que ele não falava logo?

– Nós vamos ser avós. – falou, em meio a um suspiro. Kushina sentiu os olhos abrirem, arregalados e o queixo cair, aquilo era alguma brincadeira? Só podia, e uma brincadeira de muito mal gosto. Olhou para Minato debochada, sua expressão deixava claro que ela desejava que ele falasse serio e não fizesse brincadeiras idiotas como aquelas, mas ele assentiu. – É verdade! – o olhou incrédula.

– NANI? Como assim? EU VOU MATAR O NARUTO!

Continua...

Notas finais
E ai? Mereço coments? Espero que sim, né?! Eles me motivam muito e eu prometo responder todos (que estão atrasadas graças a essa merda de note que desliga o tempo td e não me deixa responder :c), mas prometo que jájá respondo pelo celular *-* Então não deixem de deixar seus comentários, eu os amo! Todos eles! :3 Bom, vamos lá, amanha não tenho aula então é provavel que tenha capitulo, mas não posso afirmar porque meu irmao vai vir jantar na minha casa então #partiu cozinha! SHAUSHA É isso! Por enquanto! Até o proximo :3 P.S: Deem uma olhadinha na minha nova fic hehe https://fanfiction.com.br/historia/639990/All_About_Us/ E não deixem de curtir minha page https://www.facebook.com/fanficskrols?ref=hl