Notas iniciais
Olá pessoal! Primeiramente gostaria de agradecer a KawaiChan por favoritar e a Annie Little pela recomendação linda. MUUUITO obrigada^^ esse é um capítulo meio continuação, mas tem bastante informação importante e um presentinho. não ficou muito grande e nem deu pra caprichar.... minha mãe resolveu fazer faxina hoje T.T Enfim, espero que gostem, não deixem de dizer se gostaram, se odiaram....até as notas. Boa leitura o/

Capítulo 7: Sonhos

Ciel pôs-se a correr o mais rápido que podia. Tinha que chegar a uma área mais movimentada. Mas logo que virou a esquina, tropeçou em algo e caiu rolando no chão. Quando se levantou, viu que tinha tropeçado em alguém caído no chão. Voltou pra ver o que era. Era um corpo ensanguentado, estava de bruços. Ciel esperou por um momento, depois a virou. Ele reconheceu o rosto e os cabelos coloridos. Era a moça que estava tocando guitarra n’O Submarino Amarelo. Provavelmente esta era a tal Joan Redford.

– Vejam só o que o meu lanchinho encontrou – sua voz adquiria um tom grotesco. E não havia ninguém por perto a quem Ciel pudesse gritar por ajuda. – Então, humano, você teme a morte?

– Vai pro inferno!

A criatura segurou-o pelo pescoço. Ciel mal conseguia respirar. O garoto desferiu um soco, depois outro. Conseguiu soltar-se e tentou fugir. A criatura segurou seu pé e o derrubou no chão. Ciel sentiu um forte impacto no tórax, tossiu e tentou respirar. Sentiu a criatura fincar os dentes no seu tornozelo direito. Foi uma dor terrível. Ciel virou-se e chutou-o três vezes até que ele soltasse.

O garoto tentou levantar, mas a criatura o prendeu no chão. Segurou seus pulsos e preparava-se para abocanhá-lo quando alguém agarrou sua camisa.

– Escolheu a vítima errada – Sebastian o arrancou de cima de Ciel.

– Devoratem Animarum! – a criatura, espantada, tentou escapar. Sebastian o arremessou na parede.

– Sebastian! – Ciel chamou levantando-se. Sebastian apenas virou o rosto para o garoto, sua expressão não era nada amigável e caminhou em direção ao bizarro rapaz. Por um instante, Ciel pensou ter visto um par de olhos vermelhos em Sebastian. Ciel tentou caminhar, mas ao fazê-lo, percebeu que não sentia suas pernas, a dormência foi se espalhando pelo corpo, sua visão foi escurecendo e tombou como uma rocha. No chão, antes que sua visão escurecesse por completo, viu um par de coturnos preto que lhe pareceu caírem do céu. Ouviu ainda Sebastian dizer ao dono dos coturnos “Siga-o, não deixe que escape e não permita que morda você!”. Não saberia dizer se era homem ou mulher. Perdeu completamente a consciência.

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Ciel sonhou com um jardim. Cheio de flores violetas e azuis. Havia uma árvore e um balanço. Uma mulher de compridos cabelos negros se balançava ali. Usava um lindo vestido branco. Ciel não podia ver seu rosto, mas sentia que a conhecia. Aproximou-se para vê-la melhor, mas tudo foi tomado pelas chamas. Sentiu o calor em sua pele. Sentiu a dor e o sofrimento. E por fim, acordou.



Acordou meio desnorteado, sem saber onde estava e sua cabeça doía. Levou alguns instantes até que recordasse o que tinha acontecido. Ciel estava deitado numa cama, mas aquele definitivamente não era seu quarto. Olhou ao redor, o quarto tinha uma decoração sóbria. Cortinas azuis lisas. Papel de parede bege listrado. Poucos móveis. Típico quarto de hospedes.

Tentou sair da cama.

– Não pense nisso. Ainda não pode se levantar.

Ciel sobressaltou-se com Sebastian entrando no quarto, trazia consigo um pequeno baú antigo.

– Sente-se com as pernas para fora da cama, por favor.

Ciel obedeceu meio confuso, percebeu que estava sem os sapatos.

– O-o que aconteceu? Quem... O que era aquele cara? Ele não só me atacou, ele... ele tentou me devorar, literalmente.

Sebastian sentou-se ao pé da cama com o baú.

– Eu percebi – o moreno levantou a perna da calça de Ciel até o joelho revelando duas mordidas muito feias.

– O que você está fazendo? – perguntou constrangido, tentando tirar o pé, mas Sebastian o segurou firme.

– Isso precisa de cuidados...

– ...Médicos, eu tenho que ir ao hospital.

– E pretende dizer o quê quando eles perguntarem como conseguiu essas marcas?

Ciel ficou em silêncio, como explicar a alguém o que aconteceu? No mínimo o chamariam de louco. Detestava ser considerado louco. Mas aquele cara era real e o corp...

– O corpo! O corpo de Joan Red...

– Não se preocupe a polícia já está lá – Sebastian terminou de limpar a ferida com álcool e pegou um frasco muito velho e esquisito de dentro do pequeno baú.

– Tem certeza que o prazo de validade disso aí não venceu? – fez uma careta para o frasco.

– Isto aqui não possui prazo de validade, mas vai servir. – Sebastian pegou certa quantidade com o conta-gotas, ia colocando sobre o ferimento quando parou e olhou para Ciel. – Vai doer. Se quiser se preparar ou segurar alguma coisa pra desviar a dor.

– Não seja ridículo, é só um remédio, não sou uma criança – dizia emburrado.

– Tudo bem.

Sebastian pingou algumas gotas sobre a mordida. Foi pior que a mordida. Ciel sentiu como se tivesse sido marcado com ferro em brasa. A dor foi tão grande, que Ciel sentiu-se desfalecer; para não cair, apoiou-se em Sebastian, apertando sua camisa com força. E foi preciso um autodomínio estupendo para não chorar, embora seus olhos tenham lacrimejado.

– Que raios de remédio é esse? – ainda sentia o corpo tremer.

– Você foi envenenado. Isso vai evitar qualquer efeito colateral. Amanhã você vai estar bem melhor.

Sebastian começou a fazer o curativo.

– Por que não me levou pra casa?

– Não poderia fazer muita coisa se tivesse te levado logo pra lá. Iria acabar morrendo.

Ciel o observou por alguns instantes, de alguma forma, ele estava diferente. Só não conseguia perceber o quê. Olhou para os olhos dele, estavam castanhos rubros como sempre. Talvez tenha sido só a luz, talvez...

– Ele não era humano, não é?

Sebastian manteve-se em silêncio. Terminou o curativo e levantou-se levando o baú.

– Espere um instante, eu já volto. E não se levante – Sebastian saiu do quarto.

Ciel bem que tentou desobedecer, mas não conseguiu, sua perna ainda estava fraca. Teve que permanecer sentado. Sebastian voltou com uma xícara nas mãos e entregou-a ao garoto.

– Beba. É chocolate quente. Vai aquecê-lo e lhe dará mais energia – sentou-se numa poltrona de frente para Ciel. O adolescente tomou um pouco do líquido, não estava nem muito quente, nem muito frio. Estava perfeito. Ciel olhou pela janela e se deu conta de que estava escuro lá fora.

– Que horas são?

– 19: 40.

– O QUÊ?! – Ciel quase derruba a xícara. – Eu tenho que ir pra casa, ficou maluco? Minha mãe vai enlouquecer – Ciel colocou a xícara sobre a mesinha ao lado da cama e tentou caminhar. Infelizmente a perna não estava tão forte quanto sua força de vontade. Estava indo de encontro ao chão quando Sebastian o segurou. Se alguém entrasse naquele momento, pensaria que os dois estavam se abraçando. O celular de Sebastian tocou. Ciel se afastou.

– Sebastian – o mais velho falou ao telefone. – Ótimo. Pode ir pra casa. E não escute isso tão alto, vai estragar sua audição.

Sebastian desligou o celular. Ciel o observava.

– Você não respondeu minha pergunta. Aquilo que me atacou é o assassino que a polícia procura?

– Aquela.. criatura, é algo pior. Embora tola, é altamente mortal, mas não incomodará novamente. É só o que precisa saber por enquanto – Ciel não parecia conformado. – Eu prometo explicar tudo. Mas hoje não. Ninguém sabe o que aconteceu. A polícia não sabe que estivemos lá e eu acho melhor assim. Se prometer guardar segredo eu prometo contar tudo. Pode esperar até amanhã?

– Mas o que é que está acontecendo Sebastian? O que você tem com isso tudo?

– Só até amanhã – Ciel sabia que havia algo de muito errado. Sentia agora, mas do que nunca, uma sensação ruim, havia algo de muito perverso a espreita. Respirou fundo.

– E por acaso tenho outra escolha? – Sebastian estava muito sério e sombrio, não havia em seu rosto aquela expressão gentil de sempre. – Eu tenho mesmo que ir pra casa. Minha mãe está grávida e não pode ficar se estressando muito, o que ela faz com facilidade, ainda mais se Angie estiver por perto verbalizando umas trocentas maneiras possíveis de eu ter morrido pelo caminho.

Sebastian riu. Isso acalmou Ciel.

– Ainda mais levando em conta sua tendência ao desastre.

Ciel até pensou em retrucar, mas levando em consideração os acontecimentos recentes, até que ele tinha razão. E além de tudo, o sorriso havia voltado ao rosto de Sebastian.

Sebastian tentou pegá-lo no colo, mas Ciel o interrompeu.

– O que pensa que está fazendo?!

– Tenho que levá-lo até o carro e você não consegue andar até lá, ou consegue?

Ciel tentou mexer o pé, mas doeu terrivelmente. Mas que raios de mordida foi essa?

– Tá. Anda logo com isso – disse emburrado sem olhar para o homem. Sebastian o pegou no colo.

– Tem que se segurar em mim ou vou acabar derrubando você.

Ciel o olhou com uma cara brava como se dissesse “ não acredito que vai me obrigar a fazer isso”. Muito contrariado Ciel passou os baços em volta do pescoço do Sebastian. – Viu, não foi tão difícil.

Olhar para Sebastian assim, tão de perto, era estranho. Sebastian desceu as escadas. Nesse momento, Ciel pode observar a casa. Era grande e muito bonita, maior que a sua umas duas vezes. A cor predominante era o azul. Ao chegarem na porta de entrada, Sebastian o soltou um pouco para abrir a porta. Depois o levou até o carro.

– Agora sabe onde eu moro, pode me visitar quando quiser – Sebastian informou quando estavam dentro do carro.

Ciel olhou para ele, Sebastian torcia as mãos, uma na outra, olhando-as de maneira estranha.

– Algum problema?

– Não – Sebastian ligou o carro. O percurso foi feito em silêncio, o que causou estranhamento em Ciel, pois o outro sempre arranjava um jeito de fazer o garoto conversar.

Sebastian o tirou do carro, o levou até a entrada de sua casa e apertou a campainha. Quem abriu a porta foi a senhora Valentine, que se espantou ao ver o estado do filho.

– Ciel? Por onde esteve? O que aconteceu? Não vai me dizer que Ivan Mason bateu em você novamente! – A mulher arrastava Ciel e Sebastian para dentro. Sebastian colocou Ciel no sofá, Angie correu para o irmão.

– MÃE! Está tudo bem. Eu estava voltando da escola, quando fui atropelado, o infeliz fugiu e não consegui ver a placa, felizmente Sebastian estava passando bem na hora. Ele fez a gentileza de me levar ao hospital e me trazer de volta. Não se preocupe, o médico disse que está tudo bem, eu só torci o tornozelo, mas amanhã estará melhor.

Sebastian riu por dentro, o garoto mentia com uma facilidade incrível.

– Minha nossa, esse trânsito está terrível. E onde está a educação das pessoas hoje em dia? Não respeitam nem as crianças...

– Jovens, mãe – Ciel corrigiu.

– Muito obrigada... Sebastian, não é? – Sebastian confirmou com um aceno de cabeça. – Ah, sim. Agora me lembrei, Angie falou de você, amigo do Ciel. Ciel não costuma trazer amigos em casa. – Ciel jogou a cabeça para trás, caindo no sofá, querendo morrer. – Mas seja bem vindo, e muito obrigada. Poderia fazer um favor, sei que já fez muito, mas Ciel tem que ir pro quarto e como pode ver... – ela exibiu a barriga enorme –, já carrego peso suficiente e Angie é muito fraca.

– Não sou não! – Angie gritou.

– Poderia levá-lo até o quarto?

– NÃO. Não preciso, eu fico aqui até o pai chegar – disse Ciel, segurando as almofadas do lado como se elas pudessem evitar que ele fosse retirado dali.

– Não, Ciel. Roger chegará tarde hoje. E se ele não vier dormir em casa? Não pode dormir aqui embaixo, precisa descansar, você foi atropelado.

– Tudo bem, eu o levo – Sebastian falou com a mão sobre o peito.

– Obrigada querido.

Sebastian tirou Ciel do sofá e levou-o até o quarto; Angie mostrava o caminho. Ciel sentia-se humilhado. Que cena ridícula devia ser um rapaz de 17 ser carregado no colo como um bebê. E o pior, na frente da mãe e da irmã.

Sebastian deitou Ciel na cama e despediu-se.

Ciel nunca sentiu tanta vontade de saltar da cama e correr até a sala, como naquela noite. Pois ouvia conversas vindas de lá. Com toda certeza aquelas duas estavam alugando Sebastian com falatório. Torcia pra sua mãe não estar contando coisas constrangedoras ou ter resolvido mostrar seu álbum de bebê – que Ciel tentou destruir depois que ela o mostrou a Liza – ou alguma coisa pior. Torceu para que Angie não estivesse sendo tão, tão... Angie. Por que a irmã não podia ter mais do recato inglês?

Depois de algum tempo ouviu um barulho do lado de fora da casa. Mas nada do barulho do carro de Sebastian. “O que ele está fazendo? Por que não vai embora logo?”, Ciel se levantou com muito esforço e, num pé só, foi se apoiando na parede e nos móveis até chegar à janela. Abriu um pouco a cortina e olhou lá para baixo. Sebastian conversava com Angie. Os dois riam. Angie mexia seu enorme cabelo laranja pra lá e pra cá; que previsível, que cara não repararia no cabelo dela, no rosto, ela nem precisava se mostrar, sua beleza já fazia isso por ela. Estaria Sebastian dando trela para a conversa da Angie? Como ele queria poder escutar. E a tal Amanda? Se Sebastian tinha alguma coisa com aquela Amanda, era melhor não se meter com Angie. Pensou apertando os dentes. Sebastian olhou para cima. Ciel quase cai ao esconder-se rápido. Dois minutos depois, ouviu o barulho do carro se movimentando e se distanciando.



Angie e sua mãe voltaram para ver como ele estava.

– Seu amigo é muito gentil e educado. É bom ter amigos mais velhos, ajuda a amadurecer o caráter. Ele parece ser bem culto – dizia a mãe ajeitando o cobertor.

– E bonito, não vamos esquecer disso. Já pensou, eu chegando na facu com o Sebastian do lado? Minhas amigas iriam morrer de inveja – Angie dançava com um travesseiro.

– Eu pensei que você já gostasse de alguém – Ciel a lembrou.

– E gosto – sentou-se ao lado de Ciel — Mas cá entre nós, maninho, quem não gostaria de um beijo do Sebastian?

– Olha o assanhamento menina! Levanta, deixa seu irmão descansar.

As duas saíram do quarto e apagaram a luz. Ciel ficou sozinho. Logo os acontecimentos do dia vieram a mente. Se aquele cara não era humano, o que ele poderia ser? E se não era o assassino, quem seria então? Ficou analisando os assassinatos, as vítimas, o misterioso assassino e a criatura esquisita. E como Sebastian entrava nisso? Por fim, acabou sendo tragado pelo sono.



Ciel estava sentado na cama com as pernas para fora. Seu coração batia acelerado, sentia as mãos suadas. Alguém se aproximou dele.

– Relaxe – Sebastian surgiu em seu campo de visão. Aproximando-se do corpo do garoto. – Feche os olhos. Permita-me apenas mostrar-lhe isto. E apenas sinta.

Ciel fechou os olhos. Sentia o homem se aproximando cada vez mais e com ele o ritmo em seu coração. Sentiu-o segurar-lhe o queixo e levantar seu rosto gentilmente. E finalmente... O toque. Pôde sentir o toque dos lábios dele nos seus. A maciez da pele. Uma mão segurava seu rosto e a outra deslizava por sua cintura. Suas próprias mãos levantaram-se em busca do outro. Seu corpo foi aos poucos se inclinando, até que suas costas repousassem na cama...



Ciel acordou num sobressalto. Olhando para os lados, como se alguém pudesse ver o que se passava em seus sonhos. Respirava como se tivesse corrido, seu coração batia como se tivesse levado um susto, tremia como se saísse de um pesadelo. Mas não fora pesadelo, fora um sonho. Sonho que parecera tão real. Ciel levou os dedos aos lábios. Ainda sentia a sensação, como se acabasse de ser beijado. Ciel afundou o rosto nas mãos, passando os dedos pelos cabelos. Estava muito preocupado.

Mas fora só um sonho, provocado pelas besteiras que Angie falou. Com certeza essa era a explicação mais lógica. Aquela foi a primeira vez que Ciel teve um sonho assim. E naquela noite, foi dormir implorando para que não houvesse outros iguais.

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A criatura corria pelas ruas mais escuras de Liverpool. Seu caçador no seu encalço. Um chicote enrolou-se na sua perna, fora puxado para o chão. Dois disparos foram feitos. Sentiu as balas acertando os dois braços. A dor ramificava-se pelo corpo. Seu caçador posicionou-se sobre ele, com o pé direito sobre seu peito, apontando a arma para sua cabeça.

– Pode me matar, mas outros como eu virão – disse a criatura.

– Eu sei, já matei um bocado de comedores nojentos como você. Pra quem você trabalha?

– Acha mesmo que direi a você, cão humano? – dizia com desprezo. – Eu adoraria provar um pedaço seu docinho – sorria debilmente.

– Ad Infernum!

Mais um disparo certeiro. Colocou os fones de ouvido no último volume. Pegou o celular.

– Oi... Trabalho feito..... Ok, ok! – Guardou o celular no corselete recolocou os fones no último volume e saiu cantando noite adentro. – Pleased to meet you, Hope you guess my name, oh yeah. Ah, what's puzzling you. Is the nature of my game, oh yeah…

Notas finais
NOTA: tem certas coisas nessa fic que até tem notas, mas não posso dizer... cabe a vcs perceberem...ou estão se distraindo com os encantos de Sebastian? Latim: há palavras em latim, não vou dizer o que significam...tentem descobrir^^ A música cantada no final é um trecho de Sympathy For The Devil, dos Rollings Stones..dêem uma conferida nela. ATENÇÂO: pessoal, notícia triste. semana que vem volto a traabalhar e a estudar, meu tempo vai ser reduzido em 80%, por isso não poderei continuar postando com intervalos de 2 dias. passarei a postar somente nos sabados. eu sei isso é triste. tentarei postar mais um capitulo até domingo. me esforçarei para atualizar com mais frequencia. desde já agradeço a compreenção. por favor não deixem de comentar o que acharam do capítulo muito obrigada por lerem e até o 8.