Notas iniciais
ooooooown , quero agradecer a CDZ s2 que favoritou nossa história , fiquei tão feliz que vou dedicar esse capítulo ah ela *-*

Acordei decidida a esquecer tudo aquilo, e continuar minha vida sociavelmente bem.

O sol entrava por pequenas brechas entre as duas cortinas, me levantei, fiz minha higiene matinal, e desci pura fazer meu café, e que tal fazer algo diferente já que agora eu vivia por conta, peguei algumas barras de chocolate, derreti misturei com leite condensado, e coloquei no congelador, fiz alguns cupcakes, e subi para me arrumar, enquanto congelava, peguei uma camiseta desenhada, branca, uma calça preta de couro, um all-star cano médio preto com dourado, dei uma olhadinha no espelho, e sim, eu estava linda, mais ainda faltava alguns acessórios e fora a maquiagem, procurei meu bracelete, o que seria bem difícil em meio toda aquela bagunça que estava meu quarto; revirei o quarto todinho deixando-o mais bagunçado do que já estava, mais enfim achei meu bracelete que me daria muita sorte na aula de química de hoje, ele tinha as bordas foleadas à ouro e era todo trabalhado com pedrinhas brilhantes, coloquei meus inseparáveis anéis , meu colar pratiado, ele era bem delicado, tinha um pingente de 2 coroas, era lindo; e agora só faltava a make, não sou muito chegada, mas estou disposta a mudar, então... Apliquei o blush com cuidado para ficar bem natural, passei a sombra, um batom vermelho, deixando os lábios bem aparentes e chamativos, preferi não colocar brincos.

A fome bateu, só prendi meu cabelo em um coque, depois voltaria possa arrumar, desci as escadas, (aain, um dia essas escadas ainda me matam), abri o congelador, pegando o quase brigando que eu amava, sentei em frente a TV apoiando os pés na mesa. do centro enquanto assistia coisas aleatórias que passavam, terminei meu "café da manhã" , coloquei as coisas na pia, olhei o relógio de parede ali e, COMO EU TAVA ATRASADA, já eram 7h40m, e minha aula começa as 8h00m, corri para meu quarto, soltei o coque que havia feito, deixando meus fios loiros caindo ondulados sobre meus ombros e contrastando perfeitamente com meus olhos verdes.

Peguei meu celular minha mochila e desci, me voltei para a porta e fui caminhando lentamente até abrir, e fui andando até o portão, mais voltei meus olhos para o portão da garagem, que estava aberto, NÃO ACREDITO NISSO, ANDA DEIXOU S SEU CARRO, TEM FELICIDADE MELHOR?!

Pensando bem, acho que isso tá tendo lá suas vantagens. Liguei o carro e dei partida, é óbvio que não posso dirigir, mais era o de menos, liguei uma música bem alto e fui à caminho da escola, que era bem longe. Ana nunca havia deixado eu dirigir sinal entregar um carro na mão de uma adolescente é uma loucura, mais isso não importava mais já que estava sozinha, fui aproveitar.

Quando cheguei à escola fui correndo pra sala, quase a professora não deixou eu entrar. Me sentei no mesmo lugar e reparei que algo estava diferente, aí comecei a observar a sala, mas será o que estava diferente não vi nada de estranho mas parecia que tinha alguém novo na sala quando me virei para pegar meu caderno pronto era um deus grego de tão gato não acreditei que naquela escola tão chata e a entrar um menino tão lendo, sabe quando a pessoa é o seu número? então, aconteceu isso comigo.

Ele tinha mais ou menos 1,80, cabelo preto, a boca dele parecia uma amora de tão rosinha, fora os olhos dele formato de pedras preciosas, não seei mais adorei ele. O nome dele é "Bruno Sudário Borcatt" , eu escrevi o nome dele no meu caderno, quando a professora fez a chamada eu prestei atenção outra saber como era o nome dele completo vou procurar na b internet mas ele não vaai nem olhar pra mim sou bonita e legal mas aqui na escola tem tanta menina bonita que não da pra contar e como ele é novato e "lindo" todas as gurias ficarão caidinhas por ele, logo vi que não tinha chance, deixei pra lá essa história afinal sou tímida nunca namorei então não vaai ser agora que, vou precisar disso.

E professora passou um trabalho de Artes para fazer em dupla, ela sorteou os nomes. Quanta coincidência, caiu eu e Bruno quando ouvi o nome dele fiquei toda vermelha e envergonhada.

– Posso ? — fugi dos meus pensamentos quando ouvi a voz de Bruno.

– Po... po ... de — droga! gaguejei, que poha que ocorreu comigo? Eu heim!

Ele mecheu sua cadeira, colocando-a próximo a minha, ele se sentou e me encarou.

– Que foi? — perguntei incrédula.

– Nada — sorriu de canto — Você é linda.

Pronto! Agora eu fiquei de que cor? Azul? Roxa?

– Obrigada — disfarcei a vergonha.

Um silêncio constrangedor reinou, ele ainda me encarava, parecia está me analisando.

– Então?! Vamos começar?! — me referi ao trabalho.

– OK, vamos — mexeu na bolsa provavelmente procurando o caderno — já que você não me deixou ficar te admirando — ele folheava o caderno, (Como ele conseguia ser tão charmoso?) , ele se voltou outra me encarar com um sorrisinho sinico. (Mas não, eu não ia dar esse gostinho pra ele de ficar igual uma bocó).

– Professora! — chamei.

– Sim senhorita Sttarckson?

– É que meu parceiro de dupla não tá muito afim de fazer o traba... — ele tampou minha boca.

– Não professora foi apenas uma discordância aqui no trabalho e ... — ele foi cortado dela professora.

– Pois tratem de resolver, quero esse trabalho hoje, e não aceitarei outro dia — determinou.

– Tuudo bem — ele assentou outra professora, ainda tampando minha boca.

– Eca — tirei sua mão da minha boca — Seu nojento! Vai lá saber onde você meteu essa mão — fiz cara de nojo.

– Se quiser eu te falo — sorriu malicioso.

– Eca! — gritei, mas o nojento tampou minha boca novamente.

– Cala a boca garota, é meu primeiro dia de aula r você já quer me ferrar? — ele tirou suas mãos nojentas da minha boca.

Eu limpei minha boca fazendo cara de nojo e ele sorriu.

– Vamos começar — o fuzilei com o olhar, que ele nem pareceu se importar.

Começamos com o trabalho, brigamos bastante é claro, mais enfim conseguimos terminar. Aquele garoto era mais burro do que eu pensava, tive que ensinar tanta coisa, e fiz o trabalho praticamente sozinha, e fomos a penúltima dupla à entregar. Sai andando até a porta quando ouvi uma voz.

– Senhorita Sttarckson! — me virei, e pura minha surpresa não era a professora, e sim o idiota do Bruno a imitando.

– O que você quer ? — perguntei já sem paciência.

– Você poderia me apresentar a escola?

– Não.

Saí dali , e ainda o ouvi resmungando algo, que pouco me importava. Fui em direção a sala de Karlla, uma colega minha do ano passado, estudamos juntas, só que ela foi pro terceiro ano e eu fiquei no 2° ano, sim, eu reprovei, mais foi no tempo em que ocorreu a morte dos meus pais, e eu não com mais pra escola, afinal, ela é a única conversa comigo nessa escola.

Cheguei em sua sala mais ela não estava, me virei pra voltar pra minha sala, quando avisto um ser correndo em minha direção, aah não , lá vem com suas histerias.

Karlla é bem extrovertida, e muito louca, não tinha vergonha de nada e não tava nem aí pra opiniões dos outros.

– Eu vi tuudo! — ela praticamente gritava, toda eufórica.

– Tá bom, agora se comporte como pessoa normal, e me contra o que viu — fui a empurrando porto jardim.

– Eu viu você e o novato gato — falava com o sorriso de desconfiança.

– Ooh não! Não! Eu do foz o trabalho com ele , e só fiz porque a professora mandou — foz cara de nojo — Mas como você sabe? — levantei uma das sobrancelhas.

– Digamos, que, andei te vigiando.

– Não acredito — abri a nova em um prefeito " o " — Você é louca , nai acredito !? Porque fez isso?

– Porque eu quis ué !? — falou saindo.

– Garota volta aqui, me explica isso.

– Ah depois eu falo — e saiu correndo pra sala.

Que menina boba, foi só um trabalho de sala e nem fiquei tão empolgada assim, claro que acho ele binitto mais nunca vai rolar nada no máximo uma amizade e olhe lá, ele é muito besta e chato não gostei da maneira que me tratou, que nojento, colocou aquela mão em mim, que nojo, vou saber onde ele colocou a mão durante o dia.

Quando entrei na sala ele estava sentado do meu lado, agora pronto era só o que me faltava.

– Professor o que esse menino está fazendo aqui do meu lado?

– Ele não tem livro e eu achei melhor que ele sentasse com alguém pra não perder matéria!

– Mas porque comigo?

– Porque eu quis e vaai ser assim, agora faça sua atividade, antes que eu tire ponto seu.

Que saco ele não parava de encostar em mim, parecia que ele queria me abraçar. Fui ficando irritada com aquela situação e já mandei o verbo.

– Ou você desencosta ou sai daqui, que saco, você não sabe copiar sem está se esfregando em mim garoto?

– Senhorita Sttarckson me acompanhe até a direção agora.

– Mas professor!

– Chega, ande, e sem dá um piu.

Que saco, quando cheguei à direção o professor desgramou a falar.

– Essa menina está muito estressada ultimamente não sei o que está acontecendo, ela era tão calma no começo do ano, o que sucedeu pra você mudar tanto assim?

– Não aconteceu nada, é esse menino que está me atrapalhando a escrever e eu fiquei irritada, só isso.

– Tem certeza? — falou com cara de desconfiança.

– Tenho certeza.

Quando voltei pra sala já havia batido sinal, só ficou aquele besta do Bruno na sala me esperando.

– O que tá fazendo aqui ? — falei com expressão de desconfiança.

– Nada, só estava te esperando pra você me dá uma carona — falou com toda confiança.

– Não acredito nisso, além de me mandar outra direção ainda quer carona ? — perguntei com ar de riso.

– Sim, porquê?

– É muito cara de pau mesmo, como conseguiu falar comigo ainda? — falei com jeito bravo.

– Ooshe, com a boca ué!? — disse com toda graça.

– Eu não vou dar carona outra seu ninguém se tú quiser, vá a pé!

– Mas minha casa é muito longe!

– Problema seu, e agora deixa eu ir porque tenho mais o que fazer!

Quando virei pra sair da sala, aquele projeto de gente, entrou na minha frente.

– Você não sai daqui enquando não me der uma carona! — falou todo bravo.

– É mesmo ? — avistei o guarda se aproximando.

– É! — determinou.

– Guarda! — o gritei, que veio até nós. — É que esse ser não quer me deixar passar, será que você poderia me "escoltar" até meu carro? — o guarda o olhou com aquirir tipo de olhar mortal, o que fez com que Bruno revisse os olhos e saísse da sala bufando.

É óbvio que fiz com que o guarda me levasse até meu carro, pra ter certeza de que nada mais iria me atrapalhar a sair daquela escola. Caminhamos até meu carro, o que fez com que alguns alunos restantes ficassem me olhando, como se julgassem que eu teria feito algo. Agradeci ao guarda, que era muito sem sal, não disse nem um "de nada", revirei os olhos com meus pensamentos, e dei partida, passando em frente a escola, onde bi Bruno subi na garupa de um cara estranho que ficou me olhando...

Notas finais
Descuulpem-me os erros de ortografia, é que digito pelo celular , mas então , dicas ? sugestões? críticas ? comentem (: