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Não conseguia acreditar no que se passava ali na minha frente, tudo silenciado, e eu ali perplexa com o que estava vendo, queria me mexer e tentar ajuda-los, mais nem mesmo isso eu conseguia, meu pai ali caido próximo ao sofá, minha mãe caída ao seu lado, e uma poça de sangue os rodeava, eu estava apavorada, e não conseguia mexer um dedo se quer, a aflição era muita, eu queria chorar mais nem uma lágrima descia foi quando conseguir me mover, terminei de descer as escadas, me certifiquei de que não tinha mais ninguém ali e fui andando até eles, agora , eu já chorava, as lágrimas desciam compulsivamente, mesmo todos ensanguentados os abracei, gritava por seus nomes pra ver se eles me respondia mais não, eles já estavam mortos.

– Débora , Débora — minha prima gritava. — Ei , acorda , está tudo bem — ela me abraçou , já sabendo que se tratava do pesadelo de todas noites.
– Ana , eles ...
– Eu sei, eu sei — me abraçou forte — Isso vai passar, querida. Seja forte , vem levanta , vá tomar um banho que irei preparar nosso café da manhã.
– Será que essa angústia não vai passar Ana?
– Passa, sim tudo na vida passa. O melhor a fazer nesse momento e tentar seguir a vida enfrente.
Fui até o banheiro se preparar para ir a aula. Chegando na escola vi que tinha algo errado e perguntei para o guarda o que estava acontecendo na escola.
– Estamos entrando em greve, pensei que a dereção tivesse avisado!?
– Acho que eles avisaram eu devo ter me enganado, então até logo.
– Até.
Chegando em casa fui se deitar.Penssando na vida lembrei de tudo que minha mãe me ensinou, dos bons costumes e de sempre ser educada ela sempre dizia:
– Educação é tudo minha filha, sempre seja educada mesmo se estiver nervosa.
Chorei a noite toda, não consegui dormir, só pensava naquela cena horrível que presenciei.
Me levantei e comecei a pensar porque aquele homem fez isso com meus pais.
Qual motivo daquele sujeito ter feito aquilo? Por que logo meus pais?
Minha mãe , Danny Mary Sttarckson, era uma mulher alta, morena, olhos cor de mel, 35 anos, não tinhamos traços parecidos, já meu pai era mediano, branco, cabelos preto liso o qual não se parecia nada com o meu, mais mamãe sempre disse que pareço com seus avós que era alemães.
Minha prima, Ana, é filha da irmã mais velha da minha mãe, e tem 31 anos e é um amor, e a única da minha família, por isso sou muito apegada a ela, pois depois que meus pais morreram, moro com ela e agradeço a Deus por ela não ter namorado, não gostaria nem um pouco de dividir ela com outro alguém ainda mais um homem.
Me desvio de meus pensamentos quando ouço Ana me chamar:
– Débora — ela grita.
– Estou no quarto — eu falo uma pouco mais alto pra que ela possa escutar.
– Desça aqui, querida, preciso conversar com você.

Notas finais
Então, esse foi nosso primeiro capitulo, postaremos o próximo em breve, comentem lindas :*