Notas iniciais
* Contem palavriado chulo
E chegou o Carnaval, época de alegria, de mulheres, de marchinhas, de mulheres, de cerveja, e de mulheres semi-nuas na avenida.

Isso tudo é emocionante para muita gente, inclusive para mim, mas poderia ser melhor SE EU NÃO ESTIVESSE PRESO NUM PREDIO! Pior pesadelo de alguem é esse!

Para começar eu vim para São Paulo a fim de ver as mulheres na Sapucai, mas a enxente não deixa! O saguão do hotel está completamente alagado!

Como EU, Roy Mustange, fui para numa merda dessas!?

Eu lembro... Foi quando eu vim seguir os irmãos Elric, que NÃO por acaso estão no mesmo hotel e para complicar a Riza ainda veio comigo, pareci um cão de caça me vigiando, ó mulher, viu!

Bateram na porta, ahh, vo fingir que não estou aqui...

— Abre essa porra, que eu sei que você está ai! — pela voz só podia ser a Winry, outro fardo da minha vida! — Abre ou a gente arromba!

\"A gente, quem?\", tinha mais gente!?. BAM, a porta quase caiu na minha cara.

— Que desgraça é essa! — gritei. Winry, Ed, Alphonse, L, Raito e Misa já estavam entrando. — Vocês não eram de outro anime?

— A gente veio ver o Carnaval do Rio — disse Raito

O L já tava sentado na janela.

— O que você acha, L? — Misa, com aquela voz chata do inferno começou a falar, decidi sentar, aquilo ia demorar...

— Acho que ainda vai chover muito!

Ai, o indefinido do Ranma chegou.

— Por que está todo mundo aqui?

— Porque o filho-da-puta do dono do predio não prevê enxente — eu respondi.

— Porque a gente não faz algo juntos? — a desgraçada da Misa tinha de abrir a boca — Vamos beber!?

— Bora! — o Ed já ficou todo animado...

Já tava vendo que aquilo ia acabar em alguma putaria, arrombei um quartinho do hotel e catei um bote, sabi-se lá de onde, quando eu já tinha catado minhas tralhas e tava no bote já, a Riza veio me pergunta:

— Roy onde você vai!?

— Se é para beber, pegar alguem e fazer o que quiser depois eu vou pra Sapucai nem que seja nadando!

[Dez minutos depois...]

tPessima ideia! Não cheguei nem na esquina e uma \"onda\" me atacou! Tive de voltar, no meu apartamento já tava todo mundo se pegando, ai odio eu fiquei sozinho, sozinho não, tinha o Ranma, mais ele era homem agora, ai fui na cozinha e esquentei agua, joguei no Ranma, bebi umas sete taças de wisque, coisa pouca, e comecei a pegar ela/ele, sei lá! Só sei que no abandono eu pego qualquer um!

tDepois de incontaveis cenas que é melhor não descrever, eu fiquei chateado, com o nada! Coisa de bêbado mesmo, todo mundo já tinha dormido, ai decidi ver televisão, tinha um monte de MULHER sambando na Avenida e eu preso naquele prédio do caralho!

tAgora era pessoal, ou eu pegava alguem na Avenida ou ia de volta pro Japão!

tPeguei o bote de novo e comecei a remar, lá pelo terceiro quarterão a porra do bote furou e eu cai na água, xinguei todos os palavrões que eu conhecia e comecei a nadar, para cada quatros metros que eu avançava a correnteza me puxava cinco! Mas lá pras 5 da madrugada eu chegei na entrada da Sapucai, ALELUIA!

tEntrei lá todo molhado, fedendo, ai entrei no clima tirei a camisa e fui sentar bem do lado de uma mulher lá, já sai beijando e nem perguntei o nome, na hora que eu já ia saindo com a mulher chega a cambada de imprestaveis, me amarra e leva pro apartamento.

t- Agora vocÊ vai ficar aqui tambem! — A Riza parecia uma cachorra raivosa!

tMe puseram uma mordaça, eta povo carente! Naquela noite eu só tinha me ferrado, dava para ficar pior!

tAi o predio tremeu, pergunta desgraçada! O predio tremeu de novo.

t- Desde quando aqui tem terremoto? — Alphonse perguntou

t- Vai saber... — disse Ed.

t- Se eu não estiver errado, acho que o predio vai cair — Raito e L falaram ao mesmo tempo

tEu fiz a cara mais ironica que pude, o pessoal desesperou e começou a correr para todo lado e eu lá, as meninas começaram a gritar, e eu lá, os caras começaram a pegar as coisas, e eu lá.

tAté que consegui me soltar e comecei a tracar tudo.

t- Que você tá fazendo Roy!? Abre isso ai!

t- Todo mundo num queria ficar junto, vamo morrer junto tambem! — eu tava revoltado mesmo, ia acabar logo aquela merda! Nem deu tempo deles me baterem o teto já tinha caido o sangue já tava escorrendo, só deu pra eu ver uma pedra de concreto vindo na minha cara, pelo menos fomos juntos pro inferno...

*Cunclusão: nunca pergunte se algo pode piorar, porque sempre piora!

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!