Perversão
5 Capítulo 5
Suplicou a mãe que lhe emprestasse o carro. Disse que iríamos a Grumari. Ela se animou. Inventou que o carro iria lotar com os amigos. Logo a alegria dela se esvaiu. Lamentou-se. Compensaria da próxima vez.
Amava-a muito. Sentia gratidão. Obrigação de cuidar dela em consequência ao abandono do pai. Uma das coisas que admirava nele. E também detestava. Achava-o submisso aos caprichos da mãe.
Só não foi ao "passeio" por não ser cabível a presença dela. Nem cancelou os planos porque a empolgação é maior do que a razão. Sabia que se perdesse aquela oportunidade, eu não cederia tão cedo.
Dona Joanna não gostava de mim. Deixava isso bem claro. Tyrion não enxergava. Cansou de ofender-me. Dizia-lhe que eu não prestava. O bobão achava que era apenas ciúme.
Enfim, nosso destino. Suíte com hidromassagem, sauna e piscina. Esplêndida.
Eu tremia. Quanto mais tentava disfarçar, mais intenso ficava.
Deitou-me na cama. Carícias. O beijo esquentando. Mãos passeando pelos corpos. Carinho gostoso por cima da roupa. Lábios ardentes no pescoço. Mordidas no lóbulo da orelha.
Os dedos percorreram por baixo da blusa. Acariciando meu ventre. Beijando-o delicadamente. Alcançando meu seio. Massageando-o deliciosamente. Agarrando serenamente meu bumbum. Minhas coxas.
Os lábios trilhando lentamente ao seio desamparado. Os dedos apossando-se da minha bucetinha quente e úmida. A língua circulando meu mamilo. Acendendo meu biquinho. Brincava com meu ponto C. E eu gemia alto. Sugou meu peitinho com vontade. Comprimia meu clitóris. Gostoso! Contorcia-me de prazer. Intensificava o toque.
Eu estava quase no auge, quando ele tirou o dedo do meu grelo. Abriu o zíper da bermuda. Colocou o pinto duro pra fora. Apertou-o contra minha calcinha. Manipulou-o. Cochichei ao ouvido para despir-me.
Beijou minha pelve. Puxou a calcinha com os dentes. Que tesão! Desfez-se da roupa. Como era bonito. Pus-me nua. Deitou-se por cima de mim. Botou a cabecinha na entradinha. Masturbou-se. Esfregava-o na minha xaninha. Pulsava. Ansiava senti-lo.
Sugava meu seio. Beijava minha boca. Meu pescoço. Provocava-me.
"Enfia." sussurrei " Tem certeza?" "Enfia." disse-lhe com firmeza
Foi colocando devagarinho. Com medo de me machucar.
Doeu. Não mentirei. Minha primeira vez não foi agradável. Sangrei um pouco. Sentia incômodo sempre que metia. Acabou com as minhas expectativas.
Tyrion continuou. Parecia estar gostando. Falou que eu era apertadinha. Logo gozou.
Ele, em êxtase. Eu, frustrada. Pensativa. Talvez fosse frígida. Creio que a decepção estivesse estampada no meu rosto. Questionou se eu estava bem. Reparou no lençol sujo.
Que vergonha! Minha boca sequer pronunciava uma palavra. Compreensivo. Abraçou-me. Teorizou que com a prática iria sentir todo prazer que eu merecia para me acalmar.
Fomos para a piscina. Abrimos a claraboia para o sol esquentar a água. Uma delícia nadar pelada! Retornamos para a cama. Ligamos a televisão no canal pornô. A ação estava boa. Voltei a ficar excitada. A mão descendo e subindo pelo meu corpo. Os lábios selando os meus. Intenso! Apertou meu peitinho. Trilhou devagar pelas minhas costas. Segurou com força meu bumbum. Massageou minhas coxas. Encontrou novamente meu pontinho.
A boca descendo pelo pescoço. Parando por um tempo para mordidas. Lambidas quentes. Chupadas leves. Devorando o lóbulo da minha orelha. Sussurrou que iria me fazer gozar. Hálito quente. Voz máscula excitante. Meu corpo se contorceu.
Chuchava minha tetinha. Brincava com meu clitóris. Gostoso! Aprendeu direitinho. Gemia. Tremia de tesão.
"Não para. Não para. Estou quase..."
O melzinho escorreu. Lambeu-o.
"Gosto saboroso!"
Senti-me plena. Desejava por mais.
Pediu retribuição. Prontamente assumi minha missão. Beijei-o enquanto punhetava a piroca rija e babada devagar. Estimulação lenta e profunda. Percorri os lábios pelo corpo sem parar de masturbá-lo. Lambida no pescoço. Mordisquei seu bíceps. Linguadas na orelha. Suguei seu mamilo. Mordi levemente o biquinho. Continuei o pique até chegar na vara.
Língua ao redor da cabecinha. Sugadinha de leve. Dentei as coxas. Esfreguei seu membro no meu rosto. Enfiei as bolas na boca. Mamei o pau como se sugasse um canudo. Extraindo leitinho quente para escorrer pela garganta. Devagar. Massageando os testículos gentilmente. Mão macia. Sugando. Massageando. Devagar. Aos poucos acelerando. Pedindo para eu fazer mais rápido. Até que seu líquido jorrou. Engoli com prazer.
Deitou-se de costas na cama. Puxou-me para cima dele. Cafuné. Senti-me confiante. Corpos colados. O tempo tornando-se amigo. Um acariciando docemente o outro. Silêncio.
Gemido potente. Atenção voltada para a pornografia. Menagé a trois. Carinhos virando carícias. Excitação pairando novamente. Fomos para a sauna. Pegação. Tentamos de um jeito. Não deu. Tentamos de outro. Quase queimou-se. Cama. Encaixou. Recomeçou devagar. Incômodo tolerável. Acelera o ritmo. Irritação na cavidade.
Dúvidas e anseios ressurgiram com força total. Pedi que parasse. Minha feições devem ter denotado frustração mais uma vez. Segurei as lágrimas. Beijou-me na testa. Abraçou-me.
" Calma! Você vai ver que sentirá nada disso com o tempo."
Deitamos de conchinha. Assistimos a outro filme. Light. O desejo ressurgiu. Recomeçamos a brincadeira. Língua na orelha. O membro enrijeceu-se. Esfregava-o nas minhas nádegas. Excitava-me. Rebolava no pau dele. Me deixava cada vez mais atiçada. Ficando toda molhadinha. Lábios roçavam minha nuca. Mãos fortes e quentes massageavam meus seios. Dedos ágeis manipulavam o clitóris. Pressionava mais a bunda no pau duro. Delícia!
Louca de tesão. Sentei com a bunda virada pra ele. Chupei a vara gostosa. Brinquei com a cabecinha. Selinho. Lambi a pontinha. Botei as bolas na boca. Suguei. Deslizei a língua pela haste. Esfreguei no rosto o pinto safado. Coloquei todinho na boca. Mamei com vontade. Tyrion urrava. Pedia pra ir mais rápido. Chuchava e massageava os testículos. Rosnava que a minha boca era quente e macia.
" Deixe-me satisfazê-la agora."
Deitou-me de costas. Abriu minhas pernas. Enfiou o dedo no meu buraquinho. Lentamente. Beijava minhas coxas. Lambia minha virilha. Contorcia-me. Tremia de excitação. Linguava meu umbiguinho. Mordiscava minha pelve. Subiu de encontro aos seios desenhando a lateral do dorso. Contornou meu mamilo. Puxou o biquinho levemente com os dentes. Chupou-o intensamente. Gemia de prazer. Desceu. Lambia meu clitóris. Metia o dedo ao mesmo tempo. A sensação era boa, mas nem tanto.
Tirou o dedo. Pediu para eu abrir minha buceta para poder tratar meu grelinho. Agarrou meus peitos. Lambia tão gostoso. Quanto mais me mexia, mais agitava a língua. A vontade de gozar ia e vinha. E apertava forte meus seios. E a minha ânsia explodiu em sua boca.
" Melzinho delicioso!"
Foi muito bom. Como queria mais. Porém o tempo no motel estava se esgotando.
Não fiquei satisfeita por não ter sentido nada com a penetração. Cogitava seriamente a idéia de ser frígida. Nada agradável. Iria aprender a gostar de sexo de qualquer maneira.
Sempre que nos víamos, aproveitávamos nosso cantinho no quintal. E tentávamos. Aos poucos me sentia confortável. Tornou-se um vício maior.
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