Notas iniciais
Um dos meus poemas mais antigos. De uma época que eu queria ser igual as pessoas as minhas volta. Mas eu cheguei a uma conclusão que me fez enxergar melhor.

Os sonhos são floreios

Doces e sem medos

Nascidos daqueles

Que tudo tem a perder

E quase nenhuma chance de vencer

E quando a realidade bate na porta

O sonho não se perde

Ele move a margem do inevitável

Do mal do, inigualável

A destruição se distancia

Mesmo estando bem ao lado

E o sonhar se aproxima

Tão próximo quanto o som do fim dos dias

Nada se perde

Ninguém olha o pecado

O sonho nos leva além

Ele move a margem do inevitável

Do mal, do inigualável

As lembranças se unem

Memórias em carceres

E aqueles que sonham

Tornam-se mártires

E eles se tornam aqueles

Que movem a margem do imaginável

Do mal, do inigualável

O sonho dos que ficaram.

Notas finais
Gostaram? Comentem, mesmo se for pra dizer que ficou ruim.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.