Pernico- Reescrevendo e mudando de conta
9 Capitulo 10 Monster.
Notas iniciais
Percy segurou a mão de Nico e juntos os 4 semideuses seguiram em direção a rodoviária.
– Percy você devolveu o tridente do seu pai? Nico perguntou confuso.
– Já, Percy respondeu coçando a cabeça, — Acho que já.
– Como assim? Annabeth perguntou encarando Percy.
– Tipo quando eu acordei no dia seguinte ele não estava mais lá, ai ouvir meu pai dizendo "Obrigado e me desculpe" então acho que sim.
– Ah, disseram Nico e Annabeth junto.
– Que horas sai o nosso ônibus? Grover perguntou impaciente.
– Daqui a 10 minutos, Nico respondeu olhando no seu relógio de pulso.
– Acho melhor entramos então, Annabeth disse subindo os degraus do ônibus.
Grover subiu atrás de Annabeth e olhou para o fundo do ônibus.
– Que tal sentarmos lá no fundo, disse ele apontando para os lugares vazios.
– Boa ideia, oque seria de nós sem você Grover, Annabeth disse sarcasticamente.
Annabeth sentou ao lado de Grover na janela.
Nico sentou ao lado de Percy, ficando na poltrona da janela.
– Cansado? Percy perguntou passando a mão em volta do pescoço de Nico.
– Um pouco sabe, Nico respondeu sorrindo, — Alguém me acordou as 5 da manha.
– Mas valeu a pena né? Percy perguntou beijando a testa de Nico.
– Teria valido mais, se aquele idiota do Luke não tivesse aparecido.
– Verdade.
Nico deitou a cabeça no ombro de Percy e adormeceu.
O ônibus deu partida, enquanto a lua surgia no horizonte.
– Ele te ama de verdade né? Annabeth perguntou do outro banco.
– Sim, Percy respondeu em um sussurro, — E demais.
– E você? Ama ele?
– Muito, oque eu sinto por ele é algo incrivelmente inexplicável.
– Ama ele mais do que me amou? Annabeth perguntou abaixando a cabeça.
– Annabeth, Percy disse sem jeito.
– Pode falar, não vou ficar magoada.
– Sim Annabeth, eu amo o Nico mais do que amei você.
Annabeth olhou para Percy, seus olhos ficavam incrivelmente a luz do luar.
– Sinto muito, Percy disse sem graça.
– Desejo felicidades a vocês, Annabeth disse sorrindo.
– Acho melhor dormimos, Percy disse colocando a cabeça sobre a de Nico.
– Também acho boa noite Percy.
– Boa noite Annabeth, Percy disse fechando os olhos.
O sono demorou a vir, Nico parecia está incomodado com aquela posição para dormir.
– Percy? Nico sussurrou.
– Eu, Percy respondeu sonolento.
– Você estava dormindo? Nico perguntou se sentando direito.
– Tava quase, Percy respondeu bocejando.
– Desculpa, Nico falou sem graça, — Pode voltar a dormir.
– Magina amor, Percy disse dando um sorriso, -Então oque está de incomodando?
– Acho que não fui feito para dormir em ônibus, Nico disse deitando a cabeça no ombro de Percy.
– Também não, Percy respondeu acariciando o cabelo de Nico.
– Amo quando você faz isso, Nico disse encarando os olhos de Percy.
– Oque? Percy perguntou confuso.
– Quando você começa a brincar com o meu cabelo, Nico respondeu olhando pela janela, — Me sinto o garoto mais sortudo do mundo.
Percy beijou a testa de Nico e sussurrou.
– Eu sou o garoto mais sortudo do mundo.
A chuva começou a cair do lado de fora do ônibus.
Annabeth e Grover roncavam baixinho do outro lado.
– Amor, Percy disse baixinho, — Oque será que vamos enfrentar?
– Não sei, Nico respondeu sem jeito, — Mas acho que não será coisa boa.
– Quando isso tudo acabar, eu quero me casar com você.
Nico olhou para Percy surpreso e sorriu.
– Sério? Nico perguntou.
– Sim, não quero perder você jamais, Percy respondeu beijando Nico.
Percy abraçou Nico mais junto a seu corpo.
– Amor você ouviu isso? Nico perguntou ficando alerta.
– Não oque? Percy perguntou tentando olhar pela janela.
Quatro Esfinge voavam sobre o teto do ônibus, seus rosto e tronco de mulher expressavam pura vai, seus corpos de leão estavam encharcado pela chuva, suas asas batiam rapidamente.
– Annabeth, Nico chamou sussurrando.
Annabeth abriu os olhos e encarou Nico.
– Que foi? Perguntou ela irritada.
– A quatro Esfinge do lado de fora, Nico disse sussurrando, — Então acho melhor ficarmos em silencio.
– Como assim? Annabeth perguntou confusa, — Achei que elas só viviam nas estradas para Tebas.
– Diga isso a elas, Percy disse apontando para a janela.
Uma Esfinge voava do lado de fora da janela de Percy e Nico.
– Fiquem abaixados, Annabeth disse deitando no chão.
As Esfinge começaram a bater no ônibus, o fazendo balançar de um lado para o outro.
– Droga, Grover disse deitando no banco, — Elas vão virar o ônibus.
A chuva do lado de fora parecia aumentar a cada batida.
Uma Esfinge quebrou o vidro e entrou dentro do ônibus.
– Eu sinto o cheiro de vocês, disse ela com uma voz humana.
Percy sacou contracorrente e olhou para Nico.
Outra Esfinge quebrou a janela do acento de Percy e Nico, puxando Nico pelas pernas o jogando para fora do ônibus.
– Nicoooooooooooooo, Percy gritou em desespero.
Nico se debatia no ar, enquanto a Esfinge o levantava cada vez mais alto.
– Me solta, Nico disse brandido sua espada de ferro estijo.
0 ônibus ficava cada vez menos a medida que Nico era suspendido no ar.
– Droga, Annabeth disse se jogando para cima da Esfinge, — Morre coisa nojenta.
A Esfinge se debatia enquanto Annabeth gravava uma flecha em seu peito.
Todas as janelas do ônibus explodiram e 7 Esfinges entraram voando.
– Achei que só aviam 4, Grover disse se esquivando de uma.
Percy girou contracorrente na mão, e cortou uma Esfinge ao meio.
A chuva caia cada vez mais forte, o vendo jogando suas gostas para dentro do ônibus.
Uma Esfinge atacou Grover, o jangando no chão.
Percy rodou 360° graus e cortou 3 Esfinges ao mesmo tempo.
– Percy uma ajudinha aqui, Grover gritou.
Percy atirou contracorrente, atingindo a Esfinge nas costas.
O monstro se dissolveu em arreia.
– Você está bem? Percy perguntou ajudando Grover a se levantar.
– Sim, Grover respondeu limpando a poeira da roupa.
Annabeth lutava contra duas Esfinge.
– Abaixa, Percy gritou cortando uma Esfinge ao meio.
Annabeth tirou uma flecha a a gravou no peito da ultima Esfinge.
Nico podia sentir a fúria dos espíritos do vento, eles sopravam cada vez mais forte contra o seu rosto.
O ônibus agora parecia uma miniatura, Nico ainda se debatia tentando atingir a Esfinge com a espada.
– Me soltaaaaaaaaa, Gritou ele cortando o ar.
A Esfinge produziu um som grotesco e parou de bater as assas.
Ela abaixou a cabeça e olhou diretamente para os olhos de Nico.
– O que é que tem quatro pés pela manhã, dois ao meio-dia e três à noite? Perguntou o monstro.
– Como é? Nico perguntou ainda se debatendo.
– O que é que tem quatro pés pela manhã, dois ao meio-dia e três à noite? Repetiu a Esfinge.
– Dãã, Nico disse furioso, — É lógico que é o homem né estupida.
– Você acertou agora está livre.
A Esfinge sorriu e soltou Nico.
A cada segundo o coração de Nico parecia querer sair pela boca, a chuva fustigava suas roupas, o suor era quase impossível de se ver, as gostas de chuva atingiam seu rosto com uma ferocidade sobrenatural.
O ônibus crescia mais a cada segundo.
Nico sabia que aquele era o seu fim,Nico gritou,se debateu mas nada parecia reduzir a velocidade de sua queda.
– Percy eu te amo, disse ele chorando.
Percy correu para fora do ônibus e olhou para o céu.
– Anda, cade você? Perguntou ele encarando o céu.
Percy ouviu o grito de Nico e olhou em sua direção.
Nico ainda caia, quando um Grifo o pegou novamente pelo pé, ela sobrevoou o ônibus e atirou Nico ao chão.
Nico caiu com um baque, rolando para o outro lado da estrada.
Uma dor atravessou o corpo de Nico, ele podia sentir cada osso de seu corpo se partindo.
Percy correu até ele e se ajoelhou ao lado do corpo de Nico.
– Percy, sussurrou Nico com a voz fraca.
– Ei, Percy disse pegando Nico no colo, — Vai ficar tudo bem, vai ficar tudo bem.
Nico abriu os olhos e tentou sorrir.
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